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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Vídeo: Vagabundo foi fazer graça na frente da PM e se deu mal



Vídeo mostra o instante que um vagabundo foi fazer graça na frente da Polícia Militar e se deu mal!

Confira o vídeo: 


Fonte: Gazeta Pop

Temer decide indicar Alexandre de Moraes para vaga de Teori no STF



O presidente Michel Temer decidiu indicar o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para a vaga de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

Ele foi escolhido por Temer para o cargo que era ocupado por Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo no dia 19.

A expectativa é que o nome de Moraes seja anunciado ainda nesta segunda (6).

A indicação ganhou força no fim de semana, superando o favorito até então, o presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), Ives Gandra Filho.
Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, escolhido por Temer para o Supremo
Nos bastidores, o ministro da Justiça recebeu respaldo de líderes partidários no Congresso e de ministros do próprio STF.

Depois que houver a oficialização de sua indicação, Moraes será sabatinado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e terá seu nome apreciado pelo plenário do Senado.

A expectativa é que ele não tenha dificuldades em ser aprovado.

Entre nomes que eram cotados para a vaga, ele é o mais próximo do presidente Michel Temer.

Como mostrou reportagem da Folha, o advogado, que é filiado ao PSDB, saiu na frente na disputa, ao receber o apoio do ministro do STF Marco Aurélio, que considera Moraes o "nome ideal", pela experiência e bagagem jurídica.

Anos atrás, Moraes criticou a indicação de candidatos ao STF por critérios políticos. Condenou o foro privilegiado, pois entende que os tribunais superiores não foram estruturados para produzir provas em ações penais.

Foi promotor de Justiça, secretário de Segurança Pública e secretário de Justiça no Estado de São Paulo. Como ministro, herdou um sistema penitenciário à beira da explosão. O governo Temer demonstrou que não sabe como enfrentar o caos carcerário no país.

Durante os protestos de rua em 2013, Moraes defendeu as passeatas, mas considerou abusivo impedir o livre acesso das pessoas a aeroportos, rodovias e hospitais.

Em setembro, em Ribeirão Preto (SP), sugeriu, em conversa com integrantes do Movimento Brasil Limpo, conhecer os próximos passos da Lava Jato: "Quinta teve uma [etapa], sexta teve outra, nesta semana vai ter mais. Podem ficar tranquilos", afirmou.

Em seguida, arrematou: "Quando vocês virem esta semana vão se lembrar de mim". Dias depois, a PF prenderia o ex-ministro Antonio Palocci (PT), acusado de receber propina da Odebrecht.

Foi advogado do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em processo sobre uso de documento falso. A ação penal foi arquivada em 2014 pelo Supremo, por insuficiência de prova.

Moraes foi membro do primeiro colegiado do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2005. Indicado pela Câmara Federal, seu nome foi vetado na primeira votação no Senado. Uma manobra política, atropelando o regimento, permitiu que ele obtivesse os votos necessários. A Casa era presidida por Renan Calheiros (PMDB-AL).

Foi o relator da resolução que proibiu o nepotismo no Judiciário. Deu parecer reconhecendo que o CNJ pode instaurar processos, independentemente das corregedorias dos tribunais. Contrariou as associações dos magistrados.

É bem-sucedido no mercado editorial, jovens estudantes e advogados experientes consultam seus manuais de direito constitucional. Um deles está na 32ª edição.

Fonte: folha.uol.com.br

PM ENTRA EM GREVE E O CAOS SE INSTALA NO ESPÍRITO SANTO



Sem policiamento nas ruas, de norte a sul do estado capixaba, população vive dias de violência sem precedentes; greve foi considerada ilegal pela Justiça.
O governo do Espírito Santo pediu, nesta segunda-feira (6), apoio da Força Nacional de Segurança Pública diante da paralisação de agentes da Polícia Militar em todo o estado.

A greve da Polícia Militar começou na última sexta-feira (3), quando um grupo de cerca de cem mulheres – esposas, namoradas e filhas de policiais – iniciaram um ato em frente ao Destacamento da Polícia Militar (DPM) de Feu Rosa, na Serra, município do Espírito Santo .
Os protestos se multiplicaram pelo estado capixaba e seguiram durante todo o fim de semana, impedindo a saída de carros e policiais dos quartéis e instalando o caos em todo o estado.

Desde sexta, o município de Serra ficou sem policiamento nas ruas e foram registrados diversos roubos e tentativas de homicídios. De norte ao sul do estado, não há policiamento nas ruas.

Nesta segunda, o coronel Laércio Oliveira deixou o posto, com menos de um mês de cargo. Quem vai assumir a chefia da PM no estado agora é o coronel Nilton.

A greve foi decretada ilegal pela Justiça e já foi determinado que os manifestantes saíssem das portas dos quartéis.

Além de reajuste salarial, as famílias dos PMs pedem o pagamento de auxílio alimentação, periculosidade, insalubridade e adicional noturno. Também são denunciados o sucateamento da frota e falta de perspectiva de carreira.

Eles protestam pelos seus familiares porque os policiais militares são proibidos de protestar, fazer greve ou paralisação, segundo o Código Penal Militar. A pena para o policial que tomar parte em manifestações desse tipo pode chegar a dois anos de prisão.


Caos instalado 

Com a falta de policiamento nas ruas, uma onda de violência atinge todo o estado capixaba. As voltas às aulas foram suspensas na maioria das escolas e a recomendação é que a população procure não sair de casa. Em Vitória, o atendimento médico também está paralisado por conta da violência.

Fonte: Último Segundo