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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Estilista de Dani Sperle entrega: 'O tapa-sexo dela cabe na palma da mão'


Foto: Marcos Mello / R2
Markety Brasil, stylist da Musa da União da Ilha, garante: "Dani vai arrasar"
Dani Sperle sabe causar quando os assuntos são tapa-sexo e Carnaval. Para desfilar na Marquês de Sapucaí, a Musa da União da Ilha prefere usar o mínimo possível e, claro, que seu estilista precisa seguir todos os desejos da morena. "Dani vai arrasar", dispara Markety Brasil, stylist da moça.

"Sua fantasia será cravejada de pedraria azul em dois tons e um tapa-sexo mínimo de cristal sobreposto em um cinturão de cristal. Sua roupa está avaliada em R$ 40 mil", diz Markety, que mora na Itália, e trouxe diretamente da Europa todos as materiais que usou na criação da roupa da musa. "Lembrando que o tapa-sexo dela cabe na palma da minha mão", entrega.

Dani, que está se dedicando na preparação para o Carnaval 2017, não vê a hora de entrar na Sapucaí . "Eu amo carnaval! E amo chegar na avenida causando, afinal o holofote não é meu, é da escola que defendo. Mas em tudo o que faço tenho o cuidado de estar dentro das normas da escola para nunca, jamais, em tempo algum, prejudicar a agremiação que represento", diz a morena, que também garante: "Neste ano a musa do tapa-sexo sou eu, de novo".

Dani Sperle (Foto: Marcos Mello/R2)

Dani Sperle (Foto: Marcos Mello/R2)

Dani Sperle (Foto: Marcos Mello/R2)
Fotos: Marcos Mello / R2

Ego

Correios fecham agências no País

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Com quatro anos seguidos de prejuízo, os Correios estudam fechar agências próprias em grandes centros urbanos de todos os Estados brasileiros. A fusão de agências faz parte de um plano de economia que está sendo implementado pela direção para tentar reverter a crise que a Empresa Brasileira dos Correios e Telégrafos (ECT) enfrenta, mais de dez anos após ser o palco inaugural do mensalão.

O número ainda não está fechado, mas a estatal, que registrou em 2016 prejuízo em torno de R$ 2 bilhões, patamar semelhante ao de 2015, vai fundir agências consideradas "superpostas", ou seja, muito próximas. "O processo está sendo feito em consonância com o Ministério das Comunicações, porque sabemos as reverberações que a medida vai trazer", disse o presidente dos Correios, Guilherme Campos. Segundo ele, a estatal trabalha contra o tempo para colocar em prática o processo de "otimização e racionalização" dos serviços. Atualmente, os Correios contam com 6.511 agências próprias. Responsável pela condução do estudo de fusão das agências, o vice-presidente da rede de agência e varejo, Cristiano Morbach, adianta que o "número vai cair bastante".

A estratégia da empresa será ampliar a rede de agências franqueadas, pouco mais de mil hoje. Campos ainda planeja criar a figura de microempreendedor postal, uma pequena empresa que assumiria os serviços postais em localidades menores.

Com o fechamento de agências próprias, os Correios economizam nos custos de manutenção ou aluguel dos imóveis e no enxugamento do quadro de funcionários da Companhia.

Diário do Nordeste