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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A Polícia Militar do Estado do Ceará vai ganhar o reforço de 40 novas viaturas


A Polícia Militar do Estado do Ceará vai ganhar o reforço de 40 novas viaturas, a partir desta quarta-feira (14). O governador Camilo Santana entrega as unidades ao comando da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e da PMCE, a partir das 9 horas, em solenidade no Palácio da Abolição._
_Os veículos, modelo Chevrolet Trailblazer, somam R$ 6 milhões de investimento do Governo do Ceará. As unidades reforçam as ações do Batalhão de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio), do Batalhão de Divisas, do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur) e do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque). Vinte e seis veículos são exclusivos para as ações no Interior, sete para ação em Fortaleza e outros sete para o litoral da Capital e da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF)
Entrega de 40 novas viaturas para segurança

Procurador de Justiça "recomenda" PM sem armas nas manifestações e a prisão baderneiros somente "após" os atos ilícitos

Baderneiros 3
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Ataques de baderneiros nas manifestações políticas viraram desafio para a Polícia em todo o País
Baderneiros 3
PMs usam técnicas de controle de distúrbios civis para conter a massa de vândalos nas ruas
Plácido Rios
Rios diz que MP quer evitar "excessos na utilização da força e o emprego inadequado de armas"
Em postagem publicada, ontem (12) no site da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), o titular daquele órgão, procurador-geral Plácido Barroso Rios, emitiu um documento intitulado de “Recomendação” em que tenta regular o trabalho da Polícia Militar durante as manifestações políticas em Fortaleza.
Para o procurador, tal recomendação tem como objetivo, “orientar os órgãos de segurança e de trânsito do Estado sobre excessos na utilização da força e emprego inadequado de armas”. Em um dos trechos do tal “documento”, Rios chega a sugerir que a tropa “evite o uso de qualquer espécie de armamento (não letal ou letal) e que os militares façam perseguições especificamente para a prisão dos indivíduos já visualizados como praticantes de ilícitos”.
Em outro trecho, vai mais além quando afirma que, “A atuação (da tropa) deve incidir tão somente em relação ao indivíduo (s) que estiver (em) cometendo o ilícito, e jamais antes de ser provocada”
Nas redes sociais, a notícia logo provocou uma avalanche de críticas. A reação foi imediata e, na interpretação do público, o procurador quis dizer que a PM só deve agir depois que os baderneiros infiltrados nas manifestações praticarem os tais  os “atos ilícitos” e não antes, ou ainda, intervir  somente depois do estrago feito.
Veja alguns trechos do documento do procurador-geral:
“A atuação (da PM) deve incidir tão somente em relação aos indivíduos que estiverem cometendo ilícito e jamais agindo antes”.
“Havendo a necessidade de atuação repressiva da Polícia Militar, que sejam observados os meios adequados de contenção, evitando-se o uso de qualquer espécie de armamento (não letal ou letal), salvo em caso de necessidade “inafastável” (?)”
“Especificamente, quanto à munição de borracha, que seja orientada a tropa especificamente, para, em hipótese alguma, dirigir disparos acima da linha da cintura das pessoas visadas
”Que seja a tropa orientada previamente com a leitura desta recomendação, inclusive quanto à possibilidade de responsabilização administrativa e penal”////.blogdofernandoribeiro.com.br

Cerca de 300 barracos foram destruídos em incêndio em SP


O Corpo de Bombeiros fazia o trabalho de rescaldo na Ocupação Esperança, em Osasco, na Grande São Paulo, na manhã desta quarta-feira (14) após um incêndio destruir cerca de 300 barracos nesta terça-feira (13).

O incêndio começou por volta das 17h30 se espalhou rapidamente e foi controlado na madrugada desta quarta.

Às 7h desta quarta, ainda havia focos de incêndio no local e algumas brasas, que eram monitoradas pelos bombeiros. Ninguém ficou ferido e até o horário não havia informações do que teria causado o incêndio.

Nesta manhã, os moradores constatavam as proporções da destruição e tentavam recuperar eletrodomésticos e pertences pessoais apesar da destruição.

Na ocupação, localizada na Estrada da Alpina, no bairro Industrial, próximo a Rodovia Anhanguera, cerca de 500 famílias viviam no terreno há pelo menos três anos.

O terreno é particular, e os moradores da ocupação vivem uma disputa judicial para continuar no local, com o intermédio da Prefeitura do município. O governo municipal havia sinalizado interesse em ajudar a comunidade.

Mesmo após o incêndio, os moradores preferiram improvisar camas em um campo de futebol junto ao terreno, ao invés de ocupar o ginásio esportivo cedido provisoriamente pela Prefeitura.

Fonte: G1