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terça-feira, 11 de abril de 2017

Polícia Militar resgata “Tatu” e apreende cinco armas de fogo em Antonina do Norte e Saboeiro


Ações realizadas pela Polícia Militar do Estado do Ceará (PMCE), por meio de militares do Batalhão de Polícia de Meio Ambiente (BPMA), resultaram no resgate de um tatu e nas apreensões de cinco armas de fogo. O trabalho policial foi desenvolvido, na última sexta-feira (07), nas cidades de Antonina do Norte e Saboeiro – situadas respectivamente nas Áreas Integrada de Segurança 11 e 16 (AISs 11 e 16) do Estado.

Duas das armas, espingardas de calibre 20 e 28, foram encontradas na zona rural de Antonina do Norte, no Sítio Rocinha. Os Objetos estavam nas proximidades de uma barragem, onde os policiais ainda flagraram um grupo de caçadores, que empreendeu fuga. O armamento, cartuchos de vários calibres e recipientes com espoletas e pólvora foram localizados do outro lado da lagoa. O material foi recolhido e encaminhado à Delegacia Regional de Iguatu, onde um Boletim de Ocorrência foi feito pelas apreensões.
 
O tatu, da espécie Peba, foi encontrado em uma residência que fica na zona rural de Saboeiro. Os agentes de segurança chegaram ao endereço após receberem denúncias e lá também encontraram três espingardas, sendo uma cal. 36 e as outras cal. 20, além de cartuchos de calibres variados. Um homem de 71 anos foi preso em flagrante e autuado na Delegacia Regional de Iguatu por posse ilegal de arma de fogo e na Lei dos Crimes Ambientais, por manter animal silvestre em cativeiro. 
O tatu resgatado foi encaminhado para o Escritório Regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ainda em Iguatu.

Fonte SSPDS

Cantor Victor responderá a ação penal por suspeita de agressão à mulher


Victor
Victor foi indiciado por contravenção penal "vias de fato" –agressão inferior à lesão corporal ( Foto: Rede Globo )

A Justiça de Minas Gerais aceitou na última sexta-feira (7),uma denúncia contra o cantor Victor Chaves, 41, da dupla Victor e Léo, por suspeita de agressão à sua mulher, Poliana Bagatini Chaves, 29.

Victor tornou-se réu em ação penal que está sob sigilo. Segundo o Ministério Público, a denúncia havia sido enviada à Justiça no dia 5. A Justiça e a Promotoria não informaram por quais crimes o cantor responde.

A reportagem procurou a assessoria de imprensa de Victor, que informou não ter um posicionamento até o momento.

Na semana passada, a Polícia Civil de Minas indiciou o cantor por vias de fato, uma contravenção penal, após analisar as imagens de segurança do prédio de Victor. As penas em caso de condenação variam entre prisão simples e multa.

Em vídeo postado em sua conta no Instagram na semana passada, o cantor declarou que foi indiciado por contravenção e não machucou ninguém. "O que eu pratiquei foi um ato de desespero para conter uma pessoa que estava completamente fora de si para pegar uma criança de um ano. Pela minha filha, o que eu fiz, eu faria de novo", afirmou.

Anteriormente, ele havia negado a agressão, dizendo que houve um desentendimento familiar por ter levado a filha do casal para o apartamento de sua mãe.

Acusação

No dia 24 de fevereiro, Poliana, que está grávida, foi até a delegacia e afirmou que Victor a empurrou no chão e a agrediu com vários chutes.

Segundo a delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada no Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência (Demid), a agressão, de acordo com o depoimento de Poliana, teria ocorrido no hall de entrada e no elevador do prédio.

Além das imagens de segurança, a outra prova que fez parte da investigação, o laudo do exame de corpo e delito ao qual Poliana se submeteu no Instituto Médico Legal (IML) após registro da queixa, não apresentou resultado aparente de agressão. "Deu negativo", afirmou a delegada.

Segundo o depoimento de Poliana, o cantor pegou a filha do casal, de um ano e um mês, e levou para o apartamento da mãe dele, localizado no mesmo prédio, porém, no andar abaixo.

"Ela disse que ficou nervosa com a situação, pois não autorizou a ida da bebê no apartamento da sogra", disse a delegada. Ainda pelo relato, Poliana então desceu ao andar de baixo para "tirar satisfação" e que Victor se posicionou do lado da mãe dele na discussão e a agrediu.

Dois dias depois, Poliana publicou uma carta na qual afirma que não considerou que tivesse ocorrido qualquer crime, principalmente, praticado por Victor.
 

Fonte Diário do Nordeste