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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Destruidora, nova droga é feita com sangue humano


Mais uma preocupação para autoridades de todo o mundo está circulando nas ruas. Começou nos Estados Unidos, após uma busca e apreensão realizada pela polícia de Bucks County, na Pensilvânia. Agora, todos sabemos da existência do Blood.
A nova droga tem um nome que, traduzido, mostra seu principal componente: sangue. Ela tem aparência vermelha e não é a toa, já que ela é feita exatamente com uma mistura de sangue humano com fentanyl, um analgésico derivado do opiáceos de extrema potência.
A polícia de Bucks County apreendeu uma ampola da droga e a levou para análise. Nela, foram encontradas outras 13 substâncias além de sangue humano e fentanyl. Entre elas, THC, metanfetamina e efedrina, por exemplo, estavam listadas nos resultados clínicos da amostra.
A revista norte-americana Popular Science, responsável pela primeira divulgação da droga, afirma que uma dose inteira contém nada menos do que 11mg de metanfetamina, basicamente uma dose inteira da droga. Isso indica que não houve mistura acidental com sangue e sim algum ser humano o fez com total intenção.
O Blood é uma droga injetável, o que preocupa ainda mais os especialistas por conta da transmissão de HIV e outros vírus. Mas há, no caso desse novo produto que circula no mercado negro, um adicional que traz ainda mais perigo para o usuário: a incompatibilidade sanguínea.
Se qualquer indivíduo receber sangue de um tipo que seja incompatível com o seu, poderá ser vítima de uma reação imunológica com potencial letal. Afinal, coágulos sanguíneos são criados e podem levar tanto a acidentes vasculares quanto a paradas cardíacas.
Fonte: Yahoo Notícias

Datafolha: Lula lidera com 30%; Marina e Bolsonaro empatam em segundo


Foto: Adonis Guerra | Elza Fiúza | Beto Oliveira
O ex-presidente Lula (PT) segue liderando os cenários em pesquisa de intenções de voto realizada pelo Datafolha, com 29% a 30%, sendo seguido por Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSC). O último vem registrando alta nos levantamentos: tinha 8% em dezembro do ano passado, aumentou para 14% em abril e aparece com 16% (os três índices sempre quando o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin). No cenário 1 de primeiro turno, Lula fica à frente com 30% das intenções de voto, seguido de Bolsonaro (16%) e Marina (15%). Alckmin vem em quarto, com 8%; Ciro Gomes (PDT) em quinto, com 5%. Luciana Genro (Psol); Eduardo Jorge (PV); e Ronaldo Caiado (DEM) estão empatados em sexto, com 2%. Brancos e nulos somam 18%, enquanto 2% não souberam ou não opinaram. No cenário 2, com o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), substituindo Alckmin, Lula mantém os 30%, Marina e Bolsonaro fica empatado com 15% em segundo lugar e o tucano aparece em terceiro, com 10%. Ciro Gomes fica em quarto, com 6%, enquanto Luciana Genro, Eduardo Jorge e Caiado mantêm os 2% cada um. Brancos e nulos somam 16%; 2% não souberam ou não opinaram. O cenário 3, com Alckmin e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, Lula segue com 30%; Marina e Bolsonaro continuam também com 15%. Joaquim Barbosa vem em terceiro, com 11%. Geraldo Alckmin fica em quarto, com 8%. Neste cenário, Luciana Genro, Eduardo Jorge e Ronaldo Caiado estacionam em 2%, enquanto reduz ligeiramente a quantidade de brancos e nulos (14%) e 2% não souberam e não opinaram. O cenário com Barbosa e Doria representa mudanças sutis: Lula cai um ponto percentual (29%) e Marina (15%) abre uma pequena distância de Bolsonaro (13%). Barbosa vem logo em seguida, com 10%, seguido de Doria (9%). Luciana Genro e Eduardo Jorge permanecem com 2%, mas Caiado (1%) perde 1 ponto percentual. Brancos e nulos somam 15% e 2% não souberam ou não opinaram. No cenário 7, figura o juiz Sérgio Moro. Lula obtém 29%, mantendo o patamar. A presença do magistrado, porém, bagunça o segundo lugar: Moro empata com Marina, com 14%. Bolsonaro vem imediatamente depois, com 13%. Alckmin tem 6% das intenções de voto. Como no cenário 6, Luciana Genro e Eduardo Jorge têm 2%; Caiado, 1%. Brancos e nulos representam 15% e 2% não souberam ou não opinaram. Sem o PT na disputa, Marina se descola de Bolsonaro: ela lidera com 22% e o deputado federal fica com 16%. Neste cenário, com Joaquim Barbosa, este fica em terceiro (12%), e Alckmin aparece em quarto (9%). Luciana Genro cresce ligeiramente (3%), Eduardo Jorge mantém 2% e Caiado volta aos 2%. O número de brancos e nulos cresce e vai para 23%, sendo superior às intenções de voto de Marina. Dos entrevistados, 3% não souberam ou não opinaram. O cenário 9 não tem nenhum alvo da Lava Jato entre os candidatos: Marina amplia a liderança, com 27% e Bolsonaro cresce para 18%. Doria aparece em terceiro, com 14%, seguido de Ciro Gomes (12%), em sua melhor pontuação. A quantidade de votos brancos e nulos também aumenta e chega a 26%; 3% não souberam ou não opinaram.