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quarta-feira, 22 de março de 2017

GRUPO JOÃO SANTOS, DO CIMENTO NASSAU, DECRETA FALÊNCIA DIREÇÃO NEGA



Foto/Divulgação Noticias que vem sendo veiculadas essa semana sobre empresa de cimento Nassau, importante empreendimento da economia mossoroense, é ligada ao grupo empresarial tem causado muita preocupação principalmente a quem depende direta ou indiretamente da fábrica de cimento. A diretoria nega. Veja abaixo O Grupo João Santos, que produzia o cimento Nassau e detinha 13% do mercado do produto no Brasil, decretou, oficialmente, sua falência no fim da última semana. Em suas 12 fábricas no Norte, Nordeste e Sudeste do País, a Nassau produzia 6,4 milhões de toneladas de cimento por mês. Porém, o Grupo João Santos não era só cimento. Era um império que tinha usinas de açúcar e etanol, fábricas de papel e celulose e uma rede de comunicação, a Rede Tribuna, presente em Pernambuco e no Espírito Santo. A crise no grupo econômico foi instalada logo após a morte do patriarca e fundador do império, o empresário pernambucano João Pereira dos Santos. Ele morreu de infarto, em 15 de abril de 2009, aos 101 anos. A briga familiar pelo controle do grupo, que levou à falência do império, teve de um lado Fernando Santos, José Bernardino Santos e Maria Clara Santos, filhos de João Santos, e de outro, as irmãs de João Santos, Ana Maria Santos e Rosália Santos, além de Alexandra, Rodrigo e Maria Helena, filhos do primogênito João Santos Filho, morto em 1980 num desastre de avião no Paraguai. Em 2010, o patrimônio do conglomerado era avaliado pelo mercado em R$ 5 bilhões. Diretor diz que grupo João Santos não existe e que não houve decreto de falência das fábricas Coluna do jornalista Rubens Frota, do jornal O Estado (CE), o dia 17 de março de 2017, sobre "Falência" do Grupo João Santos No entanto, o jornalista mossoroense Argolante Lopes conseguiu falar com o diretor Fernando Gusmão. Segundo Gusmão, o grupo João Santos não existe juridicamente, é apenas um nome "fantasma", como cita ele durante conversa com jornalista Lopes. O servidor afirmou que a informação de falência não procede, nem em relação ao grupo, nem quanto às empresas. "Não existe João Santos, não é um grupo, existem diversas empresas que em conjunto elas são chamadas de grupo João Santos. Mas, não tem respaldo jurídico, não é uma instituição, só o nome fantasia de um conjunto de empresas. Nenhuma [decretou falência], não tem pé nem cabeça", declarou Fernando Gusmão. Por Antônio Martins Fonte:Passando no Hora

Secretário de Segurança responde com ironia a ameaça de criminoso no Facebook


André Costa respondeu a ameaça de criminoso (FOTO: Reprodução/Facebook)


O secretário de Segurança Pública e Defesa (SSPDS) do Ceará, André Costa, respondeu nesta terça-feira (21) a ameaça de um suposto membro de um facção criminosa em sua rede social.

O que chama atenção é que André usou a ironia na resposta e provocou Lemoel Mael, o homem que escreveu no perfil pessoal do secretário.

“Quando você tiver coragem de escrever isso sem esconder a cara, daí você venha citar meu nome, até pq consta na minha pequena busca, pra esse seu Positivo Stilo One XC3550 Intel Quad Core esse aí da foto não é vc… Tá bom de atualizar seu Windows, tá bem ultrapassado”, disse o secretário, ironizando a postagem.


André Costa respondeu a ameaça (FOTO: Reprodução/Facebook)



O suposto integrante do Comando Vermelho comentou na postagem do último domingo do delegado que falava que não recuaria diante da violência. “A polícia age conforme a situação e, diante desta, NÃO RECUAREMOS”.

Além disso, o criminoso, publicou um texto no perfil de André com uma advertência. O suposto integrante do CV é da comunidade do Gueto, localizada na Barra do Ceará, em Fortaleza.

A comunidade foi ocupada por policiais na primeira fase da Operação Marco Zero, que tem o objetivo de mudar locais considerados áreas de risco da capital cearense, geralmente dominadas pelo tráfico.

A primeira fase da operação ocupou os redutos de facções criminosas que atuam no Ceará. Além da comunidade do Gueto, o Morro do Santiago.

André Costa postou uma foto em seu Facebook, no dia 10 de março, mostrando policiais na área, enaltecendo a operação. “Me diga onde a polícia não entra que nós vamos até lá”, dizia a legenda da foto.

Os policiais desfizeram as barricadas preparadas pelos traficantes. Na postagem, o suposto integrante quis dizer que, se os policiais voltarem ao local, eles vão atacá-los para matá-los. Ele ainda afirma que refizeram as barricadas.



Fonte Tribuna do Ceará