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quarta-feira, 15 de outubro de 2025

ATENÇÃO: Pix entra no radar da Receita: fiscalização cruza movimentações e declarações do IR

 

O Pix, criado em 2020 pelo Banco Central e hoje o principal meio de pagamento do país, passou a integrar, desde janeiro de 2025, o escopo de fiscalização da Receita Federal. Bancos e fintechs devem repassar periodicamente dados agregados de movimentação ao Fisco, que cruza as informações com as declarações de Imposto de Renda. As informações são do portal Terra.
Segundo a Receita, o objetivo é detectar rendimentos omitidos e combater sonegação e fraudes, alinhando o nível de reporte entre bancos, fintechs e carteiras digitais. O envio passou a ser semestral e ocorre via e-Financeira, plataforma que consolida volumes movimentados por cliente — por Pix, TED, DOC, cartões e transferências.


Como funciona

Canal de dados: instituições reportam à Receita, via e-Financeira, o valor total movimentado por CPF/CNPJ no período.

Cruzamento: um sistema automatizado compara movimentações com a renda declarada no IR.

Confidencialidade: o processo é sigiloso e voltado à consistência fiscal, não à tributação de operações.

Foco: pessoas físicas com movimentação acima de R$ 5 mil por mês e empresas/MEIs acima de R$ 15 mil/mês — valores acumulados no período, não por transação unitária.

A intenção é saber sobre incompatibilidades entre o que se movimenta e o que se declara. Identificada a divergência, a Receita sinaliza o caso; se não houver justificativa ou comprovação de origem, o contribuinte pode ser autuado, com multa de até 150% sobre o valor omitido, além de juros.

A medida padroniza o controle entre todos os tipos de instituição financeira, acompanhando a popularização dos pagamentos instantâneos e o avanço de fintechs. Ao integrar o Pix ao mesmo fluxo de reporte já existente para outros meios, a Receita busca fechar brechas usadas para ocultar receita.

Via portal Hora Brasil   via https://www.sobral24horas.com/2025/10/atencao-pix-entra-no-radar-da-receita.html

PREVISÕES OTIMISTAS - Fenômeno La Niña deve retornar no fim do ano com expectativa de mais chuvas e melhor safra no Ceará

 Os impactos devem ser mais sentidos nas regiões Norte e Nordeste do Brasil


O fenômeno climático La Niña pode retornar até o fim de 2025 e trazer efeitos positivos para o Ceará, especialmente no aumento do volume de chuvas no estado. Embora as mudanças climáticas costumem trazer consequências negativas em nível global, neste caso, o cenário pode ser favorável à região Nordeste. Segundo a Administração Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos (NOAA), os impactos devem ser mais sentidos nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
A Fundação Cearense de Meteorologia ainda não confirmou oficialmente o retorno da La Niña, mas já observa sinais consistentes.
A expectativa é grande também no setor hídrico. De acordo com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), a La Niña pode contribuir diretamente para a recuperação dos reservatórios do estado.
O fenômeno pode ainda favorecer a agricultura, especialmente os pequenos produtores do interior do Ceará, que dependem de chuvas regulares.
Apesar das previsões otimistas, os órgãos meteorológicos seguem em alerta e manterão o monitoramento contínuo das condições climáticas nas próximas semanas. Há regiões com situação confortável, como a Bacia do Litoral e a Bacia do Alto Jaguaribe, com até 80% da capacidade de armazenamento. No entanto, há áreas em estado crítico, como os sertões de Crateús, que operam com pouco mais de 13% da capacidade.
Se o La Niña realmente se confirmar e persistir nos próximos meses, as perspectivas para o início de 2026 são positivas. “Caso tenhamos uma La Niña, já é um bom sinal para que possamos ter um inverno acima da média histórica”.

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