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sábado, 22 de outubro de 2016

Sarney, Lobão e Collor teriam sido beneficiados por ação de grupo alvo da PF

Sarney participa, ao lado de Fernando Collor de Mello, de sessão do Senado
Os senadores Fernando Collor (PTB), Edison Lobão (PMDB) e o ex-presidente José Sarney (PMDB) teriam sido beneficiados pela ação do grupo de policiais legislativos preso na manhã desta sexta-feira (21) pela Polícia Federal. Todos os três políticos são alvos de investigação no âmbito da Lava Jato.

A Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira (21) diligências no Senado na Operação Métis. Quatro policiais legislativos foram presos por suspeita de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e em outras ações da Federal.

São eles: Pedro Ricardo (diretor), Geraldo Cesar de Deus Oliveira, Everton Taborda e Antonio Tavares.

Estão sendo cumpridos nove mandados judiciais, todos em Brasília, sendo quatro de prisão temporária e cinco de busca e apreensão, um deles nas dependências da Polícia do Senado. Os mandados foram expedidos pela 10ª Vara Federal do Distrito Federal.

"Foram obtidas provas de que o grupo, liderado pelo Diretor da Polícia do Senado, tinha a finalidade de criar embaraços às ações investigativas da Polícia Federal em face de senadores e ex-senadores, utilizando-se de equipamentos de inteligência", informou a Federal em nota.

O Ministério Público Federal informou em nota nesta sexta que um policial legislativo afirmou, em delação premiada, que, em quatro ocasiões, servidores públicos - utilizando equipamentos do Senado - fizeram varreduras em imóveis particulares e funcionais ligados a três senadores e um ex-parlamentar investigados na Operação Lava Jato.

O objetivo, segundo as declarações do colaborador, era fazer a chamada contrainteligência: localizar e destruir eventuais sistemas utilizados para escutas telefônicas e ambientes.

Segundo a PF, o diretor da Polícia do Senado "ordenou a prática de atos de intimidação à Polícia Federal, no cumprimento de mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal em apartamento funcional de Senador".

Os investigados responderão por associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal que envolva organização criminosa (art. 2º, §1º, da Lei 12.850/2013). Somadas, as penas podem chegar a 14 anos e seis meses de prisão, além de multa.

O nome da operação faz referência à Deusa da proteção, com a capacidade de antever acontecimentos.

Folha Uol

Infração grave: Som alto em veículo vai gerar multa


Após o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) voltar a liberar a aplicação de multa a motoristas que dirigirem em rodovias com os faróis desligados durante o dia, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) também aprovou uma resolução que deve deixar os condutores mais atentos no trânsito. Agora, o motorista que for pego com som automotivo muito alto, que possa ser ouvido do lado de fora do veículo, será autuado. A nova regra consta na Resolução nº 624, aprovada nesta quarta-feira (19). Segundo o Contran, a infração independe do volume e da frequência do som e será considerada grave (5 pontos na carteira), com multa de R$ 127,69, valor que vai subir para R$ 195,23 no dia 1º de novembro. O Conselho destaca que os motoristas poderão ser penalizados mesmo sem a medição do volume em decibéis. Ruídos produzidos por buzinas, alarmes, sinalizadores de marcha-a-ré, sirenes pelo motor e outros componentes obrigatórios do próprio veículo, por sua vez, estão excluídos das penalidades, assim como emissões sonoras de publicidade, divulgação ou entretenimento público previamente autorizados. A regra entra em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU), ainda sem data definida. Legislação Até o momento, o artigo 228 do Código Brasileiro de Trânsito estabelecia um limite aceitável de até 80 decibéis, medido a uma distância de sete metros do veículo, e de 98 decibéis, a apenas um metro. Dessa forma, as multas dependiam de um equipamento chamado decibilímetro, certificado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Com a nova regra, o equipamento não é mais necessário. Diário do Nordeste

Lavrador morre atingido por raio após se abrigar debaixo de árvore em MG




Homem foi ao local para fazer necessidades fisiológicas, diz PM. Vítima trabalhava em lavoura de cana em Canápolis. Lavrador morre vítima de um raio.
Um trabalhador de 55 anos morreu ao ser atingido por um raio nesta quinta-feira (20) em Canápolis. De acordo com a Polícia Militar (PM), o homem era lavrador em uma usina de açúcar, álcool e biodiesel e sofreu a descarga no momento em que estava sozinho debaixo de uma árvore.
O soldado da PM, Gustavo da Silva Bernardes, atendeu a ocorrência e disse que o funcionário estava no local do acidente para fazer necessidades fisiológicas. Chovia na hora do fato e a vítima foi encontrada com muitas queimaduras. O G1 entrou em contato através de e-mail com a Usina Damfi – empresa em que o homem trabalhava, segundo a PM – e aguarda retorno. “Ele e os demais lavradores estavam na lavoura de cana trabalhando, quando começou a chover e o supervisor do serviço ordenou que os trabalhadores se recolhessem dentro de um ônibus para aguardar a tempestade passar. A vítima pediu para sair do veículo para realizar as necessidades fisiológicas, os colegas ficaram preocupados com a demora quando encontraram o homem já sem vida”, contou o policial Gustavo. Ainda de acordo com a PM, uma ambulância do Pronto Socorro Municipal foi acionada e a empresa prestou socorro à vítima. O corpo do homem foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) em Ituiutaba. A perícia técnica da Polícia Civil não foi acionada. G1