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terça-feira, 6 de junho de 2017

Lei assinada nesta terça-feira altera a Constituição Federal e garante a prática da vaquejada no Brasil


Vaquejada
A prática da vaquejada gera em torno de 700 mil empregos no Nordeste brasileiro

O Senado Federal sanciona nesta terça-feira (6), em solenidade marcada para as 11 horas, a lei que torna a prática da vaquejada um festejo da cultura nordestina e que vai possibilitar a manutenção de, pelo menos, 700 mil empregos diretos e indiretos. A informação é do presidente da Casa, senador Eunício Oliveira (PMDB) em entrevista exclusiva concedida, na manhã desta terça-feira (6) ao programa “Ceará News”, na Rede Plus de Rádio FM.

 

Eunício vaquejada
Presidente do Senado, Eunício assina a alteração na Consituição garantindo a vaquejada

“Não há mais que se falar em ilegalidade, não há mais que se falar em maus-tratos aos animais, nem insegurança jurídica”, ressaltou o senador Eunício aos cearenses.

Segundo ele, a cerimônia que acontece no Senado nesta manhã tem uma razão de ser. “Não é o Presidente da República que sancionará esta lei. Como se trata de uma modificação na Constituição, cabe ao presidente do Senado e ao Presidente do Congresso Nacional esta tarefa. E é com muito orgulho que estão na Presidência e, portanto, terei a honra de garantir esses 700 mil empregos aos nordestinos, num País onde há 14 milhões de pessoas desempregadas”. Ele assegura que, daqui em diante, a lei que ampara a legalidade da vaquejada sequer poderá ser alterada.

“É uma festa da cultura nordestina, uma fixação de nossa cultura”, ressaltada. Ele explicou também que teve o privilégio de ser o autor da lei que legalizou a profissão de vaqueiro.

Além disso, o presidente do Senado aproveitou a entrevista para falar sobre outros assuntos que interessam diretamente os nordestinos e, em particular, os cearenses. Citou a questão da transposição das águas do Rio São Francisco para o Ceará, cujas obras estão sendo concluídas. Citou também a renegociação das dívidas dos pequenos produtores rurais e a questão da pesca.


Fonte Blog do Fernando Ribeiro