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sábado, 6 de maio de 2017

Temer diz não ter intenção de continuar na atividade política


michel temer
O presidente Michel Temer (PMDB) afirmou que não pretende continuar na vida política após terminar o mandato, em 2018. E também reforçou que não pretende concorrer a um novo mandato presidencial. "Aposentar-me nunca, jamais, mas eu não tenho intenção de continuar a atividade política, já cumpri meu papel" afirmou em entrevista à RedeTV! gravada na última terça-feira (2) e exibida na noite desta quinta (4).


Temer voltou a dizer que espera aprovar as reformas até o fim do mandato. "Só espero que as reformas deem certo e que não haja necessidade de pedirem para eu continuar", disse.

O presidente afirmou ainda que acredita não ter errado de forma proposital durante seu mandato, que assumiu após o afastamento da petista Dilma Rousseff, em maio de 2016. "É possível que eu tenha errado aqui e acolá, mas não sinto que tenha errado", disse.

Estadão Conteúdo

Família de detento morto em rebelião no Ceará deve receber R$ 90 mil de indenização


Preso foi assassinado durante rebelião em presídio no Ceará (Foto: Arquivo Pessoal)
Preso foi assassinado durante rebelião em presídio no Ceará (Foto: Arquivo Pessoal)

A Justiça condenou o Estado do Ceará a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 90 mil para a mãe e dois filhos de um detento morto durante uma rebelião em uma unidade prisional no Ceará. A mãe e cada um dos filhos do presidiário deverão receber R$ 30 mil, conforme a decisão da juíza Nadia Maria Frota Pereira, da 10ª Vara da Fazenda Pública de Fortaleza.

A magistrada determinou ainda o pagamento de indenização por danos materiais na forma de pensão mensal no valor de um salário mínimo, que deverá ser paga aos dois filhos do detento, que têm menos de 18 anos. O pagamento ocorrerá até o filho mais novo da vítima completar a maioridade.

O Estado contestou o processo afirmando não haver comprovação de parentesco do falecido com as crianças e a mulher. Porém, foi comprovado posteriormente, por meio de documentos, a mulher era mãe do preso.

Segundo a juíza, a autora "tem legitimidade ativa para postular reparação pelos danos morais suportados pela perda do seu filho". Ainda conforme a magistrada, "no presente caso, vê-se que a morte do parente dos autores decorreu de falha estatal no dever de vigilância do preso sob sua custódia". 
 


Fonte G1 Ceará