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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

HOMICÍDIO A BALA IGUATU-CE


                                Foto Iguatu.net

No dia 09/08/2016, por volta das 14h00min, a Polícia Militar foi informada de que uma pessoa havia sido lesionada por arma de fogo na rua José Custódio da Costa, bairro Vila Centenário, atrás do Hospital Regional de Iguatu. De imediato a RD 1252 seguiu para o local e encontrou caído ao solo a pessoa de SIDEVANIO NUNES DUARTE, 29 anos, o mesmo encontrava-se com duas perfurações a bala, 01 na cabeça e outra nas costas. Uma ambulância do Corpo de Bombeiros compareceu ao local, mas ao chegar a vítima já estava em óbito. A viatura da Pefoce compareceu ao local e fez a condução do corpo para o IML de Iguatu para a realização de exames. As viaturas de serviço encontram-se em diligencias no intuito de identificar e prender o autor do crime. Saliento que a vítima possuía passagem pela polícia pelos crimes tipificados nos artigos 163 e 329 do CP e artigo 15 do Estatuto do Desarmamento, também havia contra o mesmo uma medida protetiva requerida por sua ex-companheira. 10 BPM Iguatu

Homem é assassinado a tiros enquanto trabalhava


Um funcionário da Cagece foi assassinado a tiros na tarde desta terça-feira (09), em pleno centro da cidade de Russas. A vítima, identificada apenas por 'Louro da Cagece', idade não informada, era funcionário terceirizado da Companhia de Água e Esgoto do Ceará - Cagece, e segundo populares ele encontrava-se realizando um serviço na Travessa Tabelião Santiago, entre a Padre Raul Vieira e a igreja de são Sebastião, quando dois meliantes de moto, armados de revólver teriam estacionado e disparado várias vezes contra a vítima. Louro veio a óbito de imediato no local. Os indivíduos logo após o crime fugiram tomando rumo ignorado. A Policia foi acionada para fazer o isolamento do local, até a chegada da Perícia e do Rabecão. Patrulhas da Polícia também seguem em diligências no intuito de localizar e prender os responsáveis por este crime. Fonte:Erivando Limar

Por 59 a 21, Dilma se torna ré após votação no Senado


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandoswki, que assumiu ontem o comando do processo de impeachment, impôs celeridade à sessão. Calheiros também atuou para agilizar a votação ( Foto: Agência Senado/ Pedro França ) Brasília. O Senado decidiu ontem por 59 votos pela procedência da acusação da presidente afastada Dilma Rousseff (PT). Com isso, o julgamento final - do mérito do processo - será marcado. Eram necessários pelo menos 41 votos. Se fosse rejeitado, o processo seria arquivado e a petista reassumiria o cargo. Na própria sessão, a acusação e a defesa foram intimadas para que oferecessem, no prazo sucessivo de até 48 (quarenta e oito) horas, respectivamente, o libelo acusatório e sua contrariedade, juntamente com o rol de até 5 (cinco) testemunhas legais e mais 1 (uma) extranumerária para cada uma das partes. O Palácio do Planalto e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), - o único senador que não votou ontem - atuaram durante todo o dia para agilizar a votação da chamada pronúncia da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), fase do processo de impeachment em que se decide se ela irá a julgamento. O governo interino orientou os senadores aliados a não “caírem em provocações” dos defensores de Dilma e incentivou desistências de discursos para abreviar a sessão. A estratégia surtiu efeito. Com o avanço célere da sessão, os juristas responsáveis pela acusação no processo de impeachment, Miguel Reale Jr. e Janaina Conceição Paschoal, devem protocolar hoje o libelo, peça final da acusação, sem usar o prazo de 48 horas a que tinham direito. Assim, será possível iniciar a fase final do processo a partir de 23 de agosto - o que praticamente garante a votação final do processo ainda este mês, como deseja o presidente interino, Michel Temer (PMDB). O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandoswki, que assumiu ontem o comando do processo de impeachment, tornou-se um aliado inesperado, ao impor celeridade à sessão. A decisão da acusação de antecipar seus prazos vai impactar a estratégia da defesa. Os advogados da presidente afastada vão ter somente até esta sexta-feira para apresentar sua contestação à acusação. “Até o início da tarde será apresentado. É um resumo, uma síntese da acusação. É mera formalidade” disse Miguel Reale Jr, negando que tenha recebido qualquer pedido direto do Palácio do Planalto para antecipar a entrega do documentos. A partir da entrega dos posicionamentos da defesa e da acusação, Lewandowski terá de marcar a data da última etapa do processo com uma antecedência mínima de dez dias. Com isso, a expectativa é que ele agende o começo do julgamento para 23 de agosto. Técnicos que atuam no processo garantem que ele seguirá os prazos. A ideia inicial do presidente do Supremo era começar o julgamento no dia 29. Manobras Mesmo admitindo pouca chance de vitória, os aliados de Dilma insistiram em tentativas de protelar o julgamento. Ao mesmo tempo em que Lewandowski negava os pedidos dos petistas, os senadores Renan Calheiros, Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Aécio Neves (PSDB-MG) atuaram para convencer aliados a abrirem mão dos discursos. Eunício conversou com os 19 senadores da sigla e conseguiu um acordo para que quase todos deixassem de falar. O peemedebista foi chamado ao Planalto por Temer, no meio da tarde. Ao voltar ao Sendo, propôs que a sessão terminasse o quanto antes. Nesse esforço, em almoço da bancada do PSDB, ficou decidido que apenas Aécio falaria. “Conversamos com os companheiros para tentar acabar com isto o mais rápido possível. Alguns devem abrir mão de falar e outros falarão por um tempo mais curto”, afirmou o líder tucano, Cássio Cunha Lima (PB). O presidente do STF também reduziu a pausa de uma hora, prevista das 18h às 19h, para apenas meia hora. E desistiu de paralisar a sessão por uma hora a cada quatro horas de trabalho durante a noite. Paralelamente ao esforço para agilizar a sessão, Renan defendeu que o julgamento final, última etapa do processo, não seja interrompido no fim de semana de 27 e 28 deste mês. Afinado com o Planalto, ele disse que é “obrigatório” prosseguir os trabalhos no fim de semana. Delações premiadas O sentimento geral entre peemedebistas e tucanos é de apreensão com as delações premiadas em curso, em especial a da Odebrecht, que pode atingir o governo interino e alguns dos principais partidos da base. Por isso, foi deflagrada a operação para acelerar o julgamento. A intenção dos aliados do governo é concluir o impeachment antes que novas revelações possam comprometer a permanência de Temer na Presidência. No PSDB, a possível aprovação do impeachment não tem gerado alívio. Há uma preocupação cada vez maior com o conteúdo das delações premiadas que estão por vir. Além da citação a Temer, os vazamentos indicam que parte da cúpula tucana pode ser fortemente envolvida. Já o PT irá discutir o “dia seguinte” a partir de hoje. O ex-presidente Lula está em Brasília para conversar com senadores e deputados do PT. Os aliados de Dilma analisam a conjuntura política e como o partido deve se portar nas semanas que antecederão o julgamento final do processo. A presidente afastada recebe hoje, em almoço no Palácio da Alvorada, parlamentares petistas para discutir a situação. Discursos Embora 34 senadores tenham aberto mão de discursar, as falas já indicavam o resultado final. Dos 47 que fizeram uso da palavra, 30 se manifestaram a favor do afastamento definitivo da petista. A defesa e acusação fizeram considerações por 30 minutos. Falaram o jurista Miguel Reale Jr., um dos autores do pedido, e o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Dilma é acusada de editar três decretos de créditos suplementares sem aval do Congresso e de usar verba de bancos federais em programas do Tesouro, as “pedaladas fiscais”, que custaram em 2015 R$ 72,4 bilhões para serem quitadas. SAIBA MAIS Julgamento Os senadores julgam parecer da Comissão Especial do Impeachment, que recomendou o julgamento da presidente afastada, por descumprir leis fiscais e orçamentárias, em 2015, na edição de três decretos de crédito suplementar e nos atrasos em repasses de subvenções do Plano Safra. O Governo atrasou o repasse de 3,5 bilhões de reais ao Banco do Brasil para pagamento do programa de crédito agrícola. A prática é vista como pedalada fiscal (tentativa de maquiagem fiscal). Etapas Esta é a segunda fase do processo de impeachment no Senado. A primeira etapa foi de admissibilidade do processo, concluída em 12 de maio. Desde então, a Comissão Especial se dedicou à oitiva de testemunhas e análise de documentos, concluindo pela existência de provas que justificariam o julgamento. O Plenári vai analisar o mérito. Fonte: Agência Senado