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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Mãe e filho são presos por incesto após transar, nos EUA


Melissa Kitchens Foto: Reprodução / Facebook
Shaun Thomas Pfeiffer Foto: Reprodução / Facebook
Extra

Uma americana e o filho foram presos após terem relações sexuais, em Asheville, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Melissa Kitchens, de 44 anos, e Shaun Thomas Pfeiffer, de 25, são acusado de incesto, prática considerada criminosa no estado em que moram. Segundo a polícia local, o contato sexual entre os dois aconteceu no mês de agosto. As informações são do jornal "Daily Mail".
As autoridades não divulgaram como ficaram sabendo sobre a relação sexual entre mãe e filho. A mulher foi presa no último dia 7 e o rapaz no dia seguinte. Pfeiffer, que mora com a mulher, a mãe e um filho pequeno, também enfreta acusações de indecência com uma criança. Mas detalhes da suspeita também não foram divulgados.

Ambos seguem presos em uma penitenciária da região, mas podem pagar fiança para responder pelas acusações em liberdade. Os valores ultrapassam os R$ 95 mil para ambos. Até o fim do mês, eles devem ser apresentados ao juiz que irá cuidar do caso.
Na Carolina do Norte, o crime de incesto prevê prisão de 10 meses a 3 anos e meio.

Extra

Peritos e legistas paralisam atividades. Cadáveres podem se acumular nas ruas e na Pefoce

necrotério 1
Dezenas de cadáveres passam por necropsia na Comel (IML) todos os dias 
Perito criminal
A Perícia é fundamental para esclarecer crimes e obrigatória no processo
Os  peritos legistas que atuam na Coordenadoria de Medicina Legal (Comel), órgão pertencente à Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), antigo Instituto Médico Legal (IML), decidiram paralisar as atividades na manhã desta terça-feira (13),. Com isto, os exames de necropsia nos corpos das vítimas da violência – homicídios, latrocínios, suicídios, acidentes de trânsito e de trabalho, afogamentos, envenenamento, quedas etc -  estão suspensos até a categoria retornar ao trabalho,o que deverá gerar graves conseqüências no órgão.
A paralisação dá continuidade à “Operação Perícia Legal”, movimento que a categoria deflagrou no último dia 8 (terça-feira passada) com o intuito de protestar diante da ausência de diálogo do governo do Estado com a classe e o não atendimento às suas reivindicações.
Antes, os peritos já haviam decidido que só realizarão perícias em locais de crimes, caso ali esteja presente uma autoridade policial, no caso, um delegado de Polícia, conforme determina o Código de Processo Penal (CPP). Além disso, os profissionais só irão se deslocar para tais locais caso as viaturas do órgão estejam legalmente documentadas e com todos os itens de segurança exigido para veículos de emergência.
Lei exige
Também ficou decidido que nenhum perito sairá às ruas caso não tenha sua devida identidade profissional. O CPP exige a devida identificação funcional do especialista em locais de crimes e durante a realização dos procedimentos técnicos de investigação. A última turma de peritos que foi nomeada pelo Governo do Estado ainda não recebeu suas credenciais.
Todas as regras estão contidas numa cartilha elaborada pela Associação de Criminalística do Ceará (Acecrim) para serem cumpridas pela categoria durante a “Operação Perícia Legal”. A categoria reúne médicos peritos legistas, peritos legistas, peritos criminais e peritos adjuntos.
Os profissionais de perícia exigem reposição salarial anual, melhores condições de trabalho, pagamento das gratificações prometidas pela redução de índices criminais, além de outras demandas que atingem diretamente o trabalho dos especialistas. ///.blogdofernandoribeiro.com.br