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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Controladoria instaura sindicância para punir PMs que foram desacatados por secretário de estado e sua filha no primeiro turno das eleições


nARA aRRUDA
Na porta da PF e diante do pai, Nara Arruda provoca os PMs levantando a roupa
O Diário Oficial do Estado do Ceará (DOE), edição desta quarta-feira (14), publicou ato da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos da Segurança Pública e do Sistema Penitenciário  (CGD) que, através da portaria número 1166/2016, determina a instauração de uma sindicância disciplinar contra quatro policiais militares que foram agredidos e desacatados durante uma ocorrência de “boca de urna” no primeiro turno das eleições, em Fortaleza, no dia 2 de outubro.
O fato aconteceu quando uma patrulha da PM foi acionada, via computador de bordo (TMD), pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) para ir até a sede do Instituto Federal de Educação, Ciência, Tecnologia  do Ceará (IFCE), situada na Avenida 13 de Maio, no bairro Benfica, verificar a denúncia de que um grupo de pessoas estariam ali fazendo “boca de urna” (compra de votos) em favor do candidato à reeleição pela Prefeitura de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT).
Ao chegar no local, os PMs passaram a verificar a veracidade da denúncia e, ao tentar abordar uma jovem suspeita, que estaria com material de propagada em sua bolsa, esta se recusou a entregá-la e passou a desacatar os militares. A confusão se estendeu e se agravou quando o pai da jovem apareceu de repente no local e tentou impedir que a filha fosse detida para ser encaminhada à Polícia Federal. Tratava-se do atual secretário estadual e ex-senador Inácio Arruda, que acabou também recebendo voz de prisão e resistiu, além de também desacatar a patrulha, conforme vídeos que foram publicados amplamente nas redes sociais.
Na confusão, pai e filha (Nara Arruda) foram conduzidos à sede da PF. Na tentativa de instigar os policiais, a filha do secretário chegou a levantar a roupa para exibir as partes íntimas, numa atitude de desacato. Fotos desta cena também caíram nas redes sociais. Na averiguação feita pela PF  onde ficou comprovado que a jovem estava realmente realizando a “boca de urna” como havia sido denunciado à Ciops. Contra ela foi lavrado um procedimento policial com base na Lei Eleitoral.
Sindicância
Na nota publicada no DOE desta quarta-feira, o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Militar, Paulo George Girão da Silva, como sindicante, determinou a abertura da sindicância contra os quatro policiais militares que atenderam à ocorrência. O oficial ressalta que “a conduta (dos PMs), em tese, viola os valores e deveres dos militares estaduais, bem como, pode configurar transgressões disciplinares”.  Os quatro PMs que agora estão sob investigação e poderão ser punidos pela Controladoria são: subtenente PM Wladimir Gomes Bezerra, sargento PM Josiel Lopes dos Santos, soldado PM João Alves de Souza Neto, e soldado PM Antônio Halyjones da Silva Nascimento. ///FONTE:/blogdofernandoribeiro.com.br

Sem saber dirigir, bandido rouba carro automático, bate e morre em acidente


Um homem morreu na noite desta quarta-feira (14) após roubar um veículo e se envolver em um acidente no bairro de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. O carro era automático e foi tomado da vítima na porta de uma igreja evangélica.
O suspeito, identificado como Adriano Santana da Silva, 20 anos, não sabia dirigir e, ao invés de arrancar com o carro para frente, deu marcha ré. O carro subiu a calçada e atingiu a pilastra de um armazém de construção.
Com o impacto, Adriano Santana quebrou o pescoço e morreu no local. O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciou a investigação. De acordo com testemunhas, a vítima, uma mulher que não teve a identidade revelada, foi abordada por dois homens. O segundo suspeito não foi identificado.
Fonte: TV Jornal

Lula permitiu desvio de ‘bilhões de reais’ para PT e base aliada, diz Procuradoria


Procuradoria da República, no Paraná, afirma em nova denúncia que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva capitaneou um "estrondoso esquema criminoso". Para o Ministério Público Federal (MPF), o petista "foi o maior responsável pela consolidação, desenvolvimento e operação do grande esquema de corrupção revelado na Operação Lava Jato, tendo sobre ele domínio de realização e interrupção".
"Lula capitaneou e se beneficiou desse grande e poderoso esquema criminoso. Beneficiou-se de forma econômica e direta, pois recebeu propinas decorrentes de ilicitudes praticadas em benefício de consórcios integrados pelo grupo Odebrecht, em detrimento da Administração Pública Federal, notadamente da Petrobras", afirma a Procuradoria.
"Contudo, foi seu maior benefício aquele angariado na seara política, uma vez que, permitindo que fossem desviados bilhões de reais em propinas, para o Partido dos Trabalhadores e para os demais partidos de sua base de apoio, especialmente o Partido Progressista e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, tornou-se politicamente forte o bastante para ver a aprovação da maioria dos projetos de seu interesse perante as Casas Legislativas e propiciar a permanência no poder de seu partido mediante a injeção de propinas em campanhas eleitorais."
A acusação aponta que propinas pagas pela empreiteira Odebrecht ao suposto esquema liderado pelo ex-presidente chegaram a R$ 75 milhões em contratos com a Petrobras e incluíram terreno de R$ 12,5 milhões para Instituto Lula e cobertura vizinha à residência de Lula em São Bernardo de R$ 504 mil.
"As vantagens indevidas objeto da presente denúncia consistem em recursos públicos desviados no valor de, pelo menos, R$ 75.434.399,441, os quais foram usados, dentro do estrondoso esquema criminoso capitaneado por Luiz Inácio Lula da Silva, não só para enriquecimento ilícito, mas especialmente para alcançar governabilidade com base em práticas corruptas e perpetuação criminosa no poder", diz a Procuradoria.
O petista é acusado por corrupção e lavagem de dinheiro. Também foram denunciados o empresário Marcelo Odebrecht, acusado da prática dos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro; Antonio Palocci e Branislav Kontic, denunciados pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; e Paulo Melo, Demerval Gusmão, Glaucos da Costamarques, Roberto Teixeira e Marisa Letícia Lula da Silva, acusados da prática do crime de lavagem de dinheiro.
Nesta denúncia, a Procuradoria mirou em oito contratos entre a Odebrecht e a Petrobras: obras da Refinaria Getúlio Vargas (REPAR), execução da terraplenagem da área destinada à construção e montagem da Refinaria do Nordeste (RNEST), terraplanagem do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), obras do Terminal de Cabiúnas (Consórcios Odebei, Odebei Plangás e Odebei Flare), construção e montagem do gasoduto GASDUC III e construção das plataformas de perfuração autoelevatórias P-59 e P-60.
A acusação afirma que "o esquema de corrupção" contra a Petrobras envolveu a atuação de Lula "em favor dos interesses econômicos" da Odebrecht. A Procuradoria apontou também para os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil/Governo Lula) e Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil/Governos Lula e Dilma).
"A condição política conquistada por Lula e seus dois pilares de sustentação, José Dirceu e Antonio Palocci, permitiu que, juntos colocassem em prática um esquema delituoso voltado à perpetuação criminosa no poder, à governabilidade corrompida e ao enriquecimento ilícito, todos assentados na geração e pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos", anotam os procuradores Deltan Dallagnol, Januário Paludo, Carlos Fernando dos Santos Lima, Orlando Martello, Antônio Carlos Welter, Isabel Cristina Groba Vieira, Diogo Castor de Mattos, Paulo Roberto Galvão de Carvalho, Athayde Ribeiro Costa, Roberson Henrique Pozzobon, Jerusa Burmann Viecili, Laura Gonçalves Tessler e Julio Noronha, que subscrevem a denúncia.
A força-tarefa da Lava Jato aponta que Palocci, como ministro da Fazenda entre 2003 e 2006, teve "proeminência" na articulação e na manutenção do esquema.
"Inquestionavelmente, a relação próxima existente entre Antonio Palocci e os grandes empresários tornava ainda mais fácil e eficiente a manutenção do esquema criminoso para ambas as partes ou seja, tanto para os empresários - que poderiam ter um canal melhor de acesso à alta Administração Federal - quanto para os agentes políticos corrompidos - que continuariam a receber as vantagens econômicas de forma ilícita. Ademais, mesmo quando formalmente afastado do governo em razão de escândalos envolvendo o seu nome, Antonio Palocci permaneceu atuando nos bastidores juntamente com Lula", afirma a Procuradoria.
Fonte: Diário do Nordeste