Atenção: as imagens contidas no blog são de domínio público e/ou retiradas do Google. Se você, por algum motivo, sentir-se ofendido ou agredido com alguma imagem ou texto postados neste blog, entre em contato e a mesma, se este for o caso, será retirada. Caso a imagem seja sua, avise-me para que eu lhe credite a autoria.CONTATO cratonoticia@gmail.com/WHATSAPP [88] 9 9788 5932

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Detran deixa de multar quem não usa farol baixo em CEs em área urbana


A aplicação de multas para condutores que não usarem o farol baixo aceso em rodovias estaduais em áreas urbanas foi substituída por advertências. A medida é do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE), que passou a realizar fiscalizações educativas no perímetro urbano das CEs para conscientizar os motoristas a manterem os faróis baixos acesos durante o dia. A medida segue por prazo indeterminado e vale para todas as cidades do Ceará.

Conforme o Detran, fora dos perímetros urbanos das rodovias, a fiscalização continua “dentro da normalidade, com aplicação de multa para quem não acender os faróis, em luz baixa, durante o dia e a noite”. Conforme a legislação, a multa é de R$ 85,13 e gera perda de 4 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A medida do Detran vale para trechos urbanos das rodovias estaduais — não abrangendo as rodovias federais (BRs), competência dos órgãos de fiscalização da União. Já em vigor, a decisão, divulgada ontem, visa permitir que os motoristas tenham mais tempo para identificar onde as rodovias estaduais começam e terminam.
Ainda conforme o Detran-CE, as multas emitidas desde o início da lei número 13.290/2016, publicada no último dia 24 de maio, serão convertidas em advertência por escrito para condutores não reincidentes na infração. Na época da instituição da lei, o Ministério das Cidades divulgou que pesquisas constatam redução entre 5% e 10% das colisões frontais com a luz baixa ligada durante o dia.

Fonte: O Povo

Carioca que passou noite com Bolt, cobra R$ 30 mil por entrevista

Jady está cobrando cerca de R$ 30 mil por entrevista.
“Minha vida virou um inferno”, diz Jady Duarte, ou Jady “Bolt”, como foi apelidada após fisgar o atleta jamaicano. Ela experimentou pela primeira vez o gosto da fama, a carioca de 20 anos, moradora de Campo Grande, sonha dar uma vida melhor aos filhos, um menino, de 2 anos, e uma menina, que faz 1 no mês que vem. “Quero dar do bom e do melhor para eles. Vou aproveitar as oportunidades que surgirem”, planeja.

Jady não sabe bem que oportunidades são estas. “Quero poder comprar uma casa, em nome de Jesus”, diz ela. Jady diz que tem mais fotos com o supercampeão, mas garante que não são comprometedoras. “Ele não se importou de tirá-las comigo”, afirma. Ela garantiu ter se arrependido de mandar para as amigas o registro: “Como eu poderia saber que iriam vazar? Quando acordei e vi os compartilhamentos, pensei: ‘ferrou, o mundo inteiro vai saber e ele vai me processar”.

A jovem vem negociando entrevistas com dois tabloides britânicos, pelas quais pediu cerca de R$ 30 mil: “Já que aconteceu, vou tentar realizar algumas coisas”. Entre elas, fazer um curso de maquiagem: “Quero um dia maquiar as famosas”.

A morena de olhos azuis e longas madeixas conta que com Bolt só trocou gestos. “Não falo inglês. Estava na boate e ele mandou o segurança me chamar. Quando vi o camarote cheio de mulheres não quis ir. Eu já estava pagando a conta para ir embora quando ele me chamou no táxi. O segurança disse: ‘você não vai? É o Bolt!’ Eu não liguei. Até o Bolt me fazer um sinal para sentar no banco e me deu um beijo. Aí, fui. Fomos direto para a Vila Olímpica, chegando lá ninguém pediu credencial, nada. Nem os vidros do taxi foram abaixados, entramos facilmente”.

Ela garante que não foi paga para fazer sexo com o atleta. “Os cem euros que aparecem na foto ele me deu para pagar o táxi de volta para casa”, revela. Jady voltou a afirmar que na cama Usain Bolt é um homem normal: “Me perguntam o tempo todo se ele é muito rápido. Gente! Não quero entrar em detalhes”.

A família recebeu com surpresa a notícia de que a moça tinha fisgado Bolt. “Minha mãe me apoiou, não me criticou. Minha irmã, que é toda certinha, está horrorizada", conta. Jady chama de mãe a tia que a criou.

A mãe biológica a abandonou com 1 ano de idade. Se reencontraram há cerca de um mês e meio, pouco antes de ela morrer, “Não é um assunto que me deixa confortável. Ela me pediu desculpas, me falou que era muito nova, não tinha a cabeça no lugar. Perdoei, mas não quis contato”, confessa.

Sem trabalho, Jady conta com a ajuda da tia aposentada e com a pensão que o pai de um dos filhos paga mensalmente. Ela não sabe se a vida vai ser mais fácil agora. Diz que não faria qualquer coisa por dinheiro: “Não posaria pelada, por exemplo. Sensual sim, mas nua? Não tenho coragem”.

Bolt é comprometido e namora um modelo jamaicana, após a traição brasileiros invadiram a conta de Kasi, alertando sobre as puladas de cerca do atleta.

Com informações do Extra

Cão comove ao não abandonar caixão do dono na Itália



O dono dele morreu no terremoto que abalou o País esses dias.
O terremoto que matou mais de 290 vítimas na Itália abalou o país inteiro. No sábado (27), na despedida de 35 vítimas, no complexo esportivo em Ascoli Piceno uma cena chamou atenção.

Um cachorro da raça cocker spaniel loiro estava ao lado do caixão do dono. O nome do cachorro é desconhecido, mas a imagem dele ao lado do dono está comovendo o mundo.

A única coisa que se sabe é que cão e dono moravam em Accumoli, uma das regiões mais devastadas pelo sismo italiano.

Fonte: Mistérios do Mundo