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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Travesti é executado a tiros em Horizonte. Foi o décimo caso no ano no Ceará (veja lista das vítimas)


Traveca
"Rayane" tombou morta próximo ao ser bar. Criminosos fugiram numa motocicleta 
Rayanne
Travesti Rayane recebeu vários tiros à queima-roupa e teve morte imediata
Mais um travesti é assassinado no Ceará. Foi o décimo caso registrado neste ano no estado. O mais recente homicídio ocorreu na noite deste domingo (2), na Região Metropolitana de Fortaleza.  A vítima foi executada a tiros por dois homens que fugiram de moto.
Era por volta das 21 horas, quando o travesti conhecido como “Rayane” foi  morto, a tiros, nas proximidades de um bar que era de sua propriedade, no bairro Buriti, na sede do Município de Horizonte, na RMF.
Segundo testemunhas, a vítima foi atingida por vários disparos à queima-roupa e teve morte imediata. Os assassinos rapidamente desapareceram do local  sem deixar pistas. Policiais militares compareceram ao local do crime, mas não conseguiram obter pistas concretas sobre o caso.
Amigos de “Rayane” não informaram se ele estava sendo vítima de algum tipo de ameaça de morte ou se estava envolvido em algum tipo de crime.
Equipe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) esteve no local do crime e começou as investigações em torno do caso.
O primeiro
Este foi o primeiro homicídio do mês na cidade de Horizonte. Em junho último, o Município registrou 14 assassinatos, entre eles, uma chacina que deixou cinco pessoas mortas no bairro Diadema I. Entre as vítimas estavam uma jovem de 21 anos (Bruna Érika Viana de Sousa) e seu filho, de apenas 3 anos de vida (Gabriel de Sousa Moura).
Travestis mortos no Ceará em 2017:
1 – (30.01) – O corpo do travesti João Paulo de Sousa, 30 anos, conhecido como “Paola”, foi encontrado com marcas de violência. Ele foi morto a pauladas às margens da BR-116, no Município de Russas, na região do Vale do Jaguaribe. Crime misterioso.
2 – (12.02) Hérika Izidório – Espancada e jogada do alto de uma passarela localizada na Avenida José Bastos, morreu semanas depois no IJF-Centro.
3 – (20.02) - Antônio Cleílson Ferreira de  Vasconcelos, a “Dandara”, morreu após sofrer espancamentos e tiros, além de ter sido arrastado por ruas do bairro Bom Jardim. Os assassinos filmaram toda a cena do crime postaram as imagens nas redes sociais.
4 – (19.04) – Antônio Cristiano da Silva, a “Priscilla”, agredido a pauladas e chutes na Avenida Juscelino Kubisthchek, no bairro Castelão. Morreu dias depois no IJF-Centro.
5 – (8.05) – Jéferson Kauã Holanda, a “Jennifer”, morta a tiros dentro do escritório do Sine/IDT na cidade de Itaitinga.
6 – (15.05) – O travesti Francisco Carlos de Miranda, a “Ketlin”, foi morta a golpes de faca nas proximidades do Terminal Rodoviário da cidade de Juazeiro do Norte, no Cariri.
7 – (29.05) – Antônio Carlos Gomes da Silva, 42 anos, assassinado a tiros na  Rua Marcos Couto, no bairro Picuí, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).
8 – (15.06) – Travesti assassinado no Conjunto Tupinambá, em Caucaia. Corpo estava semidespido e com várias marcas de violência, indicando a suspeita de um crime sexual.
9 – (25.06) – Travesti identificado como Antônio José de Lima Santos, 25 anos, conhecido como “Salomé”, foi assassinado, a tiros, ao sair de uma casa de forró, na cidade de São Luís do Curu.
10 – (03.07) – Travesti conhecido como “Rayane”, é morto, a tiros, em Horizonte.

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Pedido de suspensão da PEC da Vaquejada é negado por Dias Toffoli


A Proposta de Emenda à Constituição foi um esforço pessoal do senador Eunício Oliveira e continua em vigência

O ministro Dias Toffoli negou pedido de liminar que pretendia suspender a PEC da Vaquejada. O pedido, segundo o Radar On-Line, feito pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, queria que Toffoli também entregasse a relatoria do caso em favor do colega Marco Aurélio Mello, que já se manifestou contra a vaquejada. Ainda de acordo com a coluna, “Toffoli explicou, na decisão, que o caso anterior tratava de lei estadual, não de emenda à constituição e, por isso, a regra processual não o obriga a declinar competência”. Uma outra associação, a Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha, pediu ingresso como amicus curiae na ação em que o STF deve decidir sobre a constitucionalidade da PEC. Eles querem mostrar que a nova legislação protege todos os esportes equestres, como hipismo e equitação, não só a vaquejada. Entenda A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 304/17), que torna legal a prática da vaquejada em todo o país, foi promulgada em solenidade, no começo de junho, no Senado. A PEC foi um esforço pessoal do senador Eunício Oliveira. CNews 7