Atenção: as imagens contidas no blog são de domínio público e/ou retiradas do Google. Se você, por algum motivo, sentir-se ofendido ou agredido com alguma imagem ou texto postados neste blog, entre em contato e a mesma, se este for o caso, será retirada. Caso a imagem seja sua, avise-me para que eu lhe credite a autoria.CONTATO cratonoticia@gmail.com/WHATSAPP [88] 9 9788 5932

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Pai e filho são alvejados à bala no Bairro Seminário em Crato. Uma das vítimas sofreu 09 tiros.


Pai e filho sao alvejados a bala no Bairro Seminario em Crato. Uma das vítimas sofreu 09 tiros. FT Jota Lopes
Um duplo crime de lesão corporal por disparos de arma de fogo pelo registrado pela polícia do Crato, no final da tarde desta quarta-feira (21), no bairro Seminário. O aposentado José Valdir Felipe, 65 anos de idade e seu filho, Francinilton Gomes de Sousa, de 38 foram surpreendidos a tiros por volta das 17h40min, na casa onde moram na Avenida Lavras da Mangabeira, 111. O crime, segundo testemunhas, teve a autoria de um homem desconhecido que tinha cobertura de outros dois também não identificados que após o cometimento da ação criminosa empreenderam fuga seguindo destino ignorado.
O filho sofreu nove tiros, dois no abdômen, dois na perna esquerda, dois na perna direita, dois na mão direita, e um no braço direito; Já o pai saiu lesionado na região da cabeça, porém de maneira superficial e sem correr risco de vida. Os dois foram socorridos ao Hospital São Francisco de Assis em Crato, em seguida transferidos para o Hospital Regional do Cariri em Juazeiro do Norte.
As vítimas ao serem indagadas sobre a autoria do delito, não souberam informar, apenas testemunhas relataram que um homem de aproximadamente 1,70m, de cor branca e magro efetuou os disparos e em seguida fugiu a pé, tendo a cobertura de dois indivíduos ocupantes de uma moto grande de cor e placa não identificadas que fugiram em direção desconhecida.
O efetivo do polícia militar cratense realizou diligências com o intuito de localizar, identificar e prender os autores, mas até o presente fechamento dessa matéria não havia obtido êxito. A CIOPS Crato em seu boletim enviado a imprensa, não informou se as vítimas possuem ou não antecedentes criminais.
Foto: Agência Caririceara.com
Por: Jota Lopes /Agência Caririceara.com

Sósia de Bruna Marquezine, musa fitness Michelle Lewin faz sucesso nas redes sociais

sosia-bruna-marquezinesosiabruna1
Extra Online / Foto: reprodução/instagram
Não, caro leitor, Bruna Marquezine não ficou turbinada da noite para o dia. A moça nas fotos  sósia da atriz é Michelle Lewin, a musa fitness do momento. A venezuelana, de 30 anos (portanto nove a mais que a atriz), é um fenômeno no Instagram e chama atenção pelos músculos em completa harmonia com suas curvas.
Fisiculturista, a modelo é seguida por quase 9 milhões de pessoas. E muitas delas a comparam a Marquezine, que tem o dobro de fãs na rede social. Mas enquanto Bruna tem mais de 1,70m, Michelle é do tipo mignon, com 1,62m de altura. A silhueta da musa, no entanto, é mais enxuta que a de Marquezine. Michelle tem 54kg e a atriz pesa 59kg. E o bumbum… Bom, o da sósia é mais imponente.
sosiabruna1Torcedora do Barcelona, Michelle poderia representar uma “ameaça” a Marquezine? Que nada! A moça é fã de Cristiano Ronaldo. Neymar não está na sua lista de preferências. Casada há cinco anos com um personal trainer sueco, a morena mora hoje em Miami, onde se tornou uma celebridade e alvo de muitos paparazzi.
sosiabrunaMichelle Lewin, no entanto, nem sempre foi esse exemplo de gostosura e de abdômen em gomos. A modelo tinha até uma barriguinha positiva. Começou a malhar e não parou mais até acatar a sugestão de um amigo e competir como atleta de fisiculturismo. Ao mesmo tempo, ela não perdeu as campanhas de moda e capas de revistas. Conhecida como “La Cuerpa”, a moça é fonte de inspiração para as mulheres que querem mudar e moldar seus corpos.

Decisão judicial nos EUA pode ter repercussão no ´gatonet´ do Brasil


Decisão judicial nos EUA pode ter repercussão no ´gatonet´ do Brasil (Foto: Reprodução)


Num caso de pirataria com repercussão no Brasil, a Justiça americana condenou a empresa chinesa de tecnologia Gotech a pagar uma indenização de US$ 101 milhões à empresa de TV digital Nagra, do grupo suíço Kudelski.

A decisão foi tomada no último dia 9, em julgamento à revelia, e marca uma "virada decisiva na luta contra a pirataria, particularmente na América Latina, onde as marcas da Gotech são amplamente utilizadas", diz Pascal Métral, vice-presidente de assuntos jurídicos da Nagra.

Ele afirma que a empresa chinesa "está presente no Brasil por meio de muitas marcas populares de FTA [receptores ´free-to-air´, que capturam e decodificam os sinais audiovisuais de TV paga], como Azamerica, Globalsat, Nazabox e FREEi".

A condenação foi por desenvolver e fabricar tecnologias que contornam a propriedade intelectual. O valor da indenização, segundo a Nagra, se refere a meio milhão de infrações individuais, por usuários de "dispositivos e serviços piratas" da Gotech.

A identificação das atividades da empresa chinesa foi feita pela Kudelski Segurança, também do grupo da Nagra. Elas foram rastreadas a partir das instalações da Kudelski na Suíça e no Brasil.

No total, globalmente, a estimativa é que três milhões de usuários estejam conectados aos servidores da Gotech. O esquema afeta "provavelmente", segundo a Nagra, todas as operadoras de TV paga no mundo.

Na análise forense realizada, diz Métral, foi possível identificar "nada menos que 900 mil usuários-fim de pirataria no Brasil". Ele afirma porém que "não há procedimentos judiciais até o momento" no país.

O executivo da Nagra acredita que a decisão judicial "é uma mensagem forte para as organizações piratas", não só da China. "Elas precisam saber que, se operarem pirataria globalmente, como é o caso da Gotech, não existe porto seguro para elas."

Acrescenta que, seguindo a instrução judicial nos Estados Unidos, enviará "notificações a terceiros, no Brasil, para que parem de apoiar as operações da Gotech".

A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) estima que o acesso pirata (também chamado de "gatonet") alcance, no país, o equivalente a cerca de 20% do total de usuários de TV paga. Em julho, segundo a Anatel, a base de assinantes no Brasil estava em 18,9 milhões.

Fonte: Folha de S. Paulo