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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Violência armada no Ceará já deixou 11 crianças mortas em 2017


Na manhã de 7 de março, o corpo da menina Débora Lohany foi encontrado na Via Expressa

A violência armada que atinge de forma brutal a população cearense neste ano, deixando um rastro de mais de duas mil pessoas assassinadas em apenas seis meses, traz também outra cruel face da criminalidade: a morte de crianças. Pelo menos 11 foram mortas neste ano no estado. As vítimas tinham idades entre 10 meses e 11 anos.

O primeiro crime ocorreu no dia 29 de janeiro, quando o garoto Yarley Dourado Ferreira, de 11 anos (o mais velho nesta estatística), foi morto a tiros. O crime ocorreu na Rua Thomas Edison, em Parangaba, quando o garoto foi atingido por uma bala perdida.

No dia 19 de março, o garoto Pedro Henrique Lima dos Santos, de apenas 7 anos de idade, foi assassinado a golpes de faca na cidade de Uruburetama (a 109Km de Fortaleza). Um adolescente de 17 anos, foi o autor do crime. Ele invadiu a casa da mãe de Pedro Henrique, supostamente, sob efeito de drogas esfaqueou a mulher e suas três crianças. Pedro sofreu um golpe no pescoço e morreu no hospital. A mãe e os dois filhos sobreviveram.

Na manhã de 7 de março, o corpo da menina Débora Lohany de Oliveira, de apenas 4 anos de idade, foi encontrado em meio a um lixão nas margens da Via Expressa, no bairro Cocó, em Fortaleza. A criança havia sido raptada uma semana antes, na porta da casa dos pais, na Aerolândia. Um homem foi preso um dia depois, e confessou ter morto a menina a pedradas. Exames periciais comprovaram que a menina sofreu violência sexual.

No dia 1º de abril, uma criança de apenas 10 anos de idade foi assassinada, a tiros na cidade de Quixadá, no Sertão Central do Ceará. Era o menino Matheus Silva dos Santos.

O pequeno Vitor Gabriel Silva da Costa, que tinha somente 2 anos de vida, foi morto em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), no dia 2 de abril.

No dia 29 de abril, a pequena Thayla Rodrigues Maciel Paz, 8 anos de idade, foi morta, a tiros, na Rua Rio Tocantins, no bairro Jardim Iracema.

No dia seguinte, 30, o corpo de uma criança do sexo feminino, aproximadamente 3 anos, foi encontrado em meio a um lixão, em um matagal no Loteamento Alto das Flores, no bairro Picão, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). A vítima até hoje não foi identificada.

Um bebê de apenas 10 meses de vida foi assassinado por meio de espancamento no dia 26 de maio. O autor do crime acabou preso em flagrante. O fato aconteceu na cidade de Lavras da Mangabeira (a 434Km de Fortaleza). O acusado revelou na Polícia ter praticado o infanticídio após discutir com a mãe da criança.

Na noite de 12 de junho último, uma criança de 3 anos de idade foi morta à tiros, durante uma chacina ocorrida no bairro Diadema I, na cidade de Horizonte, na RMF. No local, acontecia uma festa de aniversário, quando bandidos chegaram de carro e praticaram uma chacina. Além do pequeno Gabriel de Sousa Moura, a mãe dele e mais três pessoas (uma mulher e dois homens) também foram assassinados. Todos receberam tiros à queima-roupa.

Por último, na manhã de domingo passado (16), os irmãos Iracione Almeida Cardoso, 8 anos; e Francisco da Silva Almeida Cardoso, 10 anos; foram esfaqueados e mortos no Sítio Inharim, na cidade de Viçosa do Ceará (348Km de Fortaleza). Três suspeitos estão detidos.


Fonte Ceará News

Morre José Adauto, o presidente da Associação dos Cornos


Jose Adauto
José Adauto, presidente da Associação dos Homens Mal Amados do Ceará, mais conhecida como Associação dos Cornos, faleceu na tarde do último domingo (16), em decorrência de um ataque cardíaco. Segundo a esposa de José Adauto, Claudia Maria, ele sentiu-se mal por volta de 14h e, ao ser levado ao hospital, não resistiu.

José Adauto foi fundador do curioso clube que tem mais de 17 mil associados. Com a associação, ele já passou por vários programas de televisão, como Jô Soares, Fantástico, Encontro com Fátima Bernardes (todos pela TV Globo), Domingo Espetacular da TV Record, e Gugu, quando ainda era do SBT.

Recentemente, José Adauto contou ao Diário do Nordeste que a Associação estava prestes a acabar. 


Fonte Diário do Nordeste

Caixa reabre plano de demissão voluntária para cortar mais 5 mil vagas



A Caixa Econômica Federal reabriu um programa de demissão voluntária extraordinário (PDVE) e espera que a adesão alcance 5.480 empregados. Na iniciativa anterior, encerrada em março último, o banco teve a adesão de 4.645 funcionários em um contingente de 30 mil pessoas elegíveis.

A expectativa da Caixa, em seu PDV anterior, era alcançar 10 mil empregados. Como não chegou ao número, o banco optou por reabrir o programa. Ao final de março, a Caixa contava com 101.505 funcionários, considerando estagiários e aprendizes. Somente empregados diretos do banco eram 91.128.

O novo período de adesão ao programa de demissão voluntária começa nesta segunda-feira (17) e vai até o dia 14 de agosto. Com isso, o desligamento dos funcionários que aderirem ao Plano deve ocorrer de 24 de julho a 25 de agosto, conforme informações de documento enviado aos gestores do banco.

Segundo a direção da Caixa, o Plano de demissão Voluntária tem por objetivo dar suporte financeiro aos empregados que queiram se desligar voluntariamente da empresa e que se enquadrem nas regras.

Poderão aderir ao programa os funcionários com no mínimo 15 anos de casa; aposentados pelo INSS até a data de desligamento, exceto quando for por invalidez; funcionários aptos a se aposentarem até 31 de dezembro de 2017 ou com adicional de função de confiança/cargo em comissão gratificada até a data de desligamento.

Em troca, a Caixa está oferecendo apoio financeiro, em caráter indenizatório e a ser pago em parcela única, de dez remunerações base do empregado, limitado a R$ 500 mil. Os funcionários que aderirem, conforme explica o banco, permanecerão com o plano de saúde da instituição desde que atendam os requisitos estabelecidos pela instituição. Para os que não se enquadrarem, o banco oferece a permanência no plano por 24 meses, sem prorrogação.