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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Cabritos nascem com a aparência de humanos em Crateús (CE)


O nascimento de dois cabritos com anomalias genetéticas ocorrido ontem (23) na localidade de Monte Nebo, zona rural de Crateús (CE) chamou a atenção dos moradores da cidade. 

Os animais nasceram mortos e com a aparência de humanos. O fato atraiu centenas de curiosos das mais variadas partes da região. 

De acordo com especialistas, são comuns casos de anomalias em animais porque os cruzamentos acontecem com integrantes da mesma família.  

O ideal, para evitar situações como essas, seria trocar o reprodutor de tempo em tempo. Alguns populares apontam a hipótese que os filhotes são frutos do cruzamento de homens com a cabra, porém de acordo com especialista, não é possível devido a fatores de compatibilidade entre as espécies.

Fonte: Sertões de Crateús

Senado aprova projeto que aumenta pena para motoristas embriagados

Pena de reclusão do condutor passará de 2 a 4 anos para 4 a 8 anos (Foto: Reprodução)

O Senado aprovou nesta quinta-feira (24) um projeto que endurece a punição ao motorista que cometer homicídio culposo e estiver dirigindo sob efeito de álcool ou outras substâncias psicoativas. Como o texto, que tem origem na Câmara, foi alterado pelos senadores, voltará para nova análise dos deputados.

Atualmente, a pena é de dois a quatro anos de reclusão. A proposta aumenta a punição para quatro a oito anos de reclusão. De acordo com o relatório do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), aproximadamente 40 mil brasileiros morrem por ano no trânsito.

"As principais causas da violência no trânsito estão relacionadas à condução do veículo sob o efeito de álcool ou de entorpecentes e à imprudência de trafegar em velocidade acima da permitida, sendo que a impunidade contribui para que a prática de tais condutas não seja desestimulada, aumentando, a cada ano, a mortalidade no trânsito", afirma Aloysio ao defender a aprovação da proposta.

O projeto também cria o crime de lesão corporal grave culposa nos casos em que o condutor do veículo está sob efeito de álcool e outras substâncias psicoativas.

Nessa hipótese, o motorista que provocar o acidente será punido com dois a cinco anos de reclusão.




Fonte G1

Para Planalto, crise que era antes 'localizada' tornou-se 'generalizada'


Michel Temer discursa na cerimônia no Palácio do Planalto para lançamento do cartão Construcard
O envolvimento do presidente Michel Temer na turbulência política envolvendo o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, ampliou o tamanho da crise governamental enfrentada pelo Palácio do Planalto desde a semana passada.

Para auxiliares e assessores presidenciais, em conversas reservadas, um problema que antes era localizado, focado em apenas um ministro, tornou-se "generalizado", ameaça afetar diretamente a imagem pública do presidente e dá pretexto para os partidos de oposição pedirem o impeachment do peemedebista.

Nas palavras de um aliado do presidente, ele poderia ter evitado o agravamento do quadro atual caso tivesse afastado o ministro do cargo, dando um exemplo de "punição pública". Agora, contudo, o diagnóstico é que, caso o afaste, o presidente estaria "assinando um atestado de culpa".

Com a manutenção de Geddel, a estratégia adotada nesta quinta-feira (25) pelo Palácio do Planalto tem sido a de minimizar o conteúdo do depoimento do ex-ministro Marcelo Calero e desqualificar a sua imagem pública, iniciando um enfrentamento contra ele sob o argumento de que ele compreendeu errado os diálogos com membros do governo federal.

O discurso adotado é que Temer não precisaria pedir para modificar a decisão do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), uma vez que, como presidente, poderia mandar alterá-la. E que, no fim, a decisão de manter a decisão técnica foi mantida.

Calero disse em depoimento à Polícia Federal que o presidente o "enquadrou" no intuito de encontrar uma "saída" para a obra de interesse de Geddel.

O empreendimento La Vue Ladeira da Barra, embargado pelo Iphan em Salvador, está no centro da mais recente crise envolvendo o Palácio do Planalto.

Na semana passada, Calero pediu demissão após acusar Geddel de "pressioná-lo" para o que o órgão de patrimônio vinculado ao Ministério da Cultura liberasse o projeto imobiliário onde o ministro adquiriu uma unidade.

Segundo Calero, Temer encarava com normalidade a pressão de Geddel, articulador político do governo e há mais de duas décadas amigo do presidente.