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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Lula é comandante máximo do petrolão, diz Ministério Público


De acordo com procurador, a propina paga ao petista somou 3,7 milhões de reais.
O procurador da República e coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba Deltan Dallangol classificou nesta quarta-feira o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “comandante máximo” do esquema criminoso descoberto pela operação – o maior já descoberto na história do país, ressaltou.

De acordo com o procurador, o núcleo político estava acima de todos os outros no esquema operado na Petrobras. E Lula era o grande general. “No centro deste núcleo está o senhor Lula”, afirmou. “Sem o poder de decisão de Lula esse esquema seria impossível”, afirmou.

Lula foi denunciado hoje pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá. De acordo com o MP, a propina paga ao petista somou 3,7 milhões de reais. Os crimes que integram a denúncia desta quarta – e que foram chefiados por Lula – somam 87,6 milhões de reais. “O PT e, particularmente Lula, eram os principais beneficiários de esquemas criminosos de macrocorrupção no Brasil”, afirmou o procurador. “Na corrupção envolvendo o ex-presidente Lula e José Dirceu existia um sistema de caixa geral. Isso significa que não precisava ser acertado em cada obra um valor de propina certa. A propina era regra na Petrobras, não precisavam ser ajustadas. Lula, Dirceu e Vaccari podiam sacar valores desse sistema geral”, prosseguiu.

Ressaltou Dallangnol: “Não se trata mais do petrolão. Estamos falando de propinocracia, ou governo regido pela propina”. Ainda segundo ele, o objetivo do esquema criminoso era a perpetuação do Partido dos Trabalhadores no poder de modo criminoso – o mesmo, aliás, por trás do mensalão, afirmou. “Mensalão e petrolão são duas faces da mesma moeda”, diz o procurador.

Justamente dado o tamanho do esquema criminoso desvendado pela Lava Jato, ele não ficou restrito à Petrobras, segundo o Ministério Público Federal. Espalhou-se por Eletrobras, Ministério do Planejamento, Ministério da Saúde e Caixa Econômica Federal. Segundo o procurador, o esquema só se tornou possível porque era operado por alguém com o comando do partido e da máquina do governo. “Lula era o elo comum e necessário entre o esquema partidário e de governo”. Já o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado na Lava Jato, era o braço direito do ex-presidente. Ele ainda salientou que Lula não pode mais afirmar que não sabia de nada. “O petrolão, depois do mensalão, deixa claro que o comandante do esquema não era José Dirceu e sim alguém que estava acima de Jose Dirceu. Só havia possibilidade de o comandante estar acima, e aí estava o verdadeiro maestro dessa orquestra criminosa”, afirmou Dallangnol, em referência a Lula.

Como VEJA revelou, foi o ex-presidente quem convenceu a OAS a assumir as obras deixadas para trás pela Bancoop no Guarujá, cooperativa que foi à bancarrota após desviar o dinheiro de milhares de associados para os cofres do PT. Pedido de Lula, sabe-se agora, era ordem, e a OAS topou. Um dos projetos assumidos pela empreiteira foi justamente o do Edifício Solaris, no Guarujá, onde o ex-presidente teria uma unidade.

A OAS não só evitou o prejuízo a Lula, tirando o projeto do prédio do papel, como aproveitou a oportunidade para afagar o petista. Reservou para ele um tríplex, na cobertura do edifício – e cuidou para que, a exemplo do sítio, o apartamento ficasse ao gosto da família. A empreiteira investiu quase 800.000 reais apenas numa reforma, que deixou o imóvel com um elevador privativo e equipamentos de lazer de primeiríssima qualidade. Sem constrangimento, Lula e a ex-primeira-dama Marisa visitaram as obras na companhia de Léo Pinheiro, o ex-­presidente da OAS. Tudo estava ajustado para que a família logo começasse a desfrutar o apartamento. Mas veio a Lava Jato e os planos mudaram. Lula, então, passou a dizer que tinha apenas uma opção de compra do apartamento – e que desistira do negócio. O argumento não convenceu a polícia. “Em se tratando de lavagem de dinheiro, não teremos aqui provas cabais de que Lula é efetivo proprietário do apartamento, pois exatamente o fato de ele não figurar como proprietário é uma forma de dissimular a verdadeira propriedade”, explicou o procurador Roberson Pozzobon. “Eles (Lula e Marisa) simplesmente pararam os pagamentos (de um apartamento mais simples no Solaris) quando a OAS ficou responsável pela obra. Foi nesse momento, mediante ajustes com Léo Pinheiro e executivos da OAS, que eles recebem a cobertura em pagamento de propinas”, continuou.

"Não se trata mais do petrolão. Estamos falando de propinocracia, ou governo regido pela propina
Deltan Dallangnol, procurador."

Segundo Dallangnol, Lula agiu para barrar a Lava Jato. Ele salientou que a postura do ex-presidente diante das investigações do petrolão e do mensalão foi de desqualificação e obstrução, “como aquele que foge da cena do crime após matar a vítima e busca depois calar testemunhas”. Ele citou delações premiadas de Pedro Corrêa, Delcídio do Amaral e Fernando Baiano, classificadas pelo procurador como peças de um quebra-cabeça “que aponta para o centro, que Lula era o comandante do petrolão e do que denominamos de propinocracia”.

Fonte: Veja.Abril

Lava Jato: MPF denuncia Lula, Marisa Letícia e mais seis pessoas


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi denunciado à Justiça pela primeira vez no âmbito da Operação Lava Jato. O anúncio foi feito hoje (14) pela força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) responsável pela operação. A denúncia também inclui a esposa de Lula, Marisa Letícia da Silva, e outras seis pessoas.

Os detalhes da denúncia ainda não foram divulgados. Eles serão apresentados em uma entrevista coletiva com integrantes da força-tarefa, prevista para 15h.

Os procuradores afirmam que o ex-presidente recebeu vantagens indevidas referentes à reforma de um triplex em Guarujá (SP) feita pela empreiteira OAS. Segundo o MPF, a reforma foi oferecida a ele como compensação por ações do ex-presidente no esquema de corrupção da Petrobras.

A denúncia também inclui os nomes do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Os outros quatro denunciados são pessoas ligadas à empreiteira Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Valente Gordilho, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira.

O MPF investiga ainda se as obras realizadas pela Odebrecht em um sítio frequentado pela família de Lula em Atibaia (SP) também consistem em vantagens indevidas recebidas pelo petista. No entanto, nenhum representante dessa empreiteira foi incluído na denúncia apresentada hoje.

Daniel Isaia – Correspondente da Agência Brasil 
Edição: Denise Griesinger

50% dos habitantes do planeta terão miopia até 2050



Doença deverá atingir 4,75 bilhões de pessoas em todo o mundo.
Cerca de 4,75 bilhões de pessoas deverão desenvolver miopia até o ano 2050, ou seja, aproximadamente 50% da população do planeta terá a doença nas próximas três décadas.

Os dados são alarmantes e foram consolidados a partir da avaliação feita por um grupo internacional de cientistas de 145 estudos realizados com 2,1 milhões de participantes desde 1995 em todo o mundo e divulgados pela Associação Americana de Oftalmologia (AAO).

Segundo a análise, no ano 2000 estimava-se que o mundo inteiro tinha 1,4 bilhão de míopes, ou seja, 22,9% da população. Já o número de hipermíopes, ou seja, pessoas que tem miopia elevada, deverá subir de 163 milhões em 2000 para, pelo menos, 938 milhões em 2050.

A DOENÇA - A miopia é um defeito visual em que o olho míope tem a imagem projetada antes da retina, ao invés de sobre ela. O problema pode ter origem porque o globo ocular é mais alongado ou o cristalino tem uma distância focal curta.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO - O acompanhamento da miopia é essencial para controlar seu desenvolvimento. "Na criança, a doença pode estar presente quando ela aproxima-se demais dos objetos para vê-los ou aperta os olhos para enxergar à distância, por exemplo", explica o médico oftalmologista da Clínica Oftalmed, especialista em córnea e cirurgia refrativa, Murilo Foroni.

Por isso, é preciso visitar o oftalmologista pelo menos uma vez ao ano. O profissional realizará exames de acuidade visual, refração e exames complementares para indicar o tratamento mais adequado da doença.

"Usar óculos ou lentes de contato são as formas de tratamento mais habituais. Entretanto, em alguns casos a cirurgia refrativa ou implante de lentes intra-oculares também podem ser recomendados", afirma Murilo.

OFTALMED – Com 23 anos de tradição no Distrito Federal, a Clínica OFTALMED possui unidades na Asa Sul, Taguatinga e Águas Claras e realiza mais de 14 mil atendimentos mensais, entre consultas e exames clínicos. Uma nova unidade na Asa Norte será inaugurada ainda este ano. Além do atendimento clínico geral, a OFTALMED oferece atendimento especializado em catarata, refrativa, retina, glaucoma e cirurgia plástica.

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