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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Advocacia-Geral da União pede ao TCU bloqueio de bens da JBS

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou nesta quarta-feira (21) com um pedido junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) para solicitar o imediato bloqueio de bens da JBS/S.A. e de seus responsáveis.

A medida tem como objetivo garantir um futuro ressarcimento de prejuízos estimados em cerca de R$ 850 milhões causados aos cofres do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), alvo de apuração do próprio tribunal. "Tal medida, ressalta-se, é imprescindível para a proteção do erário federal, independentemente de eventual ajuste firmado em acordo celebrado pela empresa junto ao Ministério Público Federal", diz a petição.

Segundo o órgão, a iniciativa foi tomada após divulgação de notícias de que o grupo estaria em "avançado processo de desfazimento de bens no país". "Nesse sentido, como eventual ação de ressarcimento dos cofres públicos federais ficará a cargo desta instituição, tais medidas poderão restar frustradas caso não sejam resguardados bens suficientes para a efetiva recomposição do erário", alerta um dos trechos da petição.

De acordo com o documento, a Advocacia-Geral tomou conhecimento das supostas irregularidades após a realização de audiência pública conjunta de duas comissões da Câmara dos Deputados, a de Fiscalização Financeira e a de Finanças e Tributação, em que o secretário de Controle Externo do TCU no Estado Rio do Janeiro, Carlos Borges Teixeira, apontou indícios do prejuízo em quatro operações entre o banco e o grupo.

"A área técnica dessa Corte de Contas teria apurado a potencial ocorrência de prejuízos aos cofres públicos federais, oriundos de páticas ilícitas efetuadas pela empresa JBS, da ordem de R$ 850 milhões ", diz a petição.

Uol

Comer fritas duas vezes por semana dobra risco de morte precoce, diz estudo


(Foto: Leonardo Soares/UOL)

Já faz tempo que o consumo de batata frita é visto como prejudicial à saúde. Uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition traz agora evidências de que comer o petisco duas ou mais vezes por semana pode dobrar o risco de morte precoce. Entram no grupo todos os tipos de batata frita, como salgadinhos chips e as batatinhas que acompanham os sanduíches nas lanchonetes.

Pesquisadores da Universidade de Pádua, na Itália, observaram durante oito anos o consumo de batata por 4.400 pessoas com idade entre 45 e 79. Os participantes foram divididos em diferentes grupos: os que comiam batata frita, os que comiam batata preparada de outras formas (como cozida) e os que não comiam batata. Ao fim das observações, 236 mortes foram registradas, a maioria entre os que comiam batata frita.

O resultado sugere que o consumo elevado de batata frita está de alguma forma associado ao risco de morte precoce. Segundo o estudo, isso deve-se ao fato de o tubérculo frito em óleo possuir nível elevado de gordura trans, que pode provocar doenças cardíacas.

"Acreditamos que o óleo de cozinha, rico em gorduras trans, é um fator importante para explicar a mortalidade daqueles que comem mais batata frita", diz Nicola Veronese, que liderou o estudo. Para ele, a gordura trans eleva o LDL (colesterol ruim) no sangue.

Contudo, o resultado do estudo não permite determinar se o consumo de batata frita foi a causa das mortes verificadas. Os pesquisadores admitem que outros fatores podem explicar os danos à saúde, como obesidade, sedentarismo e consumo elevado de sal - que normalmente tempera a batata frita. O alimento também pode ser apenas um indicativo de uma dieta pouco saudável.


Fonte UOL