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sábado, 29 de outubro de 2016

Marcos e Belutti se recusam a subir ao palco com Wesley Safadão em evento


Uma enorme saia justa ocorreu nos bastidores do 23º Prêmio Multishow. Marcos e Belutti se recusaram a dividir o palco com Wesley Safadão.
De acordo com o jornalista Léo Dias, a relação deles já não estava nada boa antes do evento e agora só piorou. A dupla sertaneja teria pedido à direção da premiação para se apresentar sozinha no palco.
Os sertanejos subiram no tablado para cantar o hit “Aquele 1%”, uma das músicas de maior sucesso em 2016. Mas, diferente do que era originalmente, Safadão não subiu ao palco com eles. Climão!
Fonte: Repórter Diário

Um morre e seis ficam feridos em colisão entre van e caminhão no CE


Uma pessoa morreu e seis ficaram feridas em uma colisão entre uma van e um caminhão na estrada que liga os municípios de Massapê e Senador Sá, no interior do Ceará, na manhã deste sexta-feira (28). Entre os feridos está uma criança de três anos de idade.
De acordo com policiais que atenderam a ocorrência, o acidente ocorreu por volta das 7h; as causas que levaram à colisão ainda não foram identificadas. O motorista da topic, Francisco Jânio Sousa de Maria, de 24 anos, morreu no local. Ele era natural de Granja e dirigia de Martinópolis com direção à cidade de Sobral.

As pessoas feridas na van, que conduzia cinco pessoas, foram socorridas pelos Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levadas à Santa Casa de Sobral. De acordo com a unidade, alguns deles passaram por cirurgias. 

Algumas delas já receberam alta e outras seguem em estado de observação. A criança de três anos se encontra na UTI pediátrica da unidade. O estado de saúde delas não foi divulgado.

Fonte: G1

Reforma pode obrigar aposentado a contribuir com Previdência também

ORG XMIT: 032201_1.tif SÃO PAULO, SP, BRASIL, 21-01-2003: Atendimento no posto da previdência da rua Comendador Elias Zarzur, em Santo Amaro, um dos mais movimentados do país. (Foto: João Wainer/Folhapress, DINHEIRO)
A equipe responsável pela proposta de reforma da Previdência em estudos no governo, subordinada ao presidente Michel Temer, estuda mudar a Constituição para abrir caminho para a cobrança de contribuição previdenciária de todos os aposentados.

A ideia é que o governo federal, os Estados e os municípios tenham autonomia para estabelecer a cobrança. Isso pode impactar tanto segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) quanto servidores públicos.

Atualmente, a Constituição prevê que a contribuição deve ser paga apenas por inativos que recebem acima do teto do INSS (R$ 5.189,82). Ou seja, na prática só funcionários públicos são cobrados.
A cobrança, hoje, incide somente sobre o valor que excede o teto do INSS, e a alíquota deve ser igual à da ativa.

Servidores da União e da maioria dos Estados pagam contribuição de 11% na ativa. Em alguns casos, ela pode chegar a 14%. No INSS, há três alíquotas, a depender do salário do trabalhador, de 8%, 9% e 11%. Os militares, que têm regras próprias, pagam 7,5% na ativa e na reserva.

De acordo com a proposta da equipe de Temer, a Constituição passaria a prever que União, Estados e municípios terão competência de, por meio de leis, instituir essa tributação. Cada ente poderia estabelecer qual será a alíquota e taxar até quem recebe o piso previdenciário.

Para cobrar dos aposentados do INSS, que hoje não pagam a contribuição, caberia ao governo federal enviar ao Congresso um projeto de lei.

O trabalhador do setor privado que recebe um salário mínimo, por exemplo, paga R$ 70,40 de INSS (alíquota de 8%) e fica com R$ 809,60 líquidos. Ao se aposentar, deixa de pagar essa taxa e fica integralmente com os R$ 880.

Segundo um funcionário do governo que participa das discussões, a avaliação é que, como hoje o valor líquido na aposentadoria é maior que o salário da ativa, as pessoas são estimuladas a aposentar.
Segundo essa fonte, a situação atual vai contra um dos princípios da reforma: o de que a pessoa, ao aposentar, não deve receber valor acima do que recebia na ativa.

MAIS TRABALHO

Um dos objetivos do governo com a reforma da Previdência é fazer com que os brasileiros passem mais tempo no mercado de trabalho.

A justificativa é que a expectativa de vida tem aumentado, a população jovem está diminuindo e a Previdência tem registrado resultados cada vez mais deficitários.

Antes de tomar a decisão de incluir ou não esse dispositivo na reforma, a expectativa é que Temer consulte os governadores, que têm enfrentado dificuldades financeiras.

O entendimento é que, se os governadores formalizarem apoio, o Planalto garante mais votos no Congresso.

O tema, no entanto, deve provocar mais reações contra a reforma, pois a eventual cobrança também atingiria quem se aposentou antes da possível aprovação dessa regra. Além disso, haveria uma queda imediata na renda de todos os aposentados.

A maioria das mudanças previstas terá impacto apenas para quem ainda não se aposentou –como as novas regras de acesso ao benefício.

O governo quer adotar idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com pelo menos 25 anos de contribuição. As novas regras devem valer para homens com menos de 50 anos de idade e mulheres com menos de 45.

Folha