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domingo, 15 de julho de 2018

Empresário é assassinado no Anel Viário em Juazeiro do Norte

O empresário Francisco Pereira da Silva foi assassinado, na manhã deste sábado (14), na Avenida Leandro Bezerra de Menezes – no Anel Viário. Segundo testemunhas, ele seguia no sentido Juazeiro – Crato, dirigindo seu veículo, modelo Land Rover na cor prata, quando outro carro se aproximou e os ocupantes efetuaram disparos.

Os tiros penetraram pela lateral do veículo e pelo para-brisas, atingindo o empresário, que seguia ao volante. A vítima perdeu o controle do carro, que desceu no barranco, parando a 50 metros da rodovia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi até o local, mas Francisco já estava morto. A Perícia esteve no local. Este é 54º homicídio na Terra do Padre Cícero. O terceiro no mês de julho.

O empresário Francisco Pereira da Silva era proprietário da FP Construções e Empreendimento Imobiliários, que possui uma série de terrenos em Juazeiro do Norte e Crato e foi responsável pela construção de muitos loteamentos na Terra do Padre Cícero. No entanto, a empresa está envolvida em alguns processos jurídicos.

(Diário do Nordeste)

Câncer provocado por talco obriga Johnson & Johnson a pagar R$ 18 bilhões em indenização a mulheres


A Johnson & Johnson foi condenada a pagar uma indenização equivalente a cerca de 18,3 bilhões de reais a 22 mulheres que alegam ter desenvolvido câncer de ovário ao usar talcos produzidos pela multinacional.

Uma corte no Missouri (EUA) concedeu, inicialmente, compensação no valor de 550 milhões de dólares e acrescentou 4,1 bilhões de dólares referentes à indenização punitiva.

A gigante farmacêutica, que nega as acusações e assegura que seus produtos não causam câncer ou contêm substâncias cancerígenas, enfrenta cerca de 9 mil processos judiciais envolvendo o talco que fabrica para bebês.

A empresa informou que está “profundamente desapontada” com o resultado do julgamento e pretende recorrer da decisão.

Foram seis semanas de julgamento, no qual as 22 mulheres e as famílias delas afirmaram que desenvolveram câncer de ovário depois de usar o talco para bebês e outros produtos em pó da empresa.

Das 22 mulheres que foram à Justiça em busca de indenização, seis morreram de câncer no ovário.

Os advogados das mulheres alegam que a Johnson & Johnson sabia que o talco estava contaminado com amianto desde os anos 1970, mas falhou em alertar os consumidores.

O talco é um mineral que, às vezes, pode ser encontrado no solo próximo ao amianto. A J&J nega que seus produtos contivessem amianto e insiste que o talco não causa câncer. A empresa acrescentou que vários estudos mostraram que seu talco é seguro e disse que o veredicto foi produto de um “processo fundamentalmente injusto”.

A agência dos EUA que controla a produção de alimentos e medicamentos, a FDA na sigla em inglês, pediu um estudo com diferentes amostras de talco, incluindo os da J&J, entre 2009 e 2010. Não foi encontrado amianto nessas amostras.

Mas o advogado de acusação disse na corte que tanto a FDA quanto a empresa usaram métodos de teste falhos. (Bem Estar).

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