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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Achado de cadaver em vazea Alegre


Na tarde de segunda-feira, 24, por volta das 16h00, foi encontrado em um terreno localizado no Sítio Barreiros, Zona Rural de Várzea Alegre, um corpo de um homem não identificado até o momento. O mesmo foi encontrado de bruços, trajando calça jeans, camisa de malha azul e de botas. Não temos informações fornecidas pela Polícia Militar, mas já contactado com o departamento e estamos aguardando maiores informações. As viaturas da Policia e Perícia Forense estiveram no local para o recolhimento do cadáver e a tomada das medidas cabíveis. Fonte Várzea News

Renan Calheiros acusa PF de ter usado 'métodos fascistas' e diz que vai ao STF


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acusou a Polícia Federal de ter se valido de "métodos fascistas" nunca adotados sequer na "ditadura" na operação que levou à prisão na sexta-feira, 21, de quatro policiais legislativos da Casa.
 
O peemedebista anunciou que a Advocacia do Senado vai entrar até esta terça-feira (25) no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação para defender as prerrogativas de atuação da Polícia Legislativa, chamou o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, de "chefete de polícia" e ainda classificou o juiz Vallisney de Souza Oliveira, responsável pela operação, de "juizeco" por decretar uma ordem contra o Senado.
 
"Tenho ódio e nojo a métodos fascistas. Como presidente do Senado cabe a mim repeli-los", disse Renan, numa rara entrevista coletiva em seu gabinete, que foi acompanhada por policiais legislativos.
 
Renan voltou a criticar o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, como fez em entrevista exclusiva ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, no dia da operação quando disse que ele havia extrapolado das suas funções quando falou sobre a ação que deteve os policiais legislativos.
 
"É lamentável que isso aconteça, um espetáculo inusitado, que nem a ditadura fez, com a participação do ministro do governo, que não tem se portado como um ministro de Estado, no máximo como um ministro circunstancial de governo, chefete de polícia", reclamou.
 
O presidente do Senado, contudo, disse que não sugeriu a demissão de Moraes ao presidente Michel Temer. Os dois conversaram após a operação ter sido deflagrada. "Não cabe ao presidente do Congresso tratar de substituição ou destituição de ministro, mas lamento que ele tenha se comportado dessa forma, falando mais do que devia, dando bom dia a cavalo", disse Renan.
 
Cargo
 
Renan esquivou-se de responder se vai manter no cargo o diretor de Polícia Legislativa da Casa, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, preso na última sexta-feira, 21, sob a acusação de liderar um suposto esquema de tentativa de embaraçar a Operação Lava Jato. O diretor estava no cargo havia 11 anos e teve contra si decretado o afastamento das funções públicas por ordem da 10ª Vara Federal de Brasília, responsável por deflagrar a operação.
 
"A decisão não é minha, é de quem o prendeu", disse Renan, sobre se Pedro Carvalho vai permanecer no cargo.
 
Questionado pela reportagem sobre o habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (com sede em Brasília) para livrar da prisão o diretor da Polícia Legislativa, Renan não deu maiores detalhes e limitou-se a dizer que a Advocacia Geral do Senado está tratando da defesa dos policiais legislativos.
 
Pedro Ricardo, mais conhecido como Pedrão, é o único dos quatro policiais que continua preso.
 
PEC do teto
 
O presidente do Senado afirmou ainda que a ação da PF não vai atrapalhar na tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria um limite para os gastos públicos.
 
"Absolutamente, temos que ter compromisso com o Brasil, já conseguimos aprovar por acordo com a oposição uma calendário para votação da PEC no primeiro e segundo turno", disse Renan.

Fonte: Diário do Nordeste

Alta da gasolina em postos 'é decepcionante', diz Presidente da Petrobras


O presidente da PetrobrasPedro Parente, afirmou nesta segunda-feira (24) que foi decepcionante que a redução do preço da gasolina anunciada pela estatal na semana passada não tenha chegado às bombas para o consumidor final.
Parente deu a declaração durante coletiva na Rio Oil & Gas, feira do setor do petróleo, no Rio.
Segundo o executivo, características de mercado do segmento foram determinantes para que a redução dos preços não chegasse na mesma proporção ao consumidor final.
Ele ressaltou, contudo, que o mercado de distribuição de combustíveis no varejo funciona com preços livres e que a Petrobras não tem ingerência sobre quanto donos de postos de combustíveis cobram pelo produto.
"Deixamos claro que existiam fatores que independem da nossa vontade para a queda dos preços. De certa forma é decepcionante. Era uma expectativa justa que tivesse acontecido, mas não há nada que possamos fazer a respeito. O preços são livres", disse.
A redução
No último dia 14, a Petrobras divulgou redução de 2,7% nos preços do diesel e de 3,2% para a gasolina.
A redução entrou em vigor para o combustível vendidos nas refinarias da estatal. Até chegar ao consumidor final, é incluso o custo de transporte e também o preço do álcool adicionado nas bombas.
Apesar do corte, os brasileiros não verificaram diferença significativa nas bombas.
Fonte: Diário do Nordeste

'Amigo' em planilha da Odebrecht era Lula, diz PF

Lula, na obra do Itaquerão, com o ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez e Emílio Odebrecht (dir.)
A Polícia Federal concluiu que o apelido "Amigo", que consta numa planilha de pagamentos de propina apreendida com funcionários da Odebrecht, faz referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

É o que afirma o despacho que indiciou o ex-ministro Antonio Palocci Filho, divulgado nesta segunda-feira (24) pelos investigadores da Operação Lava Jato.

"Há respaldo probatório e coerência investigativa em se considerar que o 'AMIGO' das planilhas faça referência a Luiz Inácio Lula da Silva", escreveu o delegado Filipe Hille Pace.

As planilhas indicam um saldo, supostamente de propinas, de R$ 15 milhões em favor do "amigo", ou Lula. Outros R$ 8 milhões teriam sido pagos a ele em 2012.

Os outros beneficiados da planilha são "Itália", que seria Palocci, segundo os investigadores, e "Pós-Itália", cuja identidade ainda não foi identificada pela PF. Segundo a Folha apurou, o apelido faria referência ao ex-ministro Guido Mantega, segundo informaram delatores da Odebrecht.

Lula diz que jamais recebeu ou solicitou propinas e afirma ser perseguido politicamente pela Lava Jato.

A conclusão sobre a identidade do "Amigo" é baseada em e-mails e mensagens de Marcelo Odebrecht, que fazem referência às alcunhas "Amigo de meu pai" e "Amigo de EO [Emílio Odebrecht]", de acordo com relatório policial.

Emílio, pai de Marcelo, era o principal interlocutor de Lula na empreiteira. Durante acordo de delação, ele afirmou, conforme revelou a Folha, que oestádio do Corinthians, construído pela Odebrecht, foi uma espécie de presente ao ex-presidente.

Pace destaca, porém, que a apuração de responsabilidade criminal de Lula não compete a ele, mas ao delegado federal Marcio Anselmo, que conduz os inquéritos contra o ex-presidente.

"Consigne-se que tais elementos probatórios já são de conhecimento do Exmo. Delegado de Polícia Federal Márcio Adriano Anselmo, responsável pelo núcleo de investigação dos crimes que, em tese, teriam sido praticados por Luiz Inácio Lula da Silva", escreve o delegado.

Folha