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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Imagens: Cenas provam a entrega de propina a indicados de Temer e Aécio


O colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", divulgou na tarde desta quinta-feira (18),as primeiras imagens da entrega de R$ 500 mil, em dinheiro vivo, em uma pizzaria, no bairro Jardins, em São Paulo. As imagens abaixo são do dia 28 de abril deste ano.

No flagrante, a ação gravada pela Polícia Federal (PF), mostra o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDBPR), indicado pelo presidente Michel Temer para tratar com Joesley Batista dos interesses de seu grupo empresarial, é flagrado pegando R$ 500 mil em propina — a primeira parcela de um montante prometido de R$ 480 milhões.

A Polícia Federal filmou também o primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, pegando, a mando de Aécio, R$ 1,5 milhão em propina na sede da JBS — três quartos dos R$ 2 milhões que Aécio pediu, sem saber que era gravado, para Joesley. 


Fonte Diário do Nordeste

'Não renunciarei', afirma Temer

O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira (18),no Palácio do Planalto que não teme delação e que não renunciará.

Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente.

"No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo", declarou.

Reportagem publicada no site do jornal "O Globo" nesta quarta (17) informou que Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) gravação de conversa na qual ele e Temer falaram sobre a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.

"Não temo nenhuma delação, nada tenho a esconder", disse Temer. "Nunca autorizei que se utilizasse meu nome", declarou o presidente.

Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário", disse. 
  
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