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sábado, 7 de junho de 2025

Quem é a prefeita de cidade que aparece dançando de biquíni nas redes sociais

 

Patrícia Alencar (MDB), prefeita de Marituba, cidade com 111,7 mil habitantes na região metropolitana de Belém, viralizou nesta quinta-feira (5) depois de publicar um vídeo dançando forró de biquíni em seu perfil privado em uma rede social.

Embora o conteúdo não tenha sido divulgado em canais institucionais, a repercussão foi imediata. O vídeo dividiu opiniões sobre limites entre vida pessoal, liberdade individual e o decoro esperado de autoridades eleitas.

Patrícia disse que "infelizmente o corpo de uma mulher incomoda mais do que a corrupção, a ineficiência ou o descaso na política". "Quando um homem se diverte ou relaxa, é visto como autêntico. Mas, quando se trata de uma mulher, ela é julgada, como se isso anulasse sua competência", afirmou.

Patrícia tem 37 anos e nasceu na cidade de Bodocó, no sertão de Pernambuco. Mãe de três filhos, ela se mudou para Marituba há cerca de 16 anos. Começou a trabalhar vendendo baldes e bacias na feira central da cidade.

Ela contou ter começado a cursar Medicina, mas se consolidou no empreendedorismo e, depois, entrou para a política. Em 2020, disputou a sua primeira eleição e foi eleita a primeira mulher a comandar a prefeitura de Marituba. Quatro anos depois, em 2024, foi reeleita com 71,50% dos votos válidos.

Patrícia tem mais de 700 mil seguidores em seu perfil aberto no Instagram. O vídeo em que ela aparece dançando de biquíni foi originalmente publicado em um perfil privado no Instagram, mas vazou. As imagens viralizaram ao serem compartilhadas por aplicativos de mensagens.


Polêmica

Críticos do vídeo publicado por Patrícia afirmam que a gravação compromete a imagem institucional do cargo e que, mesmo sendo um momento pessoal, o conteúdo não condiz com o comportamento esperado de uma autoridade pública — especialmente em tempos de forte exposição nas redes sociais.

"Não se trata de moralismo, mas de responsabilidade com a imagem pública. O cargo exige postura, mesmo fora do gabinete", escreveu um internauta. Outros destacaram que, em uma cidade com desafios sociais relevantes, o episódio pode desviar o foco das pautas prioritárias da gestão.

Apoiadores de Patrícia, porém, destacaram o direito à vida pessoal da gestora e a autenticidade com que ela se comunica nas redes. Para eles, o vídeo revela uma figura política acessível, próxima da realidade da maioria das mulheres brasileiras.

Com informações de g1

Mulher que morreu há 3 meses é mantida "viva" para gestar filho

Uma mulher grávida que teve a morte cerebral confirmada há cerca de três meses vem sendo mantida em suporte vital para permitir o desenvolvimento de seu bebê. Adriana Smith, de 30 anos, estava com cerca de nove semanas de gestação quando foi hospitalizada em fevereiro após sentir fortes dores de cabeça. Após exames, foram detectados coágulos no cérebro e ela foi declarada com morte encefálica.

O caso aconteceu no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, onde o aborto é proibido após a detecção da atividade cardíaca do feto — o que ocorre por volta da sexta semana de gestação — e, por isso, os médicos decidiram manter os aparelhos ligados.

A mãe de Smith, April Newkirk, disse que a intenção do hospital é manter a gravidez até a 32ª semana, quando haveria maiores chances de sobrevivência do bebê fora do útero.

A mãe de Adriana, em entrevista sobre o caso, disse que a família quer o bebê, mas defende que deveria ter sido oportunizada a eles a possibilidade de opinar sobre a manutenção da gravidez após a morte de Smith.

– Não tivemos escolha nem direito de decisão sobre isso. Queremos o bebê. Ele faz parte da minha filha. Mas a decisão deveria ter sido nossa, não do Estado – declarou.

April também disse recentemente que a criança foi diagnosticada com fluido no cérebro e que “pode ficar cego”, “não conseguir andar” e “não sobreviver depois de nascer”. No entanto, mesmo diante do prognóstico complicado, os familiares já deram um nome para o bebê: Chance, e manifestaram a esperança de que ele sobreviva.

– Neste momento, a jornada é para que o bebê Chance sobreviva. Seja qual for a condição em que Deus permitir que ele venha para cá, nós o amaremos do mesmo jeito – completou Newkirk.

Após a divulgação do caso, e diante de discussões sobre os limites éticos e legais da manutenção da gravidez, autoridades republicanas da Geórgia afirmaram que a lei estadual antiaborto não exige manter suporte vital em casos de morte cerebral e defenderam que a retirada do suporte não configura aborto.

Um porta-voz da maioria republicana na Câmara estadual, inclusive, disse que a lei “é irrelevante” para o caso, classificando qualquer ligação contrária como distorção da mídia liberal.

Via portal Pleno News

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