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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Estudo mostra que 9 entre 10 trabalhadores vão sacar até R$ 3,5 mil do FGTS


O total liberado será de R$ 41 bilhões, dos quais R$ 20 bilhões irão para 1% dos cotistas

 
Nove entre dez trabalhadores poderão sacar até R$ 3,5 mil de contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), segundo estudo do banco Santander, realizado sobre números oficiais do fundo. O calendário de saques ainda não foi divulgado pelo governo.

A autorização para saque vai valer para contas do Fundo de Garantia de empregos dos quais o trabalhador saiu até 31 de dezembro de 2015 e que ainda possuem saldo.

Mas dentro desse numeroso grupo - são cerca de 10,1 milhões de trabalhadores donos de 18,6 milhões de contas-, a maior parte daqueles que possuem algum dinheiro para ser resgatado encontrará um saldo médio de R$ 730. Esse é o valor que deverá estar disponível em 5,4 milhões de contas inativas que pertencem a 3 milhões de pessoas, segundo cálculo realizado a pedido da reportagem pela economista do Santander Adriana Dupita.

Uma parte ainda relativamente grande do total de cotistas -cerca de 700 mil donos de 1,3 milhão de contas inativas- encontrarão saldo médio de R$ 6,5 mil.

Considerando que o valor disponível para a maioria é baixo, a expectativa é que os trabalhadores utilizem esse dinheiro como renda extra ou para pagar dívidas, analisa Adriana. "Será uma ajuda para pagar dívidas com bancos, cartões de crédito, conta de água ou energia que podem estar em atraso ou mesmo em gastos do dia a dia."

O total de contas sem nenhum dinheiro é de 10,7 milhões. Isso pode significar que mais da metade dos trabalhadores que possuem contas inativas no fundo não receberá nem sequer um centavo.

O total liberado será de R$ 41 bilhões, dos quais R$ 20 bilhões irão para 1% dos cotistas; R$ 15 bilhões para 5% e R$ 7 bilhões para os outros 94%.




Fonte Diário do Nordeste

Após fiscalização do TCM, municípios cearenses desistem de decretar emergência


domingos
Após anunciar que iria fiscalizar pessoalmente a regularidade de decretos de emergência ou calamidade feitos por diversas cidades cearenses, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) deve entregar ao Ministério Público do Estado (MPCE), na próxima segunda-feira (6), os primeiros relatórios sobre a situação verificada em alguns locais. Desde que a investigação começou, alguns municípios cearenses até já desistiram do pedido de emergência.

No último dia 25 de janeiro, por exemplo, o prefeito de Fortim, Naselmo de Sousa Ferreira (PMDB), decretou a anulação de "quaisquer decretos ou atos administrativos que tenham declarado situação de emergência ou calamidade pública". Segundo ele, a decisão seguiu uma orientação do próprio MPCE. A informação consta no Diário Oficial dos Municípios do dia 26 de janeiro.

O mesmo aconteceu em Nova Russas, onde o prefeito Rafael Holanda Pedrosa (PMN) determinou, no dia 13 de janeiro, que estava "revogado o decreto que estabeleceu Estado de Emergência Financeira e Administrativa no Município". Segundo ele, a mudança aconteceu porque "ajustes iniciais promovidos tornaram possíveis a regular manutenção das atividades indispensáveis ao funcionamento básico da administração pública".

Suspeitas

Apesar das justificativas dos municípios, o TCM suspeita que várias cidades estão praticando irregularidades para dispensar algumas licitações, fundamentadas nas situações de anormalidade alegadas nesses documentos. Até o momento, 18 municípios foram visitados pelo Tribunal. São eles: Ibicuitinga, Pedra Branca, Santa Quitéria, Groaíras, Palhano, Tururu, Icapuí, Tauá, Ubajara, Aiuaba, Fortim, Viçosa do Ceará, Crato, Jardim, Novo Oriente, Barbalha, Pereiro e Guaiúba.

Nesta segunda-feira, o presidente do TCM, Domingos Filho, vai entregar ao MPCE os relatórios de fiscalização realizados pelo órgão em Aiuaba, Fortim, Icapuí, Tauá, Ubajara e Viçosa do Ceará. As informações levantadas pelo TCM podem motivar recomendações ou mesmo ações judiciais propostas pelo MPCE, além de multas, devolução de recursos e desaprovação de contas pela Corte de Contas.

O TCM deu início à operação especial após mais de 50 municípios, até meados de janeiro, terem decretado estado emergencial. 




Fonte Diário do Nordeste