Ministro abriu prazo para manifestação do órgão após solicitações de parlamentares de esquerda.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre os pedidos de prisão contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com a solicitação, o órgão tem cinco dias para apresentar seu posicionamento.
O ofício atende a solicitações de parlamentares de esquerda da Câmara dos Deputados, como Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ), que pediram medidas como a suspensão de salários e o bloqueio de verbas indenizatórias de Eduardo.
Para fundamentar o pedido, os parlamentares citam o artigo 312 do Código de Processo Penal (CPP), que define os requisitos para a decretação da prisão preventiva, uma medida cautelar de restrição da liberdade. Para que a prisão seja decretada, é necessário que haja prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria.
O ofício atende a solicitações de parlamentares de esquerda da Câmara dos Deputados, como Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ), que pediram medidas como a suspensão de salários e o bloqueio de verbas indenizatórias de Eduardo.
Para fundamentar o pedido, os parlamentares citam o artigo 312 do Código de Processo Penal (CPP), que define os requisitos para a decretação da prisão preventiva, uma medida cautelar de restrição da liberdade. Para que a prisão seja decretada, é necessário que haja prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria.
Segundo os deputados “a decretação da prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro, nos termos do art. 312 do CPP, é necessária para garantir a ordem pública, a instrução criminal e a aplicação da lei penal, diante da permanência das manifestações golpistas e da intensificação da atuação ilícita em território estrangeiro”.
Em setembro, Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo foram denunciados pela PGR por coação no curso do processo. A acusação foi apresentada no inquérito que tramita no STF e investiga a atuação do deputado junto ao governo dos Estados Unidos.
Além disso, Eduardo Bolsonaro deve se manifestar após ser notificado via edital por Moraes. A informação foi publicada no Diário da Justiça na última terça (30). No ofício, Moraes alegou que o parlamentar tem demonstrado resistência em ser notificado.
*AE
Lula promete derrotar a direita “outra vez” em 2026
Petista voltou atacar adversários políticos em evento no Pará
O presidente Lula (PT) afirmou nesta quinta-feira (2), em Breves, no arquipélago do Marajó (PA), que está preparado para enfrentar a direita nas eleições de 2026. Em discurso, ele prometeu não permitir a volta do “ódio” e das “fake news” ao comando do país.
Lula declarou que sua gestão vem se estruturando para entregar “o melhor governo que esse país já teve”. Segundo ele, a oposição estaria ligada à disseminação de informações falsas e à condução da pandemia de Covid-19.
– Estou preparando todos os meus adversários, o pessoal da raiva, do ódio, da fake news, que deixou mais de 400 mil pessoas morrerem de Covid-19 por irresponsabilidade. Quero dizer para essa gente que se preparem para lutar, porque nós vamos derrotar vocês outra vez e não vamos permitir que vocês voltem a governar esse país – afirmou.
O discurso ocorreu em meio a agenda presidencial no Pará, onde Lula também destacou investimentos do governo federal na região.
O presidente Lula (PT) afirmou nesta quinta-feira (2), em Breves, no arquipélago do Marajó (PA), que está preparado para enfrentar a direita nas eleições de 2026. Em discurso, ele prometeu não permitir a volta do “ódio” e das “fake news” ao comando do país.
Lula declarou que sua gestão vem se estruturando para entregar “o melhor governo que esse país já teve”. Segundo ele, a oposição estaria ligada à disseminação de informações falsas e à condução da pandemia de Covid-19.
– Estou preparando todos os meus adversários, o pessoal da raiva, do ódio, da fake news, que deixou mais de 400 mil pessoas morrerem de Covid-19 por irresponsabilidade. Quero dizer para essa gente que se preparem para lutar, porque nós vamos derrotar vocês outra vez e não vamos permitir que vocês voltem a governar esse país – afirmou.
O discurso ocorreu em meio a agenda presidencial no Pará, onde Lula também destacou investimentos do governo federal na região.
(Pleno News)


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