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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Brasil é o segundo País mais perigoso para jornalistas na América Latina, diz ONG


A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) lançou hoje (15) um balanço com o número de jornalistas mortos no mundo desde os Jogos Olímpicos de 2012. O Brasil está classificado em 2° lugar no ranking dos países mais perigosos da América Latina para exercer atividade jornalística, ficando atrás, apenas, do México. No ranking mundial, o Brasil fica em 104ª, entre 180 países.
Conforme o estudo, nos anos de 2009 e 2014, houve um aumento no índice de violência contra jornalistas, somando 321 o número de jornalistas vítimas de ações violentas no mundo.
Em 2012, por ocasião dos Jogos Olímpicos de verão, em Londres, havia uma média de 22 jornalistas mortos de forma violenta no Brasil. O aumento de assassinatos de profissionais de imprensa começou em 2010. Três anos depois, em 2013, a violência contra jornalistas aumentou por conta das manifestações contra o governo. Os jornalistas que cobriam os eventos eram alvos da polícia e, muitas vezes, atacados pelos próprios manifestantes.
Segundo a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAAJI), em 2014, durante a Copa do Mundo da FIFA, houve um total de 190 casos de agressão, envolvendo 178 profissionais.
A campanha Some wins don’t deserve medals (Algumas vitórias não merecem medalhas) visaa debater assuntos relacionados à violência contra jornalistas, chamando atenção para propostas fundamentais dentro e fora do jornalismo. De acordo com a Repórteres Sem Fronteiras, muitos jornalistas morrem por estarem investigando casos ligados à corrupção, à ordem pública e ao crime organizado.
Repórteres sem Fronteiras é uma organização não-governamental criada na França por Robert Ménard, Rony Brauman e Jean-Claude Guillebaud, em 1985, com a finalidade de defender a liberdade de imprensa no mundo. A sede da RSF é em Paris.
Agência Brasil

Morre Elke Maravilha, aos 71 anos


elkeMorreu na madrugada desta terça-feira (16), no Rio de Janeiro, aos 71 anos, a modelo e atriz Elke Maravilha. Elke estava internada na clínica Casa de Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeiras, num estado de coma induzido após cirurgia para tratar uma úlcera renal. O estado da atriz, segundo os médicos, não era grave. A informação foi divulgada pelo perfil oficial de Elke no Facebook.
Elke Maravilha nasceu em Leningrado, na Rússia, em 1945. Mudou-se para o Brasil aos 6 anos de idade com seus pais, que eram perseguidos pelo governo do ditador Josef Stalin. Aos 20 anos, buscando sua independência, Elke se mudou para o Rio de Janeiro.
Na cidade maravilhosa, Elke chamou atenção por sua beleza exótica – alta e loira natural – e, aos 24 anos, começou a trabalhar como modelo e manequim. Mas foi no programa do Chacrinha onde a atriz foi lançada à fama nacional, ganhando seu nome artístico no televisivo, onde trabalhou por 14 anos. Chegou a ficar seis dias presa pelo regime militar por desacato ao rasgar um cartaz de “procurado” do filho da estilista Zuzu Angel.
Polêmica, autêntica e sem papas na língua, Elke Maravilha deixará saudades por conta de sua simpatia, talento e carisma incomparáveis. Que descanse em paz.
Via Blog do Eliomar

Candidata cearense disputa o Miss Bumbum 2016


A edição 2016 do Miss Bumbum Brasil já começou. Ao todo, 27 candidatas disputam o título do bumbum mais bonito do país.
No site oficial do concurso, uma votação já acontece para definir as 15 finalistas.
A grande final deve ocorrer no dia 09 de novembro, em São Paulo.
No concurso, quem irá representar o Estado do Ceará é a bela candidata Daiana Figueredo.
A votação acontece no site missbumbumbrasil.com.br.