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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Com 2,37 m, homem mais alto do Brasil tem chinelo tamanho 60


Ninão é considerado o maior homem do Brasil com 2,37 m (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Dona Irene, do Programa Keké isso na TV, da Jangadeiro/SBT, foi até a cidade de Assunção para conhecer Joéllison Fernandes da Silva, também conhecido como Ninão, o homem mais alto do Brasil.

Ele, que tem 2,37 m de altura, 200 kg e uma chinela do tamanho 60, conta como é sua rotina e as dificuldades que encontra no dia a dia. “Todas as minhas roupas têm que ser feitas sob encomenda”.

Ninão tem que tomar uma injeção de R$ 9 mil uma vez ao mês para controlar o crescimento. Para isso, a família faz um apelo e pede contribuições.

Veja todos os detalhes no vídeo do Keké isso na TV, da TV Jangadeiro/SBT:
  
  


Fonte Tribuna do Ceará

Senado aprova texto-base da reforma trabalhista; acompanhe


Aprovada pelo Senado a reforma trabalhista O projeto de reforma trabalhista foi aprovado pela maioria dos senadores: foram 50 votos a favor, 26 contra e 1 abstenção. A partir de agora serão votados os destaques .

Por volta de 19h, Eunício reabriu sessão e encaminhou votação da reforma trabalhista. 


O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), havia suspendido a sessão extraordinária da Casa que vota a reforma trabalhista. A suspensão ocorreu após senadoras da oposição "ocuparem" a Mesa Diretora em protesto contra a medida. Em meio à confusão, luzes do prédio foram cortadas.
 
A assessoria da presidência do Senado, no entanto, não confirma de onde surgiu a ordem para desligar a iluminação do plenário. Após o tumulto, Eunício convocou reunião de líderes partidários na direção da Casa.

Após solução do impasse, expectativa é de que ocorra votação aberta e nominal da reforma. Enviada pelo governo ao Congresso Nacional no ano passado, o texto muda mais de 100 trechos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O texto foi aprovado pela Câmara em abril e, se for aprovado pelo Senado sem mudanças, seguirá para a sanção do presidente Michel Temer (PMDB). Entre as medidas incluídas, estão uma série de medidas que simplificam regras de contratação e demissão, ampliando participação da negociação direta entre patrões e empregados nos contratos de trabalho.

Uma das primeiras a falar na sessão, Fátima Bezerra (PT-RN) criticou mudanças propostas. "É um governo moribundo, que está vivendo seus últimos suspiros, passando uma legislação que vai levar o Brasil de volta para a República Velha, para a escravidão", diz.

Protestos

Do lado de fora do Senado, manifestantes da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) protestam contra as mudanças previstas na legislação. Em evento nesta terça, o presidente Michel Temer disse que a reforma é desafio necessário que ficou parado "por décadas".



Fonte O Povo