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quinta-feira, 23 de março de 2017

Conheça o substituto de Riquelme no Aviões do Forró


Riquelme seguiu com Solange Almeida. Pedalada assumiu seu lugar no Aviões do Forró (Foto: Reprodução/Instagram/YouTube)

Sai Riquelme, entra Pedalada! O novo baterista pertencia à banda do cantor Ávine Vinny, artista que também está no cast da A3 Entretenimento. Antes da confirmação, já se especulava nos bastidores a contratação de Pedalada.

Natural de Palmácia, interior do Ceará, Elivelton Rocha, de 23 anos, começou a tocar profissionalmente aos 17 anos. Sua primeira banda foi “PagoDança” da sua cidade natal. Ao “Vai, Forrozão!”, Pedalada conta que foi bastante incentivado pelo pai.

“Minha paixão pela bateria começou muito cedo. Meu pai me levava para as festas e, nos intervalos, ele pedia para os bateristas um espaço para eu tocar”, relembra.

Segundo Elivelton, o apelido Pedalada foi colocado por um primo do interior. “Desde então, não parou mais. Eu gosto que me chamem de Pedalada”, frisa.

Em relação ao convite para a vaga de Riquelme, Pedalada revela que recebeu o convite do produtor do Aviões Dj Ivis. “Um mês antes dos músicos saírem, Dj Ivis me ligou. Depois, chegaram a um consenso que ia ser eu. Já gravei o novo CD promocional ‘No Comando'”, conta.

Assumir o lugar de um dos maiores baterista do Brasil não é uma tarefa fácil. De acordo com Pedalada, ele já estava preparado para as críticas, mas, por hora, só tem recebido elogios. O novo baterista revela ainda que é fã de Riquelme.

“Eu sou fã dele e sei que é uma grande responsabilidade. Na estreia, não fiquei tão nervoso por conta do tempo que já tenho na profissão e os músicos já eram meus amigos. Eu fico feliz porque eles deram esta oportunidade para a galera nova”, comenta.

Engana-se quem pensa que o Aviões terá a mesma “pegada” da época de Xand e Solange Almeida juntos. Pedalada diz que os novos integrantes trazem uma “pegada” diferente. Já na bateria, ele afirma: “O Riquelme é único. Não pode copiar. Pedalada também é único”.

O novo baterista também quer fazer história no grupo que levou o forró para todo o País. “Quero mostrar para todos que nada é impossível. Eu já tinha pensado em desistir. Hoje, estou no Aviões e é só o começo”, declara.

No palco, conforme Pedalada, o clima é o melhor possível. “Xand está muito feliz com o novo projeto. Para ele, é como se estivesse começando tudo de novo”, finaliza.

O novo baterista do Aviões já integrou as bandas “Zanzibar”, “Mala-Mansa”, “Willy Gomes”, “Fabinho Negão” e Ávine Vinny, banda na qual estava antes de integrar o Aviões do Forró. 

Reformulação 

Riquelme acompanhou Solange Almeida, que deixou o grupo para seguir carreira solo.Mais cinco músicos deixaram o Aviões do Forró para compor a banda da cantoraForam eles: Walci (sanfoneiro), Dani Boy (guitarrista), Marcio Mouzinho (baixista), Belton (percussionista) e Ranyere (trompetista). 

Com isso, o Aviões precisou se “reconstruir”. Ao “Vai, Forrozão!” Xand Avião contou que os novos integrantes foram escolhidos a dedo por ele e Carlinhos, que é um dos sócios do Aviões e produtor musical. A banda conta agora com jovens músicos. “O mais velho deve ter seus 25 anos. É uma grande responsabilidade entrar em um grupo que já tem 15 anos de trajetória, mas eles são todos realmente bons”, ressalta o vocalista.



Fonte O Povo

Dez bairros de Fortaleza têm risco de epidemia de dengue

aedes aegypti


Dos 119 bairros de Fortaleza, 10 apresentam risco de epidemia das arboviroses – dengue, chikungunya e zika – provocadas pelo mosquito Aedes aegypti. Outros 80 estão em alerta para esta situação, pois, conforme o Levantamento Rápido do Índice de Infestação para Aedes aegypti (LIRAa), feito pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em fevereiro, o nível de infestação nestes bairros varia entre 1,0 e 3,9. A SMS alerta que, nesta quadra chuvosa, a aceleração do ciclo reprodutor do mosquito tem sido uma preocupação. A ocorrência de chuvas seguidas de calor tem gerado condições favoráveis para procriação rápida e o tempo de reprodução do vetor cai de 10 dias para 6 ou 7 dias.

O atual LIRAa de Fortaleza, explica o assessor técnico da vigilância ambiental da SMS, Carlos Alberto Barbosa, foi medido entre os dias 1º e 10 de fevereiro. Do total de 1.200.000 imóveis cadastrados no sistema da Vigilância Ambiental da SMS, 40.000 foram visitados.

Segundo o levantamento, o bairro Guararapes (Regional II) tem a situação mais preocupante, com LIRAa de 6,98. O índice de infestação é caracterizado como satisfatório quando fica abaixo de 1,0 e em alerta quando está no intervalo entre 1,0 e 3,9. Já quando é igual ou superior a 4,0 há risco de epidemia. O LIRAa será novamente mensurado em junho e outubro.

O método utilizado pela SMS é o Índice de Infestação Predial (IIP), que mede a relação entre o número de imóveis com foco do mosquito e o total de edificações pesquisadas. Para traçar estratégias específicas de combate ao vetor nesta época do ano, além do LIRAa, a SMS também leva em conta a incidência dos casos de dengue, chikungunya e zika.

Incidência

Somados os dois indicadores, Carlos Alberto informa que os bairros Jangurussu, José Walter, Conjunto Palmeiras, Autran Nunes, Genibaú, Cristo Redentor, Vila Pery, Álvaro Weyne e Barra do Ceará são os que, no atual momento, demandam ações mais incisivas. “Quando há casos, procuramos bloquear a área através do uso de máquinas costais, que alcançam cerca de nove quadras. Mas nesses bairros precisamos ampliar o bloqueio usando os chamados carros fumacê”.

Nestas áreas, os registros de doenças arboviroses são altos e parte delas, segundo Carlos Alberto, recebe carros fumacê desde o dia 6 de março. São realizados três ciclos semanais. Outros bairros como Montese, Jardim Guanabara, Messejana, Antônio Bezerra, São João do Tauape, Joaquim Távora e Itaperi também demandam a passagem do fumacê. A liberação do bloqueio para essas regiões é analisada pela Secretaria Estadual da Saúde, segundo o assessor técnico.

O relatório da SMS aponta que até o dia 18 de março 5.111 casos de dengue foram notificados na Capital. Destes, há 1.610 confirmados. A Regional VI tem a maior incidência, com 403 ocorrências, seguida pela Regional I, com 380 confirmações. Já os registros de chikungunya chegaram a 593, neste intervalo de tempo. Comparado ao período semelhante de 2016 (janeiro a março), são 41 casos a mais.

A projeção é que caso as chuvas continuem na mesma intensidade durante os próximos meses, os casos das três doenças devem superar os de 2016. “O pico dos casos é em maio. O momento agora é de prevenção”, alerta Carlos Alberto. 
 
 
 
Fonte Diário do Nordeste