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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Camilo anuncia delegado da PF como novo secretário de segurança do CE


O delegado da Polícia Federal André Costa, de 38 anos, foi escolhido pelo governador Camilo Santana para assumir o cargo de secretário da Segurança Pública do Ceará. O anúncio foi feito na tarde desta quinta-feira (5), na página oficial do governador no Facebook.
André Costa substitui o delegado federal aposentado Delci Texeira, que pediu exoneração do cargo nesta semana para cuidar de assuntos pessoais. Atualmente, o delegado André Costa estava trabalhando na polícia do estado de Alagoas.
Conforme anúncio feito por Camilo Santana, o delegado tem 17 anos de experiência na área policial. Ele é delegado federal desde 2002 e foi superintendente adjunto nos estados de Alagoas e Tocantins. Neste período, André atuou nas delegacias de combate ao tráfico de drogas, crime organizado e crimes patrimoniais.
O governador acrescentou que o novo secretário da SSPDS terá o dever de "melhorar ainda mais o trabalho que vem sendo realizado nessa área (segurança pública) nos últimos dois anos". Uma das prioridades do novo secretário deverá ser o combate aos homicídios no estado, segundo descreveu o governador. Camilo também espera que o titular da pasta consiga frear os casos de roubos e furtos no estado.
"2015 e 2016 foram de importante queda nesses números (homicídios), quando realizamos grandes investimentos em pessoal e equipamentos, mas o desafio agora, além de manter essa meta, é combater intensamente os crimes de assaltos e furtos, que criam uma sensação de insegurança na população, além do incessante combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado", informou.
"Desejo boa sorte ao novo secretário e agradeço publicamente a Delci Teixeira, que deixa a pasta, pelo grande trabalho realizado", descreveu Camilo Santana.
Perfil

André Costa tem 38 anos, nasceu no Ceará e é delegado da Polícia Federal há cerca de 15 anos. Ele é graduado em direito pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e especialista em ciências criminais pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). No começo da carreira, atuou também na Polícia Civil do Ceará.

Exoneração


O ex-secretário participou da apresentação do índice de homicídios na quarta-feira (4) e, na ocasião, fez um balanço do período em que esteve à frente do cargo. "Acho que o trabalho que foi feito pelos servidores da secretaria de segurança pública deu resultado, que se percebe pelo CVLI (crimes violentos letais e intencionais). Dados que são pegos para ranquear os estados e as capitais em termos das violências", analisou.
"A situação mais delicada foi a onda de rebeliões nos presídios (em maio de 2016), onde pessoas estavam sendo mortas, o patrimônio público estava sendo depredado e a população estava entrando em pânico", relembrou.
Fonte: G1

Sobral e Barbalha estão entre as cidades do país com mais mortes no trânsito

Os motociclistas são as maiores vítimas na estatística (FOTO: Cláudio Amaral)


A região Nordeste tem o segundo maior número de mortes em acidentes de trânsito no país, atrás apenas do Sudeste. Segundo os dados mais recentes disponíveis, de 2014, foram 13.430 vítimas fatais na região, sendo que mais da metade das mortes – 6.849 – envolveram motociclistas. Esse número representa 41,6% do total de mortes em acidentes de moto em todo o país.

Além disso, das quatro cidades com maiores índices de óbitos por 100 mil habitantes no Brasil, três estão no Nordeste, e duas são cearenses: Sobral e Barbalha. A outra é Presidente Dutra (MA).

Os dados são do relatório “Retrato da Segurança Viária”, feito pela Ambev em parceria com a consultoria Falconi. O estudo também mostra que, entre 2003 e 2014, a frota de motocicletas no Nordeste aumentou 414%, saltando de 1,2 milhão para 6,2 milhões, representando 44% dos veículos da região.

Crescente negativa

Com um dos trânsitos mais violentos do mundo segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil vivencia um aumento de 3,2% no número total de óbitos em decorrência de acidentes em um ano, segundo os dados mais recentes, referentes a 2014. O crescimento volta a ser constatado, depois de uma queda de 5,7% entre 2012 e 2013, que reverteu a tendência de aumento que já durava quatro anos.

Em 2014, 44.471 brasileiros perderam suas vidas em acidentes viários e o número absoluto de feridos cresceu 5,9% em relação a 2013, chegando a mais de 203 mil. No mesmo período, os feridos por 100 mil habitantes aumentaram 5%. De 2003 a 2014, mais de 477 mil brasileiros morreram nas ruas, avenidas e estradas e mais de 1,7 milhão ficaram feridos.

Sudeste lidera número de mortes

A região Sudeste concentrou o maior número de mortes em 2014, com 15.603 vítimas, um crescimento de 4,5% em relação a 2013. O Nordeste vem em seguida, com 13.430 mortes, 3,1% a mais que no ano anterior. No Centro Oeste, o total de vítimas foi de 4.725 (aumento de 2,7%) e no Norte, 3.768 (crescimento de 3,9%). No Sul, foram 6.945 mortes em 2014, um aumento mínimo de 0,8% na comparação com 2013.

Ao analisar o número de óbitos por 100 mil habitantes, o Sudeste é a região mais segura, com taxa de 18,3. Em seguida vem a região Norte, com 21,9. Com taxas semelhantes estão as regiões Nordeste e Sul, ambas com 23,9. Por último, fica a região Centro-Oeste, com uma taxa elevada: 31 mortes a cada 100 mil habitantes.

A análise por região também revela que no Nordeste e Norte, os usuários de moto representam o grupo predominante entre as vítimas. No Nordeste, foram 6.849 vítimas fatais de acidentes com moto (51% do total), mais que o dobro das 3.223 vítimas de acidentes com carro (24%).

Em 2003, as motos representavam 25% das mortes no trânsito na região Nordeste. Desde então, a frota de motos nos estados nordestinos saltou de 1,2 milhão para 6,2 milhões, um aumento de 414%. O usuário de automóvel lidera o ranking de óbitos nas regiões Sudeste (34% do total de acidentes), Sul (39%) e Centro-Oeste (37%).



Fonte Tribuna do Ceará