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sexta-feira, 13 de junho de 2025

Status de estado livre da febre aftosa sem vacinação beneficia agropecuária cearens

 


Foto Febre aftosa / Divulgação
No dia 29 de maio, o Ceará recebeu o status de estado livre da febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). O certificado foi entregue durante a 92ª Sessão Geral da OMSA, realizada em Paris, na França.

A conquista também ocorreu em nível nacional, com o Brasil recebendo a mesma certificação. A cerimônia de entrega ocorreu no último dia 6 de junho e o presidente Lula foi ao país europeu receber o certificado.

Hoje, o Brasil já exporta carne suína e bovina para 160 países. Com o status internacional, novos mercados poderão ser alcançados, como o Japão, que possui grandes exigências sanitárias.

De acordo com Amorim Sobreira, diretor de Sanidade Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri), o cuidado com a febre aftosa no Brasil começou nos anos 1980. Desde então, foi feito um trabalho coletivo de diversas entidades junto ao setor da agropecuária para a erradicação da doença no país.

O especialista comenta que animais criados em áreas que contam com o reconhecimento internacional conquistado pelo Ceará possuem um maior valor agregado.

“No Nordeste, nós somos o estado que possui uma vantagem em relação à nossa localização geográfica, pois não temos fronteiras com outros países e grande parte do nosso território é banhado pelo oceano Atlântico”, explica Amorim Sobreira.

Com informações do Diário do Nordeste.

Primeira mastectomia trans é realizada no Ceará

Foto Arquivo pessoal 
Quem viveu esse momento histórico na pele foi Arthur Gael Lima, 29 anos, homem trans, pai de três filhos, morador de Maracanaú. Ele, que reforça diversas vezes que carrega uma luta coletiva, comemorou a conquista.

“Ainda não tenho nem palavras para descrever como foi. Não tem o que dizer. É uma liberdade indescritível”, disse Arthur, em entrevista ao Diário do Nordeste. “Desde que me identifico como homem trans, já não falo só por mim. Carrego comigo outras histórias, outras lutas”.

Para ele, essa cirurgia não foi apenas um procedimento médico, mas o fim de uma longa caminhada. "Eu sempre digo que a gente não se 'descobre'. Saber que é trans, a gente sempre soube, mas agora a gente aceita. O meu processo de aceitação começou durante a pandemia", compartilhou.

Com informações do Diário do Nordeste.

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