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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Três suspeitos mortos e um baleado em confronto com o Raio em Fortaleza


           

Cinco armas foram apreendidas, dois revólveres calibre 38, duas pistolas calibre 380 e uma calibre .45 (de uso restrito) e um facão que os bandidos usariam para decapitar Lucas ( Foto: Divulgação/PMCE )
Três pessoas foram mortas e uma baleada, por volta de 21h da noite desta última quinta-feira (13), em dois tiroteios no bairro Autran Nunes, em Fortaleza.

No primeiro caso, quatro homens mataram um desafeto. Após a execução, foram surpreendidos por policiais militares do Batalhão de Policiamento e Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio). Durante o confronto, os PMs mataram dois, balearam o terceiro e prenderam o quarto suspeito. Cinco armas foram apreendidas.

Conforme a assessoria de comunicação da PM, o quarteto saiu do bairro Alto alegre, em Maracanaú, em um veículo Fiat Punto preto roubado e se dirigiu para o Autran Nunes com o objetivo de matar um inimigo, identificado apenas como Lucas. Na Travessa Tocantins, por trás da Unidade de Pronto Atendimento do bairro, os quatro homens conseguiram executar desafeto.

Uma equipe do BPRaio, que estava próxima do local, ouviu os disparos e dobrou na via. Durante a abordagem, os homens dispararam contra os PMs que atiraram de volta. Durante a ação, Danley Cristian de Sousa Rocha, de 19 anos, se rendeu. Os homens identificados apenas como Aldênio e Wilian foram baleados pelos agentes e morreram na hora.

O quarto homem, Valdenir Alexandre de Sousa Rocha, 22, foi atingido no ombro e no punho e levado por uma viatura para o Hospital Distrital Maria José Barroso de Oliveira, conhecido como Frotinha de Parangaba. Na unidade de saúde, os policiais encaminharam o acusado para realizar exames. Após a radiografia e medicação, o lesionado foi encaminhado para o 10º Distrito Policial, no bairro Antônio Bezerra, para onde o Danley já havia sido levado.

Apreensões Foram apreendidas cinco armas de fogo, sendo dois revólveres calibre 38, duas pistolas calibre 380 e outra .45, de uso restrito. Os policiais ainda encontraram um facão no veículo, que um dos homens afirmou que seria usada para degolar Lucas e levar sua cabeça para um traficante



Fonte Diário do Nordeste

Nova Lei: Proibido uso de algemas em detentas no parto


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Durante os atos médico-hospitalares preparatórios, grávidas não poderão ser algemadas ( Foto: Natinho Rodrigues )

Foi publicada ontem no Diário Oficial da União, a Lei nº 13.434, que proíbe que mulheres presas sejam algemadas durante o parto. Aprovada pelo Congresso Nacional no fim de março, a lei foi sancionada na última quarta (12) pela Presidência da República. A nova regra já passou a valer desde ontem.

A lei altera o Artigo 292, Código de Processo Penal e estabelece que é vedado o uso de algemas em mulheres grávidas durante os atos médico-hospitalares preparatórios para a realização do parto e durante o trabalho de parto, bem como em mulheres durante o período de puerpério imediato.

Em nota divulgada à imprensa, a coordenadora de Políticas para Mulheres e Promoção das Diversidades, Susana Inês de Almeida, diz que é comum o uso de algemas em presas grávidas, mesmo durante o parto, sob a alegação de insegurança e risco de fuga. Segundo ela, isso ocorre embora esses riscos sejam mínimos, pois 65% das mulheres são presas por tráfico ou associação, e a maioria é ré primária.

A lei reforça normativos anteriores que já vedavam o uso de algemas nessas situações, como a resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), de 2012, e uma súmula do Supremo Tribunal Federal.

Mulheres nas prisões

Do total de mulheres presas no Brasil, 68% são jovens, com idade entre 18 e 34 anos, 61% são negras e pardas, 62% são analfabetas ou tem o ensino fundamental incompleto e 57% são mães solteiras. A maioria é presa por tráfico de entorpecentes, 30% estão detidas sem condenação e 63% são condenadas a penas de até oito anos.

Os dados foram apresentados pela secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Sílvia Rita Souza, em audiência pública sobre a violência de gênero nos presídios femininos realizada na última terça-feira (11) pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

O crescimento da população carcerária feminina é maior que o de presos do gênero masculino. De 2007 a 2014, o número de mulheres no sistema prisional subiu mais de 560%, enquanto que o registro de homens encarceradas cresceu pouco mais de 200%. Cerca de 95% das mulheres encarceradas no Brasil já sofreram ou sofrem algum tipo de violência dentro das prisões.



Fonte Diário do Nordeste