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terça-feira, 9 de agosto de 2016

No 1º mês da lei do farol, 17 mil motoristas são multados


Em vigor há um mês, a lei federal que obriga o uso de farol baixo nas rodovias durante o dia já rendeu R$ 1,46 milhão em multas apenas em São Paulo. Segundo balanço da Polícia Militar Rodoviária, foram 17.239 autuações a motoristas flagrados com o equipamento desligado nas estradas paulistas: média de 23 veículos por hora.

Desde o dia 8 de julho, transitar de carro pelas rodovias sem o farol baixo ligado a qualquer hora do dia é infração média, com multa de R$ 85,13 e perda de 4 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A partir de novembro, o valor será reajustado para R$ 130,16. Antes, a exigência era feita só para motos, caminhões e ônibus.

A lei foi criticada por motoristas e especialistas, por causa da falta de sinalização. Nos primeiros dias de vigência da legislação, a média de autuações nas estradas estaduais foi ainda mais alta: 37 veículos por hora. A regra também é obrigatória nos trechos urbanos das rodovias, como é caso da Via Anchieta e da Raposo Tavares, e não se aplica às Marginais do Tietê e do Pinheiros.

O objetivo da legislação é aumentar a segurança nas estradas e reduzir o número de acidentes, especialmente as colisões frontais. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o uso de faróis durante o dia permite que o veículo seja visualizado a uma distância de três quilômetros por quem trafega no sentido contrário da rodovia. "A lei foi implementada sem a devida sinalização e passou a impressão de ser uma medida arrecadatória. De qualquer forma, acho que o impacto na redução dos acidentes com o farol será muito pequeno", diz Flamínio Fichmann, consultor de engenharia de tráfego.

Fonte: Estadão

Criança morre ao tentar capturar pokémons no rio Tramandaí, no RS


O corpo de um menino de 9 anos foi localizado na noite de segunda-feira (8) no rio Tramandaí, na cidade de Imbé, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A polícia informou que a criança caiu na água ao tentar caçar pokémons do jogo "Pokémon Go". A vítima foi identificada como Arthur Bobsin e estava acompanhada de um amigo, que conseguiu se salvar.

Fenômeno mundial desde o lançamento em julho, "Pokémon Go" é um game gratuito para smartphones em que os jogadores precisam andar pelas ruas de sua cidade para encontrar as criaturas a serem capturadas. Com a função GPS, os jogadores são avisados se há alguma criatura nas proximidades.

De acordo as informações da Brigada Militar do Rio Grande do Sul repassadas à Polícia Civil, por volta das 15h Arthur e o amigo foram até um terreno baldio próximo à casa de um deles para pegar um barco de fibra usado por pescadores da região. 

Eles chegaram a entrar no rio Tramandaí com o barco, que virou perto da margem. Os garotos caíram na água e um deles desparaceu. Ainda de acordo com a polícia, relatos iniciais apontam que os dois não estavam acompanhados de nenhum adulto.
As buscas por Arthur começaram ainda na tarde desta segunda, mas foram suspensas no início da noite. O corpo foi encontrado por volta das 20h por funcionários da Transpetro que auxiliaram nas buscas.
O amigo que estava com Artur relatou à Brigada Militar que os dois tinham tentado entrar no rio para caçar pokémons. O caso foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento de Tramandaí, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, e a investigação será conduzida pela Polícia Civil de Imbé.
Celular roubado no final de semana
Esta não foi a primeira ocorrência envolvendo o jogo Pokémon Go no Rio Grande do Sul. No sábado (6) um rapaz de 21 anos teve o celular roubado enquanto caçava os personagens na cidade de Rio Grande, no Sul do estado.

A informação consta no boletim de ocorrência registrado junto à Polícia Civil, mas a informação só foi confirmada nesta terça-feira  (9), onde costa o relato da vítima, que diz que teve o aparelho roubado enquanto jogava.
Fenômeno
Desde que chegou aos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia em 5 de julho, "Pokémon Go" se transformou em um fenômeno. No Brasil, o jogo foi lançado em 3 de agosto. O game valorizou as ações da Nintendo, tornou-se mais usado que Twitter e Tinder e provocou todo tipo de fenômeno – de lesões em jogadores a alertas de departamentos da polícia por todo o mundo.

Houve também uma popularização de bebês com nomes de pokémons, pessoas assaltadas por ladrões que usavam o app para atrair vítimas a lugares desertos e um homem que foi demitido em Cingapura após criticar o país por ainda não ter acesso ao jogo.

Atualmente, "Pokémon Go" foi lançado na América do Norte, vários países da Europa, Japão e outras regiões da Ásia. De acordo com John Hanke, presidente-executivo da Niantic, criadora do game, o jogo deve chegar a 200 mercados no total.

Como funciona
"Pokémon Go" é um game gratuito de smartphones que usa realidade aumentada e GPS para levar os monstrinhos da Nintendo para o mundo real. A dinâmica é mais ou menos a mesma dos outros jogos da série: caçar, capturar e treinar todos os 151 pokémons.

Com a função GPS, os jogadores são avisados de quando estiverem próximos à localização de algum monstrinho. O app então processa uma imagem virtual dos pokémons sobre o sinal obtido via câmera fotográfica dos aparelhos.

Fonte: G1

Limite de gastos do governo deve ser votado essa semana na CCJ

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A admissibilidade da análise da proposta que cria um limite para os gastos públicos federais durante 20 anos deve ser votada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara nesta terça-feira, 9 de agosto. Na semana passada a pauta teve um pedido de vista que adiou a análise da proposta por duas sessões do Plenário.

A retirada de pauta já demonstrou que, apesar da oposição à proposta, ela deve ser aprovada na CCJ. Foram 34 votos a favor da análise e 10 contra, placar que deve se repetir no dia da votação final.

O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) argumentou que a proposta pode levar o País a um retrocesso em direitos sociais, como saúde e educação, o que é vedado pela Constituição. Além disso, ele explicou que, caso a inflação caia e o crescimento do Brasil aumente, não será possível reverter esse limite a tempo. “Essa proposta, num País que ainda não tem seus direitos sociais consolidados, pode ser temerária porque ainda há falta de investimento em muitas áreas”, alertou.