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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Eduardo Cunha chama Temer e Lula como testemunhas de defesa


O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) está preso em Curitiba (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)

O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) chamou o presidente Michel Temer (PMDB), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro Henrique Alves (PMDB-RN), além de outras figuras públicas, como testemunhas de defesa no processo que responde no âmbito da Operação Lava Jato em Curitiba.

Preso, em 9 de outubro, Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. Os advogados de Cunha negam esta acusação.

A convocação das testemunhas faz parte da defesa prévia do ex-deputado, protocolada no sistema da Justiça Federal na noite de terça-feira (1º).

A defesa de Cunha pediu que a denúncia contra o ex-deputada seja rejeitada.  Pediu também rejeição da acusação de corrupção passiva, a rejeição de parte da denúncia que acusa o ex-deputado de conduta criminosa em relação ao ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada, a absolvição sumária do crime de evasão de divisas, a suspensão do processo até que sejam julgados embargos de declaração apresentados ao STF e nulidade das provas.

A convocação das testemunhas é solicitada caso os outros pedidos da defesa não sejam aceitos.

Veja a lista de testemunhas

Michel Miguel Elias Temer Lulia: presidente da República
Felipe Bernardi Capistrano Diniz: economista filho de ex-deputado Fernando Diniz (morto em 2009)
Henrique Eduardo Lyra Alves: ex-ministro do Turismo nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer
Antônio Eustáquio Andrade Ferreira: ex-deputado federal
Mauro Ribeiro Lopes: deputado federal
Leonardo Lemos Barros Quintão: deputado federal
José Saraiva Felipe: deputado federal
João Lúcio Magalhães Bifano: ex-deputado federal
Nelson Tadeu Filipelli: ex-deputado federal
Benício Schettini Frazão: Engenheiro ligado à Petrobras
Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos: ex-gerente da Petrobras
Sócrates José Fernandes Marques da Silva: ex-engenheiro da Petrobras
Delcídio do Amaral Gómez: ex-senador cassado
Mary Kiyonaga: ligada ao Banco Merrill Lynch
Elisa Mailhos: ligada à empresa Posadas Y Vecino
Luis Maria Pineyrua: ligados à empresa Posadas Y Vecino
Nestor Cuñat Cerveró: ex-diretor Petrobras e colaborar da Lava Jato
João Paulo Cunha: ex-presidente da Câmara
Hamylton Pinheiro Padilha Júnior: ex-diretor da Petrobras e colaborador da Lava Jato
Luís Inácio Lula da Silva: ex-presidente
José Carlos da Costa Marques Bumlai: pecuarista e um dos réus da Lava Jato
José Tadeu de Chiara: advogado

A prisão

No despacho que determinou a prisão, juiz Sérgio Moro disse que o poder de Cunha para obstruir a Lava Jato "não se esvaziou".

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), em liberdade, Cunha representa risco à instrução do processo e à ordem pública. Além disso, os procuradores argumentaram que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla cidadania.

Cunha tem passaporte italiano e teria, segundo o MPF, patrimônio oculto de cerca de US$ 13 milhões que podem estar em contas no exterior.

Moro é responsável pelas ações da operação Lava Jato na 1ª instância. Após Cunha perder o foro privilegiado com a cassação do mandato, ocorrida em setembro, o juiz retomou no dia 13 de outubro o processo que corria no Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: G1


Jovem trans é esquartejada na Rússia após pedido do pai na TV: ´Podem matar


Raina Aliev: morta a facadas após declaração do pai em emissora de TV. (Foto: Reprodução/Instagram)

Uma jovem trans muçulmana foi morta por esquartejamento na Rússia dias após se casar com um homem e ver seu pai ir a uma emissora de TV para pedir: "Tragam meu filho aqui e matem-no na minha frente".

Adam Aliev, de 25 anos, se tornou Raina após uma cirurgia de mudança de sexo, em Moscou, há um mês. Poucos dias depois se casou com um rapaz, também de origem muçulmana, identificado apenas como Victor.

O crime ocorreu após o pai da jovem, Alimshaikh Aliev, descobrir os planos de Raina. Então, em uma entrevista a uma emissora local, apelou: "Podem matá-lo, eu não quero vêlo".

Raina era oriunda do Daguestão, região de forte ascendência islâmica localizada entre o Mar Cáspio e a Chechênia, na Rússia. De acordo com informações da emissora de TV russa "REN TV", Raina já era discriminada por sua orientação sexual, o que foi agravado após sua decisão sobre a cirurgia de mudança de sexo.

Conversando com alguns vizinhos da família de Raina, no Daguestão, a emissora relatou que o pai da jovem teria sofrido um AVC ao descobrir sobre a cirurgia da filha, realizada em Moscou. "Ele o traiu. Foi a Moscou, se operou e passou de menino para menina", uma vizinha. A polícia de Moscou investiga o caso e ainda não identificou nenhum suspeito pelo crime.

Fonte: Extra Online