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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Pastor mata mulher tentando demonstrar poder de Deus


O Pastor Lethebo Rabalango, realizava um culto em sua igreja, a Assembleia Geral de Monte Sião, em Polokwane na África do Sul, onde estava pregando sobre o “Poder de Deus”, ele dizia que, se Jesus andou sobre as águas, ele também poderia fazer qualquer coisa pelo poder da fé.
Para fazer uma demostração do seu poder de fé, convidou uma jovem crente do ministério de louvor e pediu-lhe para se deitar no chão, e ordenou aos demais fieis que fizessem uma oração enquanto colocassem em cima da menina, que estava deitada de costas, uma enorme e pesada caixa acústica, e disse-lhe que o peso não lhe faria mal.

E como se não bastasse, ele subiu por cima do aparato, aumentando ainda mais o peso da caixa, que por sua vez aumentou ainda mais a pressão, acabando por sufocar a jovem que permaneceu sem se mexer por algum tempo.

Depois de algum tempo com o peso sobre a barriga da menina, o pastor levantou-se e ordenou a remoção da caixa, mas a menina já não levantou mais, pois já estava inconsciente.

Os anciãos da congregação deram-lhe tratamento de primeiros socorros, a menina acordou queixando-se de fortes dores, foi aí que se deram conta de que ela estava com uma de suas costelas quebrada, ela foi então levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

O pastor, por sua vez, culpou a menina, que acabou morrendo logo após dar entrada no hospital por ferimentos internos e costelas quebradas, ele acusou-a de ter pouca fé por ela não poder suportar uma tarefa tão simples.

O Pastor Lethabo pode ser encontrado através de sua conta do Facebook.

Fonte: Gossip Mil Nigéria

Mulher de Lula ignora depoimento à PF e defesa diz que ela exerceu seu direito



Marisa Letícia e Fábio Luís Lula da Silva deveriam prestar depoimento a delegados nesta terça-feira, mas optaram por não ir por "falta de sentido".
Advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Cristiano Zanin Martins afirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira (16) que o não comparecimento da esposa e do filho de Lula – Marisa Letícia Lula da Silva e Fábio Luís Lula da Silva – ao depoimento agendado pela Polícia Federal de Curitiba foi apenas o exercício de um direito previsto na Constituição.

Parte da Operação Lava Jato, o depoimento estava marcado para as 10h desta terça-feira na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. O objetivo dos investigadores era abordar a questão das benfeitorias feitas por empreiteiras investigadas em um sítio na cidade de Atibaia, cuja propriedade é atribuída a Lula. Segundo o inquérito, as reformas teriam sido feitas com recursos desviados da Petrobras.

"Depoimento não tem sentido"

O advogado de defesa de Lula rechaçou os propósitos alegados pela investigação, já que, para ele, os proprietários João Suassuna e Fernando Bittar já comprovaram, por meio de documentos apresentados em março, que são os donos do sítio e que a propriedade foi adquirida com recursos lícitos e próprios. "Mostraram imposto de renda, comprovantes de despesas do sítio e de pedágio para comprovar a frequência de ida ao local. São provas documentais que não deixam dúvidas a quem pertence o sítio", defendeu Zanin Martins.

De acordo com o advogado, diante das provas, não há razão jurídica para que o inquérito continue em curso nem para que Marisa Letícia e Fábio Luís compareçam ao depoimento somente por serem parentes de Lula.

“Comunicamos à Polícia Federal que eles iriam exercer o direito de não prestar depoimento em circunstância como essa em que há inquérito em que o marido e pai são investigados. O objeto da investigação já está devidamente elucidado e não há como se levantar qualquer dúvida a respeito da propriedade do sítio”.

De acordo com José Roberto Batochio, outro advogado do ex-presidente Lula, o não comparecimento ao depoimento não tem nenhuma relação com desrespeito, desobediência ou afronta, já que é exercício regular do direito assegurado. “O comparecimento acarreta uma série de exposições às quais ela e o filho não estão obrigados a se submeter", emendou Zanin Martins. 

Com Agência Brasil

terça-feira, 16 de agosto de 2016