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segunda-feira, 6 de março de 2017

Saúde: Uma em cada seis vítimas de ataque cardíaco tiveram sinais de alerta ignorados


ataque
Pessoas que morreram de ataques cardíacos, em hospitais ingleses, podem ter visitado o médico mas não terem sido diagnosticadas, aponta um estudo. Todos os ataques cardíacos e mortes entre 2006 e 2010 foram analisados pelos cientistas Imperial College de Londres. 

Os pesquisadores descobriram que 16% das pessoas que morreram tinham sido internadas nos 28 dias anteriores. Alguns tinham sinais de alerta como dor no peito. Diante desses resultados, os autores dizem que pesquisas nesse âmbito são "urgentemente necessárias".

Sem registro

O estudo, publicado na revista científica Lancet, analisou os registros hospitalares de todas as 135.950 mortes causadas por ataques cardíacos na Inglaterra durante quatro anos.

Os registros mostraram se a pessoa tinha dado entrada no hospital nas últimas quatro semanas e se os sinais de um ataque cardíaco foram registrados como a principal razão para a admissão hospitalar, uma razão secundária ou se não houve registro.

Os dados mostraram que 21.677 desses pacientes não tinham registros de sintomas de cardíaco em seus registros hospitalares.

"Médicos são muito bons em tratar ataques cardíacos quando eles são a principal causa, mas não tratamos muito bem ataques cardíacos secundários ou sinais sutis que podem apontar para um ataque cardíaco que termine em morte num futuro próximo", disse o médico e autor principal do estudo, Perviz Asaria.

O relatório diz que sintomas como desmaio, falta de ar e dor no peito ficaram aparentes até um mês antes da morte em alguns pacientes. Mas eles apontam que médicos podem não ter ficado em alerta para a possibilidade de que esses eram sinais da aproximação de um ataque cardíaco fatal porque não havia danos claros no coração na época.

"Nós ainda não podemos dizer por que esses sinais estão sendo descartados, razão pela qual uma pesquisa mais detalhada deve ser conduzida para recomendar mudanças nesse sentido", disse o professor Majid Ezzati, que também trabalhou no estudo.

"Isso pode incluir orientações atualizadas para profissionais de saúde, mudanças na cultura das clínicas ou permitir que os médicos tenham mais tempo para examinar os pacientes e olhar seus registros anteriores."

Para Jeremy Pearson, diretor médico associado ao Instituto Britânico do Coração, os números são importantes.

"Essa falha na detecção de sinais de alerta é preocupante. E esses resultados devem levar os médicos a serem mais vigilantes, reduzindo a chance dos sintomas se perderem e, em última análise, a salvar mais vidas."

Embora muitos ataques apresentem a clássica dor no peito em pessoas que fumam e têm outros fatores de risco para doenças cardíacas, muitos ataques cardíacos não se manifestam desta forma.

"O desafio é diagnosticar com precisão todos esses pacientes para que possam ser oferecidos melhores cuidados. A educação da sociedade, dos médicos de família, paramédicos e dos médicos de emergência é essencial se quisermos melhorar ainda mais o atendimento oferecido aos pacientes que têm um ataque cardíaco", disse um porta-voz do Royal College of Physicians .

Sintomas de ataque cardíaco

- Dor torácica (sensação de pressão ou aperto no centro do peito);

- Dor em outras partes do corpo (pode ser sentida como se a dor estivesse viajando do peito para os braços, geralmente o braço esquerdo é afetado, mas pode atingir os dois, mandíbula, pescoço, costas e abdômen)

- Sensação de tontura

- Transpiração

- Falta de ar

- Sentir-se enjoado (náuseas) ou vomitar

- Sensação extrema de ansiedade (semelhante a um ataque de pânico)

- Tosse ou chiado

Embora a dor no peito seja frequentemente forte, algumas pessoas têm apenas uma dor menor, semelhante a uma indigestão. Em alguns casos, pode não haver qualquer dor no peito, principalmente em mulheres, idosos e pessoas com diabetes.
 
Fonte Diário do Nordeste

Pesquisa sobre a frequência de sexo entre solteiros surpreende


Uma recente pesquisa realizada pelo site britânico de promoções Voucher Codes Pro mostra que a realidade dos solteiros não é tão agitada quanto se pensa. Nela, os homens solteiros afirmaram, em média, fazer sexo duas vezes por mês, enquanto as mulheres realizam o ato apenas uma vez a cada 30 dias. A pesquisa foi realizada com 2.287 pessoas com mais de 18 anos no Reino Unido e os resultados foram divulgados pelo jornal britânico The Sun. Além disso, a pesquisa também afirmou que os homens costumam gastar 100 libras (cerca de R$ 400) a mais do que as mulheres com “itens de sedução”. Ao todo, eles investem 173 libras (R$ 714) por mês enquanto as mulheres investem apenas 65 libras (R$ 268). Entre os itens relacionados a sexo que os homens mais investem estão: bebida alcoólica (24%), comer fora (19%), academia (16%), preservativo (13%) e roupas (9%). Já as mulheres optam por gastar o dinheiro em: lingerie (24%), roupas (22%), perfume (19%), bebida alcoólica (12%) e brinquedos eróticos (9%).

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