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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Cientista prova a existência de Deus e ganha um dos prêmios mais cobiçados


Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês Michael Heller mostra que Deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios. Ele montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo.

Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa.

Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso.

O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”. O resultado material é que na semana passada Keller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.

O que é a “Teologia da Ciência”?

Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Keller chegou, fazendo- se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus.

Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão”, disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.
Keller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma seqüência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?”

Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido.

Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa, à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. Keller “apazigua” o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”. Com o prêmio que recebeu, ele anunciou a criação de um instituto de pesquisas. E já escolheu o nome: Centro Copérnico, em homenagem ao filósofo polonês que, sem abrir mão da religião, provou que o Sol é o centro do sistema solar.

Fotos de nebulosas obtidas do telescópio espacial Hubble
Michael Keller usou algumas ferramentas fundamentais para ganhar o tão cobiçado prêmio científico da Fundação Templeton. Tendo como base principal a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, ele mergulhou nos mistérios das condições cósmicas, como a ausência de gravidade que interfere nas leis da física. Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem? Jogando com essas questões, que abrem lacunas na ciência, Keller afirma a possibilidade de encontrarmos Deus nos conceitos da física quântica, onde se estuda a relação dos átomos. Dependendo do pólo de atração, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”, diz Keller.

“Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos”
Salmo 19:1

Fonte: Ibrpe

TRAGÉDIA: Vídeo mostra momento em que PM é baleado e morre durante abordagem



Defesa de suspeito diz que vai pedir perícia e alega perseguição policial. PM alega que não houve erro de policiais e diz que cabo foi 'herói'.
Um vídeo, que viralizou nas redes sociais, mostra o momento exato em que o cabo da Polícia Militar Alexandro Aparecido dos Santos, de 36 anos, foi baleado e morto durante uma abordagem policial, no bairro Novo Horizonte, em Rio Branco, na segunda-feira (15).

No primeiro momento, a PM informou que Kennedy Silva Magalhães teria roubado a arma do cabo e atirado contra ele. Porém, a defesa do acusado nega e diz que vai usar o vídeo a favor de Magalhães.

No vídeo em que o G1 teve acesso, é possível ver quando os policiais abordam Magalhães e o momento em que reage e tenta fugir. Em seguida, inicia-se um tumulto com os PMs e é possível ver que o cabo Santos cai, mas não aparece quem atirou. A arma, em seguida, é jogada próximo ao corpo do PM.

O advogado de defesa do acusado, Romano Gouveia, diz que as imagens foram feitas pela família do preso e vazaram na internet. Segundo ele, o vídeo foi apresentado em juízo e vai compor a defesa de Magalhães.

"Vamos requerer a perícia e vamos ver se há resquício de pólvora na mão do Kennedy. Porque o que fica claro é que houve um tumulto. Totalmente diferente da primeira acepção da polícia, que alega que ele roubou e atirou contra o PM", diz.

Gouveia também revela que o fechamento do inquérito da ocorrência se deu às 22h30 e contesta a demora do procedimento.

O assessor da PM, Felipe Russo, contesta a versão da defesa e garante que o tiro foi efetuado por Magalhães. "Ainda não foi feito um trabalho para confirmar se foi de um PM ou do acusado. Mas, temos convicção de que não foi um PM e o rapaz, inclusive, assumiu que disparou. Isso é uma falácia, um boato que estão inventando para tirar a responsabilidade dele e a gente repudia veemente. Estamos convictos que ele efetuou esse disparo, a arma saiu da mão dele", garante.

O comandante da PM, coronel Júlio César, acompanhou o velório do cabo e disse que não cogita erro da PM. "A principio, não vemos erro, vimos a ação de um criminoso. Fazemos milhares de abordagens e essa é a primeira vez que isso acontece no meu comando. Ele terá a honra de um herói, que saiu para defender a sociedade e não retornou com vida", finaliza.

Acusado teria oficializado denúncia contra PMs
O advogado Gouveia, que defende Magalhães, diz ainda que a família alega que o acusado sofria perseguição e agressão por parte de alguns policiais militares. A defesa diz ainda que os policiais foram até casa de Magalhães porque seu pai iria para um audiência na corregedoria.

"Ele [acusado) trabalha, tem carteira assinada, mas é dependente químico. A família alega que outros PMs agrediram ele e o perseguiam. Tanto que um senhor que trabalha na corregedoria aparece no vídeo porque foi intimar o pai do Kennedy a comparecer na audiência", diz.

A defesa diz ainda que o acusado, apesar de ter problemas com droga, não trafica entorpecentes. "Mas, lembramos que a lei difere o usuário do traficante. Os usuários são escravos do vício e a sociedade deve combater os tubarões do tráfico", destaca.

O capitão Felipe Russo, da PM, confirmou a denúncia na corregedoria, mas fez questão de ressaltar que o cabo morto não estava envolvido neste episódio. "Outra guarnição foi alvo de denúncias, mas são fatos que policias que trabalham certo estão suscetíveis", explica.

Entenda o caso

O cabo Alexandro Aparecido dos Santos, de 36 anos, da Polícia Militar (PM) foi morto com um tiro no pescoço durante uma abordagem a três pessoas no bairro Novo Horizonte, em Rio Branco. Um dos homens que foi abordado reagiu à ação, iniciou uma luta com policiais, conseguiu pegar uma das armas a acabou dando um tiro que vitimou o PM.

A polícia informou que dois dos envolvidos foram presos no momento da ocorrência, incluindo o que efetuou o disparo. O terceiro homem conseguiu fugir do local. Ao reconhecer o corpo do marido no Instituto Médico Legal (IML) a mulher do cabo, Nara Aline Santos, de 25 anos, passou mal.

A Polícia Militar divulgou uma nota lamentando o ocorrido. "Em solidariedade à família, amigos e integrantes da corporação, o governo do Acre publicou nota de pesar pela morte do PM. O governo ressalta que o policial foi morto durante o exercício da profissão e combatendo a criminalidade.

O documento diz ainda que o PM possuía conduta ilibada e nunca houve processo contra ele na corregedoria da instituição. "A sociedade acreana perde um defensor da ordem pública que, na condição de policial militar, lutou até o fim contra a criminalidade", finaliza a nota.

Fonte: G1
Vídeo YouTube