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sexta-feira, 2 de junho de 2017

PSDB fará reunião na terça-feira sobre permanência no governo, diz Jereissati


Foto: Divulgação / PSDB
 O presidente nacional do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), declarou que o partido deve fazer uma reunião na próxima terça-feira (6) durante o primeiro dia do julgamento da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para definir se a sigla permanecerá ou não na base aliada do governo. "Durante o período da votação (julgamento) nós temos que tomar uma posição definitiva. Nós vamos formar a nossa opinião e qualquer decisão que venha a ser tomada vai ser definitiva", disse Tasso à imprensa. Ele avaliou que um eventual pedido de vista no julgamento, que adiaria o resultado por tempo indeterminado, não seria bom. "O País não pode ficar nesse suspense. A economia fica parada em função dessa falta de decisões políticas. É necessária que seja logo, qualquer seja a decisão", avaliou. Questionado sobre a ausência de integrantes da legenda na posse do novo ministro da Justiça, Torquato Jardim, ontem, Tasso disse que foi apenas uma "coincidência". "Não tem nenhum sentido político. Eu não recebi nenhum convite, fiquei sabendo agora. Não é sinalização de falta de apoio", respondeu. por Julia Lindner | Estadão Conteúdo

Sem foro privilegiado, PGR volta a pedir ao STF prisão de Rocha Loures


Foto: Reprodução / G1
 A Procuradoria Geral da República ingressou nesta quinta-feira (1º) no Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo pedido de prisão contra o suplente de deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Ex-assessor do presidente Michel Temer, ele perdeu o foro privilegiado esta semana. Loures é suplente de Osmar Serraglio, que deixou o Ministério da Justiça e voltou a ocupar sua cadeira na Câmara. Loures é investigado no STF no mesmo inquérito de Temer. Ele foi filmado pela Polícia Federal com uma mala com R$ 500 mil em propina que recebeu da JBS, segundo delação premiada de um dos executivos da empresa. O ministro Edson Fachin, do STF, já negou um pedido de prisão anterior feito pela PGR. O magistrado argumentou que Loures estava no exercício de mandato, e a Constituição permite a prisão de parlamentar apenas em caso de flagrante.