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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

ACOPIARA: PORCO NASCE COM TROMBA DE ELEFANTE

Foi registrado na manhã desta terça-feira (08), um nascimento bizarro de um animal na localidade da Vila de Santo Antônio, zona rural de Acopiara.


Uma porca deu à luz, entre muitos porquinhos, a um com grave anomalia, onde o focinho parecia ser de um elefante.

O animal não resistiu e logo morreu. Isso aconteceu no Alto do Gildo, na Vila de Santo Antônio.

Uma pessoa que tirou a foto do animal bizarro morto, nos enviou, mas não quis ser identificada.


Jogador é expulso de campo e mata o árbitro com uma cabeçada


Jogador assassino
Uma partida amadora entre os times Canarios e Lindavista, da cidade de Tulancingo, no México, terminou em tragédia. Depois de ser expulso, o jogador Ruben Rivera Vázquez acertou uma cabeçada no rosto do árbitro Victor Trejo, que ficou inconsciente e morreu a caminho do hospital. O juiz de 59 anos teve uma hemorragia causada por traumatismo craniano.

Ainda de acordo com o jornal, o agressor  fugiu ao saber da morte do juiz. A polícia está investigando o caso e tenta localizar o agressor. Uma campanha nas redes sociais divulga as fotos de Ruben Rivera Vázquez para ajudar nas buscas.

Fonte: El Universal

Menino morre 8 meses após cirurgia para desentortar pescoço


Um menino indiano de 13 anos, que nasceu com a cabeça em ângulo de 180º, morreu apenas oito meses após passar pela cirurgia que mudou sua vida. Mahendra Ahirwar, conhecido como “o menino que vê o mundo de cabeça para baixo”, sofria de uma condição rara. As informações são do jornal britânico DailyMail.

Mahendra sofria de uma condição rara chamada miopatia congênita que deixava os músculos do pescoço muito fracos. Assim, ele não conseguia sustentar o peso da cabeça, que ficava pendurada. O garoto morava em Madia Pradexe, na Índia, com os pais e os três irmãos.

A mãe do adolescente, Sumitra, de 36 anos, disse à reportagem que o filho acordou bem na manhã de sábado (5). Após se deitar para assistir à TV, ela percebeu que ele não se mexia.

Rajagopalan Krishnan, que fez a cirurgia para desentortar o pescoço de Mahendra, disse estar chocado com a morte repentina do garoto. 

— Eu só posso pensar que pode ter ocorrido algum problema cardíaco ou pulmonar e, muitas vezes, não mostram sintomas. Eu acho que a miopatia e os músculos fracos do peito podem ter contribuindo também. Ele era uma das crianças mais corajosas que eu conheci desde que voltei para a Índia, onde vejo as mais terríveis e negligenciadas deformidades.

O médico se emociona ao lembrar de Mahendra. 

— Para mim, a alegria e o sorriso em seu rosto quando sua cabeça parou de cair foi um dos momentos decisivos na minha decisão de operar em crianças com problemas espinhais... seu sorriso era mais brilhante do que o sol depois que seu pescoço se endireitou.

A mãe de Mahendra Sumitra falou sobre a perda do filho. 

— Eu tinha tantos planos e sonhos para ele e queria que ele crescesse. Ele sonhava em abrir uma loja e iríamos ajudá-lo.

Segundo a mulher, no dia em que morreu, Mahendra realizou atividades cotidianas: brincou, tomou café da manhã e tomou banho. Mais tarde, ele deu uma volta com a cadeira de rodas pela casa. Depois de almoçar, ele pediu para assistir TV.

— Eu coloquei [num canal de] desenho e ele tossiu duas vezes e me pediu para esfregar seu peito. Quando tentou tossir pela terceira vez, ele morreu. 

Os vizinhos chamaram o médico que chegou cerca de 15 minutos e constatou a morte do adolescente.

Mahendra foi tema de diversas reportagens pelo mundo devido à sua condição rara no fim do ano passado. Sua história comoveu Julie Jones, moradora de Liverpool (Ingraterra), que levantou £ 12.000 (R$ 46.800) para a cirurgia.

O documentário The Boy Who Sees Upside Down (O Garoto que vê de Cabeça para Baixo, em tradução livre), mostra a jornada de Mahendra suportando a operação de 10 horas para remover discos do pescoço e substituí-los por ossos de sua pélvis, antes de uma placa de metal ser montada no pescoço para deixá-lo em linha reta.

Krishnan disse ter ficado espantado com a rápida recuperação Mahendra. Ele negou que a morte do garoto tenha relação com a cirurgia. 

— A morte de Mahendra não é uma complicação da cirurgia ou de qualquer outra intervenção. Se esse fosse o caso, ele teria morrido na mesa de operações ou na UTI, e não oito meses depois.