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sábado, 26 de novembro de 2016

Churrascaria do cantor sertanejo Marrone é interditada em Goiânia


A Churrascaria Favo de Mel, que pertence ao cantor Marrone, da dupla com Bruno, foi interditada por tempo indeterminado pela Vigilância Sanitária municipal nesta sexta-feira (25), no Setor Sul, em Goiânia. Segundo o órgão, o local funcionar sem alvará sanitário desde sua inauguração, em novembro do ano passado. 

A reportagem entrou em contado com a assessoria de imprensa da dupla Bruno e Marrone e aguarda retorno.

De acordo com a chefe da Coordenação de Fiscalização da Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental, Tânia Agostinho, além da questão documental, foram recolhidos mais de 100 kg de alimentos impróprios para o consumo. Até mesmo insetos foram encontrados.

"Eram produtos como carnes, condimentos e laticínios sem procedência ou com prazo de validade expirado. Vimos até baratas vivas andando pela churrasqueira", disse.

Ela afirmou ainda que a situação estrutural do restaurante também carece de melhorias. "O local para manipulação dos alimentos é inadequado e impróprio. O esgotamento sanitário está todo aberto e as câmaras frias têm alimentos misturados. Não há circulação de ar e, principalmente, boas práticas de produção", complementa.

Os proprietários foram notificados e têm que atender todas as recomendações para reabrir as portas. Eles também foram multados, mas o valor só é calculado após abertura do processo administrativo.

Incêndio

Não é a primeira vez que o local passar por problemas. Há quase um ano, o estabelecimento foi atingido por um incêndio. A ocorrência aconteceu no dia 1º de dezembro de 2015. Na ocasião, um sócio de Marrone, disse que o fogo teria começado depois de um curto circuito no ar condicionado.

Os próprios funcionários apagaram o fogo. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. Não havia clientes na churrascaria. O artista também não estava presente.

O problema ocorreu 20 dias depois da inauguração do local, no dia 11 de novembro. Na mesma data, o artista fez uma grande festa para comemorar seus 50 anos de vida.

Fonte: G1

Renda do trabalhador brasileiro cai pela primeira vez desde 2004


A renda real - corrigida pela inflação - dos trabalhadores brasileiros caiu 5% em 2015 na comparação com 2014 e foi a primeira redução em 11 anos, revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada nesta sexta-feira, 25, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O rendimento de todos os trabalhos passou de R$ 1.950 para R$ 1.853. Já o de todas as fontes, que inclui aposentadorias, recebimento de aluguéis, juros e benefícios sociais, entre outros, passou de R$ 1.845 para R$ 1.746 (-5,4%). O rendimento domiciliar foi de R$ 3.443 para R$ 3.186 (-7,5%).

Todas as categorias do emprego acusaram redução no rendimento médio mensal real do trabalho principal, com destaque para os trabalhadores domésticos com carteira assinada (-3,1%). A coordenadora da pesquisa do IBGE, Maria Lúcia Vieira, explicou que a queda está diretamente relacionada com a diminuição da população ocupada no país no ano passado.

“Foi um período em que a desocupação aumentou muito, cerca de 38%, e atingiu principalmente as pessoas ocupadas na indústria, na região Sudeste, e com carteira assinada, que têm rendimentos maiores que os sem carteira e os que trabalham por conta própria. A ocupação caiu justamente nos setores onde os rendimentos eram maiores”, disse ela.

Todas as grandes regiões apresentaram redução do rendimento médio mensal real de todos os trabalhos: 7,2% no Norte (de R$ 1,565 para R$ 1.453); 5,6% no Nordeste (de R$ 1.295 para R$ 1.223), 5,4% no Sudeste (de R$ 2.239 para R$ 2.117); 3,3% na região Sul (de R$ 2.149 para R$ 2.079) e 3,5% e Centro-Oeste (de R$ 2.284 para R$ 2.203).

O índice de Gini, que mede a concentração de renda e desigualdade, também sofreu redução, mas segundo Maria Lúcia, isso decorre da crise econômica do país e não da melhora na distribuição de renda. “As quedas do rendimento se deram muito mais nos 50% da população que ganham mais do que nos 50% que ganham menos e isso fez com o que o Gini caísse”, afirmou. “A concentração diminuiu porque piorou mais para quem estava melhor em vez de melhorar para quem estava pior”.

Para esse indicador, quanto mais próximo de zero menor a desigualdade, sendo o número um desigualdade máxima. O índice da distribuição do rendimento do trabalho caiu de 0,490 em 2014 para 0,485 em 2015, seguindo trajetória decrescente da série desde 2004 (0,545).

Houve queda também no índice de distribuição do rendimento médio mensal real dos domicílios particulares permanentes (0,494, em 2014, para 0,493 em 2015) e do rendimento médio mensal de todas as fontes (de 0,497 em 2014 para 0,491, em 2015).

Nordeste tem o maior nível de desigualdade

A região Nordeste apresentou o maior nível de desigualdade na distribuição desse rendimento (0,498), enquanto a Sul, o menor (0,441). Em termos de variação no período, o Sudeste registrou a maior redução do Índice de Gini de 2014 para 2015, seguida pela região Centro-Oeste.

Os 10% da população ocupada com os menores rendimentos recebiam 3,5% do valor obtido pelos 10% da população ocupada com os rendimentos mais elevados. Em 2014, essa relação era de 3,6%.

O grupo dos 10% de rendimentos mais elevados concentrou quase 40% do total de rendimentos do trabalho, registrando em média R$ 7,4 mil, valor 5,9% menor do que o de 2014. O grupo pertencente à classe dos 10% de menor rendimento mensal de todos os trabalhos recebeu 1,4% do total de rendimento.

Em 2015, 44,7% dos domicílios particulares brasileiros que declararam ter algum tipo de rendimento contavam com até 1 salário mínimo (R$ 788) por morador no domicílio dos 68,2 milhões de domicílios que declararam possuir rendimentos.
 
Fonte: Agência Brasil 

PSOL anuncia que vai protocolar pedido de impeachment de Michel Temer no dia 28

Temer

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados se antecipou ao PT e anunciou nesta sexta-feira, 25, que protocolará na segunda-feira (28) um pedido de impeachment do presidente Michel Temer. "Agora sim estamos diante de um crime de responsabilidade", afirmou o líder do partido Ivan Valente (SP), em nota divulgada pela assessoria de imprensa.

Para o processo ser aberto, o pedido precisa ser acolhido pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), aliado do governo.

O partido vai se basear nas denúncias do ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, feitas em depoimento à Polícia Federal de que Temer interveio em favor dos interesses pessoais do ministro demissionário da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima. Segundo Calero, Temer pediu para que ele resolvesse o impasse na liberação do empreendimento imobiliário em Salvador (BA), onde Geddel comprou um apartamento.

O primeiro partido a defender a apresentação do impeachment de Temer foi o PT. Na quinta-feira, 24, o líder da sigla na Câmara, deputado Afonso Florence (BA), disse que as bancadas na Câmara e no Senado continuarão atuando para apurar o caso, "que agora ficou muito mais grave, com o envolvimento de Temer nas denúncias".

"Identificado o crime de responsabilidade, o caminho é a abertura de um processo de impeachment de Temer. O governo Temer derrete", disse o líder em nota.

Estadão