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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Homicídio em Juazeiro do Norte



Uma pessoa morreu e outra saiu lesionada por uma bala perdida às 21 horas desta terça-feira no cruzamento das ruas Violeiro José Gaspar e Coronel Nery (Pio XII) em Juazeiro do Norte. No local, tombou sem vida Francimar Leandro Ferreira, de 36 anos, o “Nego” que residia na Rua Firmino Tavares, 346 (Bairro Vila Fátima). Ele respondia por crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo e, recentemente, tinha conquistado a liberdade da cadeia pública. Segundo testemunhas, os disparos foram efetuados por uma dupla que se aproximou numa moto Honda CG 150 de cor preta. Quem estava por perto era Cícero Pereira, de 58 anos, residente na Rua Coronel Raul, 492 naquele bairro, o qual terminou atingido por uma bala perdida na nádega esquerda. Este foi socorrido pelo seu próprio filho ao Hospital Regional do Cariri. Os Sargentos Alcântara e Brandão e os Soldados Souza e T. Silva diligenciaram sem o êxito de localizar os acusados. Uma das prisões de “Nego” foi no dia 20 de maio de 2008 por agentes da Polícia Federal no bairro Salesiano. Ele estava com Marilene Francisco dos Santos, de 54, e Adriano Moura Pinheiro, de 27 anos, sendo que, em poder dela, foram apreendidos 600 gramas de cocaína, pedras de crack, balança de precisão, grande quantidade de bicarbonato de sódio e R$ 600,00 em dinheiro. Ela assumiu que vendia drogas a viciados no Cariri e a suspeita da PF era de que “Nego” e Adriano respondessem pela distribuição. Já no dia 11 de agosto de 2015, no cruzamento das ruas Antônio Almeida Magalhães e Madre Nelly Sobreira (Limoeiro), ele tentou se desfazer de uma pistola atirando-a no mato. Na época, “Nego” morava no bairro Aeroporto para onde seguia naquele momento num Fiat Strada de cor azul o qual foi perseguido por militares do Ronda do Quarteirão. Antes da abordagem, “Nego” atirou algo fora do carro e, depois, a polícia encontrou uma pistola calibre 380 municiada. Este foi o sétimo homicídio do mês de novembro em Juazeiro do Norte e o 106 do ano no município. No dia anterior, Demontier Brito de Lima, de 39 anos, o “Tier” que residia na Rua José de Alencar (Romeirão), tinha sido assassinado a golpes de faca na Avenida Ailton Gomes perto do Mercado do Pirajá por Cícero Paulo Alves da Silva, de 25 anos, residente na Rua da Paz, 679 o qual terminou preso. Fonte-miséria

Em Goiás, Pai mata filho e comete suicídio após discussão sobre ocupações de escolas e universidades


O estilo de se vestir do jovem, com roupas pretas e coturnos, também irritava o pai e era motivo de discussões em casa, de acordo com a polícia ( Foto: Reprodução TV Anhanguera )



Um engenheiro matou a tiros o filho estudante universitário, no setor Aeroporto, em Goiânia (GO), por volta de 17h30 de terça-feira (16). Após o crime, ele cometeu suicídio.

Segundo a Polícia Civil, Alexandre José da Silva Neto, 60, não aceitava a participação do filho Guilherme Silva Neto, 20, em protestos, como a ocupação da UFG (Universidade Federal de Goiás), onde o jovem cursava matemática.

O estilo de se vestir do jovem, com roupas pretas e coturnos, também irritava o pai e era motivo de discussões em casa, de acordo com a polícia. A mãe do jovem, uma delegada aposentada, costumava tentar acalmar os ânimos em casa.

Após uma discussão com o filho na tarde desta terça, o engenheiro saiu de casa para se acalmar. O universitário disse à mãe que havia desistido de participar da ocupação da universidade, mas que ia sair para o ver o movimento.

O pai ligou para casa e a mulher disse que o filho havia saído. Minutos depois, ela ouviu o barulho de tiros na rua. A Polícia Civil suspeita que o engenheiro estava esperando o filho sair para cometer o crime.

Testemunhas disseram à polícia, que o estudante tentou correr para fugir do pai, que entrou no carro e dirigiu na contramão atrás do jovem. Na esquina da rua 25-A com a avenida República do Líbano, o homem parou o veículo e disparou mais tiros contra o filho.

Após matar o filho, o homem se ajoelhou ao lado do corpo e deu um tiro na boca, de acordo com a polícia. O estudante morreu no local e o pai foi levado ao Hugo (Hospital de Urgências de Goiânia), onde morreu.

Na mochila do estudante os policiais encontraram uma máscara, uma barra de ferro e uma machadinha. Com o pai, foi apreendida uma pistola 6.5 usada no crime e dois carregadores. O caso é investigado pela DIH (Delegacia de Investigações de Homicídios).




Fonte Diário do Nordeste

Moradores realizam manifestação contra esvaziamento do Açude Orós


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Governo está secando Açude Orós para atender demanda do Baixo Jaguaribe e da Região Metropolitana da Capital. Foto de HB

Moradores e produtores rurais do município de Orós, na região Centro-Sul do Ceará, realizam a parir de 9 horas da manhã desta quarta-feira, 16, manifestação contra o esvaziamento do reservatório que passou a liberar 16 metros cúbicos por segundo para atender a demanda do Baixo Jaguaribe e da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). As águas do Orós chegam ao Açude Castanhão pelo Rio Jaguaribe.

O nível do açude cai 4cm a cada 24 horas. “Estamos preocupados porque mais uma vez estão secando o Orós. A população local e os produtores vão sofrer, enfrentar prejuízo, sem nenhuma compensação”, disse o integrante do Comitê da Bacia do Alto Jaguaribe, Paulo Landim.

Além da cidade de Orós, as águas do açude atendem demanda de criadores, agricultores no entorno da barragem, abastecimento de dezenas de localidades rurais, reabastecimento do Açude Lima Campos e da cidade de Icó, além do Baixo Jaguaribe e da demanda da RMF. “A prioridade deveria ser o uso da água para consumo humano, mas ainda estão brigando por água para irrigação e criatórios de peixe e camarão no Baixo Jaguaribe”, protestou Landim.

A operação que começou a ampliar a liberação de água do açude começou em setembro passado com 10 m3/s e agora foi ampliada para 16m3/s. De acordo com o portal hidrológico da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) o Açude Orós atualmente acumula 17,9% de sua capacidade. Até o fim do ano deve chegar a 10%, segundo estimativa da Cogerh.




Fonte Diário do Nordeste