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terça-feira, 11 de outubro de 2016

IMAGENS FORTES! Vídeo mostra homem despencando morro abaixo durante troca de tiros com policiais no Rio. Veja!


Uma batalha travada entre policiais militares e traficantes produziu cenas de ação e de terror em Copacabana e Ipanema, no Rio de Janeiro.

O vídeo mais impressionante, compartilhado nas redes sociais, mostrava um corpo despencando da encosta do Morro do Cantagalo para a morte.

Imagens feitas de helicópteros das TVs exibiam PMs feridos, traficantes presos, armas e drogas apreendidas e cidadãos no meio do fogo cruzado, sem saber onde se abrigar.

A trilha sonora era o barulho de tiros e explosões de granadas. Uma cena tipicamente carioca. A diferença era o local da filmagem.

Normalmente, “gravações” semelhantes acontecem nas Zonas Norte e Oeste. O filme, dessa vez, rodou em bairros nobres da Zona Sul.
O saldo final do episódio de violência nos morros do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, comunidades com UPP, foi de três suspeitos mortos e três policiais militares feridos.

Oito bandidos foram presos. Seis deles, sendo dois feridos, se entregaram quando se viram encurralados na mata, na parte mais alta da favela. 
A rendição foi intermediada pela mulher de um dos bandidos, segundo o major Vinicius Carvalho, do Batalhão de Choque. Entre os presos, um dos chefes do Morro, conhecido como Samuca.
Fuzis apreendidos pela polícia (Foto: Divulgação)

Também foram apreendidos seis fuzis e duas pistolas, além de uma mochila com oito quilos de pasta base de cocaína, que estaria em poder do homem que despencou da encosta, após ser alvo de tiros disparados do helicóptero da PM. A polícia não soube informar se o suspeito foi morto pelos tiros ou devido à queda. Em nota, garantiu que as circunstâncias serão apuradas.

Metrô fechado

Segundo a Polícia Militar, a guerra começou por volta das nove da manhã de ontem, quando traficantes do Morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, atacaram as bases da UPP local. Houve tiroteio e dois supostos bandidos foram mortos. À tarde, os traficantes voltaram a atacar. No confronto, o comandante da unidade policial, o capitão Vinicius Apolinário de Oliveira, foi ferido por estilhaços.

Levado para o Hospital Central da PM, no Estácio, foi medicado e recebeu alta. Mais de 120 policiais foram deslocados para enfrentar os bandidos do Pavão-Pavãozinho. O intenso tiroteio deixou em pânico moradores e comerciantes dos bairros de Copacabana e Ipanema. Várias lojas baixaram as portas e um acesso da estação General Osório, do Metrô, foi fechado por mais de uma hora.

As ruas do entorno dos morros, em Ipanema, foram bloqueadas pela PM, para evitar que carros fossem atingidos. Homens do Bope ocuparam o Pavão e o Cantagalo no final do dia, por tempo indeterminado.

Impedidos de voltar para suas casas enquanto os PMs retiravam os criminosos do morro, moradores formaram plateia, na esquina das ruas Sá Ferreira e Saint Roman, para ver quem estava sendo detido.

A população mesclava sentimentos de medo, curiosidade e descontentamento. “Desde cedo não pudemos descer e subir por causa dos tiros. Quando sobe a Tropa de Choque, sempre tem morte”, criticou mulher acompanhada de crianças.

O Túnel Major Vaz, no fim da Rua Tonelero, chegou a ser fechado, e o desvio foi feito pela Santa Clara. A Sá Ferreira foi também interditada entre Raul Pompeia e a Nossa Senhora de Copacabana.
Comércio baixa portas

Comerciantes da Rua Sá Ferreira fecharam as portas mais cedo ontem por causa da confusão. Um lojista que decidiu ir embora às 17h — outros já tinham fechado — expressou a sensação de insegurança.

“Parte do comércio ficou com as portas pela metade durante o dia. Teve tiro aqui ao lado quando retiraram os corpos. Acho que foi para avisar que estavam descendo. Há 30 anos que estou aqui, sempre foi um perigo, mesmo com UPP”, relatou.

“O morro sempre dividiu mandatos. A última vez que vimos situação parecida foi há uns três anos, quando morreu o ex-chefe (do tráfico)”, contou outro. Alguns bares ignoraram o confronto e continuaram funcionando, servindo de refúgio para moradores que não podiam subir para casa. Teve também quem não se importou com o tumulto e parou para tomar cerveja. “Nem sei o que tá acontecendo”, disse um cliente.

ATENCÃO! IMAGENS FORTES!

Bandidos mortos no confronto com policiais militares
portaldozacarias.

Padre dá carona para adolescentes e acaba sendo assassinado por eles

Assassinos disseram que padre parou o carro para dar carona e eles resolveram matá-lo

Padre dá carona para adolescentes e acaba sendo assassinado por eles
Uma boa ação que o levou a morte. É assim que pode se definir o fim da vida do padre João Paulo Nolli, 35 anos, morto entre a noite de sábado e a madrugada de segunda-feira na periferia de Rondonópolis por três adolescentes de 17 e 17 anos. O padre viu os jovens andando na rua e resolveu dar “carona” ao trio de marginais. Acabou sendo dominado por eles após uma discussão, ainda e seu carro, um HB20 e foi estrangulado.
A confirmação de que o padre, por iniciativa própria resolveu dar carona aos bandidos que estavam caminhando na rua foi dada pelos próprios jovens. Um deles disse à polícia: “Estávamos caminhando na calçada e o cara passou, parou o carro e ofereceu carona. Nós aceitamos”.
Ao confessarem o assassinato o trio disse ao delegado que investiga a morte do padre, Gustavo Belão, que após enforcarem João Paulo, dentro de seu próprio carro levaram o corpo para um terreno baldio. “Depois disso, os adolescentes pegaram o carro, a carteira do padre com R$ 65 e o celular do sacerdote”, disse.
O delegado disse ainda que os menores não explicaram qual o motivo da discussão que tiveram com o padre. Segundo ele, os marginais ficaram quietos quando foram indagados. “Vamos ainda ter novos depoimentos para descobrir o motivo da discussão”, explicou.
O carro do padre, um Hyundai HB20, foi encontrado abandonado na noite de domingo no bairro Jardim Europa. O veículo estava intacto e passará por perícia nesta segunda-feira.
Outras quatro pessoas, entre elas um adolescente de 14 anos e três homens de 25,30 e 32 anos, foram detidas no domingo suspeitas de receptação do carro e dos pertences roubados de João Paulo. A Polícia Civil diz que os quatro são usuários de droga e estavam tentando vender o celular do padre assassinado
freelance24horas