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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Agente da GEOP comete suicídio após discussão com sua namorada



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O agente da GEOP, Alexandro, após discussão com sua namorada, comete suicídio na Rua 8 casa 64, por volta das 13h30min.

A viatura 024, com a guarnição: cb Walter, cb Ideneilton, sd Humberto, ao ser informado pelo Ciops de um disparo em via pública,  chegou ao local e entraram no quarto constatando a presença do corpo de Alexandro.

Os policiais militares ainda acionaram a Samu que ainda tentou reanimar a vítima, mas sem sucesso.



Briga em família: jovem mata irmão a machadadas para defender a mãe


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Uma briga em família terminou de forma trágica na cidade de Piranhas. Um jovem matou o irmão a machadadas para defender a mãe. O crime aconteceu na noite do sábado (26), no assentamento Margarida Alves, zona rural da cidade de Piranhas, no sertão de Alagoas.

A polícia não esclarece as motivações da briga, mas relatos de vizinhos apontam que o irmão mais novo, Otaviano Silvestre da Silva, de 18 anos, teria interferido na briga para defender a mãe do irmão mais velho, Adriano Silvestre da Silva, de 28 anos.

Durante a briga, Otaviano teria dado dois golpes de machado contra o irmão. Um deles acertou as costas de Adriano e o outro a cabeça. Adriano teve morte instantânea e Otaviano fugiu logo depois do crime.

A polícia foi acionada pelo pai dos envolvidos que, assim como a mãe, terá o nome preservado.

Adriano tinha passagens pelo polícia, entre elas uma por agredir a mãe. Ele também tinha passagem por assalto a um mercadinho.

Embora a mãe seja a principal testemunha do crime, nenhuma linha de investigação deve ser descartada pelo delegado Leonam Pinheiro, titular daquela distrital.


  | Via alagoas24horas

Jejum faz suas células se comerem; e isso te renova, diz Nobel de medicina



Não é dieta ou regime. Os cientistas estão pesquisando como o jejum ou o corte radical de calorias pode promover o aumento da expectativa de vida. A alimentação equilibrada e rica em nutrientes é fundamental para uma boa saúde. Porém, já é sabido que a privação de alimentos de forma controlada pode ativar mecanismos de autodefesa das células que garantem a elas maior longevidade. É isso que se traduz em benefícios para todo nosso organismo.

Tudo por causa da autofagia. Ela é um mecanismo importante de autolimpeza que existe em todas as células de nosso corpo. Os genes que regulam essa reciclagem de organelas velhas ou malformadas foram identificados por Yoshinori Ohsumi, ganhador do Nobel de medicina deste ano.

A redução da autofagia leva ao acúmulo de componentes danificados, o que está associado à morte das células e ao desenvolvimento de doenças. Assim, manter o mecanismo ativo seria uma forma de prevenir problemas futuros.

A autofagia é ativada quando a célula está em situações de estresse. Por exemplo, quando o indivíduo fuma um cigarro ou deixa de se alimentar. Para sobreviver, a célula passa a "comer" partes internas, degradando tudo o que tem de ruim. Quanto mais o mecanismo funciona maior a faxina interna.

A autofagia não fica ativa o tempo todo. Mas a restrição de nutrientes é uma forma de burlar isso"

Luciana Gomes, pesquisadora do Laboratório de Reparo de DNA da USP

"O jejum induz a autofagia, isso é sabido. Também sabemos que a autofagia induz a longevidade. A busca agora é entender a conexão entre a autofagia ativada pelo jejum e a longevidade das células", explica Soraya Smaili, professora livre-docente da Escola Paulista de Medicina. Segundo ela, a maioria dos estudos feitos até hoje foi com animais. 
Comer menos calorias também pode aumentar longevidade

Outra forma de ativar a autofagia e propiciar benefícios para o organismo é com a restrição do consumo de alimentos. Para funcionar, a redução de calorias ingeridas dever variar entre 20% e 60%, de acordo com as pesquisas. "Não é o jejum, é a diminuição prolongada de consumo de nutrientes. A autofagia é aumentada", explica Luciana Gomes. A redução ocorreria principalmente no consumo de carboidratos e proteínas.

Contudo, se a privação de nutrientes for muito longa, os efeitos passam a ser negativos. Nesse caso, a célula poderia começar a degradar componentes bons, que funcionam. O ideal seria conseguir estimular a faxina interna em tempo certo, sem excessos. Para isso, os cientistas pesquisam qual seria o tempo de jejum e o nível de redução calórica que garantiriam os efeitos benéficos sem causar prejuízos.

Smaili diz que há estudos feitos em humanos que mostram que o jejum, se bem conduzido e monitorado, traz benefícios a longo prazo. "Não é um jejum prolongado. É de 12 e no máximo 24 horas. E pode ser específico, de alguns nutrientes, como carboidratos e proteínas", afirma.

Durante o jejum, seria importante manter o consumo de água e de sais, para não provocar aumento da pressão arterial ou desidratação. Um soro pode cumprir essa função. E o jejum só poderia ser feito por pessoas saudáveis.

Fazer jejum ou reduzir alimentação, o que você prefere?

Para garantir o aumento da expectativa de vida a longo prazo, o jejum precisaria ser feito de forma periódica. "Não adianta fazer um hoje e outro no ano que vem", diz a farmacóloga da Unifesp.

Já a redução calórica precisaria ser permanente para produzir efeitos. "Como é difícil ter essa disciplina, surgiu a busca para confirmar se jejum intermitente conseguiria levar aos mesmos efeitos", complementa a biomédica da USP. 

As pesquisas existentes ainda não possuem resultados que permitam traçar uma indicação de frequência do jejum. Quanto à restrição calórica, Gomes explica que em testes com animais os melhores resultados ocorreram entre os que foram mantidos em restrição calórica desde o nascimento. O aumento da expectativa de vida chegaria, nesses casos, a 30%.

Fonte: Notícias Uol