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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Raimundão entrou pela porta da frente, mas saiu pela porta dos fundos


O ex-prefeito de Juazeiro do Norte, Raimundo Macedo (PMDB), governou o Município por quase dois mandatos, mas, ao final da sua segunda gestão, amargou o afastamento do cargo por decisão da Justiça após as denúncias de má gestão do dinheiro público. Raimundão entrou pela porta da frente, mas deixou a Prefeitura, em uma linguagem de bastidores políticos, pela porta dos fundos.

Eleito, pela primeira vez, em 2004, Raimundo Macedo não conseguiu se reeleger em 2008 porque, no PSDB, ficou sem legenda em uma manobra do então aliado deputado federal Manoel Salviano. Salviano saiu como candidato e Raimundão decidiu apoiar, com a estrutura política e administrativa da Prefeitura, o então candidato do PT, Manoel Santana.

O petista venceu o pleito, rompeu com Raimundão poucos meses após assumir o cargo mas, também, não conseguiu renovar o mandato em 2012. O outrora inimigo politico Raimundo Macedo voltou à Prefeitura com uma consagradora votação.

O segundo mandato de Raimundão, como prefeito, foi marcado por uma intensa disputa de poder interna, com conflitos familiares no espaço político e denúncias de corrupção na administração municipal. Raimundo desistiu, no mês de setembro de 2016, de concorrer à reeleição alegando que estava sofrendo, com a sua família, perseguição política.

Uma operação da Polícia Federal apontou envolvimento do filho de Raimundo, Mauro Macedo, em irregularidades na aplicação de recursos oriundos de um empréstimo do Banco do Nordeste para construção de um shopping na cidade de Juazeiro do Norte.

O shopping – um dos maiores empreendimentos empresariais do Interior do Ceará, começou a ser construído em 2011, mas até hoje não teve a obra concluída. Fora da prefeitura desde o mês de outubro, Raimundo Macedo perdeu espaço e influência política e espera agora as eleições de 2018 para ser candidato à Assembleia Legislativa ou à Câmara Federal.
Fonte Ceará Agora

Em Recife, cerimônia de posse de vereadores tem vira-lata trajado a rigor


(Foto: Divulgação)

A cerimônia de posse dos novos vereadores de Recife de domingo, 1º, teve a participação de um vira-lata trajado a rigor. O vira-lata Guiri-Guiri foi o principal cabo eleitoral do vereador Ricardo Cruz (PPS), eleito com 4.547 votos.

Ricardo Cruz afirmou que a presença do cachorro é uma homenagem mais do que justa. "Guiri-Guiri participou das eleições em 2012 para vereador, participou em 2014 na campanha para deputado e agora novamente para vereador. Como graças a Deus conseguimos, nada mais justo do que trazê-lo para cerimônia. Ele merece. Foi um cabo eleitoral forte", disse o vereador em tom bem humorado.

A ida de Guiri-Guiri à posse não foi à toa. Simboliza a principal bandeira do vereador do Recife: a causa animal. Em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", o parlamentar, que integra a base aliada do prefeito Geraldo Julio (PSB), afirmou que lutará para implementar políticas públicas em defesa dos animais - entre elas, a regulamentação da tração animal e a pressão para o Executivo destravar a construção do Hospital Veterinário.



Fonte O Povo

Levantamento aponta que mais de 700 mil empresas brasileiras terminam o ano de 2016 inadimplentes


Pesquisa Serasa Experian aponta que o índice de CNPJs devedores vem subindo que levantamento começou a ser feito. O ano de 2016 termina com o levantamento de que 700 mil empresas brasileiras passaram a ser inadimplentes nos últimos 12 meses. Os dados fazem parte de pesquisa da empresa Serasa Experian, que mostram o número de 4,7 milhões de CNPJs com dívidas - 55% do total de 8,5 milhões. São os maiores números absoluto e relativo de inadimplentes já registrados pelo órgão, que começou a medição em 2015. O total dessas dívidas chegou a R$ 111 bilhões, também um recorde. As empresas mais afetadas são as mais novas. Cerca de 40% das devedoras têm até cinco anos. O índice de CNPJs inadimplentes vem subindo desde que foi criado. Em junho de 2015 eram 3,9 milhões de empresas com dívidas atrasadas. Em outubro daquele ano, 4 milhões. Em junho deste ano, 4,5 milhões. A informação é destaque desta sexta-feira (30) da coluna de Mônica Bérgamo, da Folha de S. Paulo. Via Erivando Lima