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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

'Se eu tivesse mais um TOC estaria ferrado', diz Roberto Carlos


Um dos últimos entrevistados de Jô Soares na derradeira temporada do entrevistador na Globo, Roberto Carlos revelou detalhes curiosos de sua vida pessoal, na conversa que deve ir ao ar na sexta-feira (9).

Entre os assuntos abordados pelo artista está seu sofrimento por ter transtornos obsessivos compulsivos, os chamados TOCs.

"Se eu tivesse mais um TOC estaria ferrado. Mas já dei uma melhoradinha", brinca o astro da música.

Jô, então, diz que tem o mesmo problema. Por exemplo, o apresentador nunca fica contente com o desodorante e acaba espirrando mais de uma vez. O problema, segundo Roberto, é que uma pessoa que tem TOC não deve comentar seus transtornos para outra.

"Bicho, esse negócio é contagioso, você não devia ter me contado isso", alerta o artista de forma bem-humorada.

Roberto Carlos também aproveitou a entrevista para explicar o episódio de quando encontraram uma mulher desconhecida dormindo em sua cama antes de um show."Que história é essa de que você foi fazer show, e tinha uma moça na sua cama de hotel?", pergunta Jô logo no início da conversa.

"Já vai começar assim? Achei que seria mais suave", ri o cantor. "Eu dei uma dormidinha antes do show, e quando me acordaram tinha uma moça deitada ao meu lado. Bicho, eu não sabia o que tinha acontecido. Queriam mandá-la embora, mas eu impedi", acrescenta.

O "Programa do Jô" vai ao ar após "Jornal da Globo". 



Com informações da Folhapress.Via Noticias ao Minuto

STF mantém Renan Calheiros na presidência do Senado


Por seis votos a três, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira, manter o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado Federal, mas tirá-lo da linha sucessória da Presidência da República.
O capítulo final sobre o destino de Renan começou a ser decidido às 14h11, quando a ministra Cármen Lúcia declarou aberta a sessão plenária do STF. Nos bastidores, armava-se uma guinada para manter o peemedebista na presidência do Senado, mas com a ressalva expressa de que, por ser réu em ação penal, não poderia efetivamente suceder o chefe do Executivo. Na condição de presidente do Senado, o peemedebista Renan Calheiros é hoje o segundo na linha sucessória, atrás do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). O Supremo caminhava para a interpretação de que, em vez de tirar um réu do cargo de presidente do Senado por ter supostamente perdido requisitos necessários para integrar a linha sucessória, tirava-se do cargo uma de suas prerrogativas. “É uma meia sola constitucional, o famoso jeitinho brasileiro”, protestou o ministro Marco Aurélio Mello, que havia concedido uma liminar para apear Calheiros do cargo de presidente do Senado.
Réu por peculato em uma ação motivada a partir de denúncia de VEJA – ele teve despesas particulares pagas pela empreiteira Mendes Jr – Renan Calheiros ganhou sobrevida no Supremo. Decano do STF, Celso de Mello apresentou a proposta que salvaria o senador alagoano por volta das 5 horas da tarde. O político pode se manter na presidência do Senado mesmo sendo réu, situação que não foi aplicada, por exemplo, ao peemedebista Eduardo Cunha à frente da Câmara dos Deputados. A ressalva: se Michel Temer ou Rodrigo Maia não puderem assumir o Palácio do Planalto por qualquer razão, Renan Calheiros também não pode, mas continua como presidente do Senado.
Fonte: Veja.Com