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sábado, 6 de agosto de 2016

NA BAHIA FORAGIDO DA JUSTIÇA É MORTO DURANTE TROCA DE TIROS COM POLICIAIS CIVIS

Na tarde desta última quarta-feira (03) um criminoso de 38 anos morreu em troca de tiros com policiais civis na zona rural do município de Brumado (538 km de Salvador). Os agentes da Polícia Civil de Brumado (20ª COORPIN) e de Vitória da Conquista (10ª COORPIN e DRACO) estavam cumprindo dois mandados de prisão quando na região do Rio São João, no momento em que iriam abordar o foragido da Justiça identificado como Havailto Silva de Souza, iniciou uma troca de tiros. Segundo informações, o criminoso teria percebido a chegada dos policiais e começou a efetuar vários disparos contra a equipe policial. Diante da agressão, os policiais revidaram e acabaram baleando o marginal que ainda foi socorrido ao Hospital Municipal Professor Magalhães Neto (HPMN) em Brumado, mas Havailto não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo na unidade médica. Ainda segundo informações, o indivíduo era considerado de extrema periculosidade já que tinha passagem pela Justiça por ter cometido um duplo homicídio no Estado de São Paulo e por uma tentativa de homicídio em Livramento de Nossa Senhora (605 km de Recife). Atualmente o criminoso vinha praticando furtos, agressões e ameaças a moradores da região.
Repórter Cidades / Plantão Policial: Jerry Mesquita

EM PERNAMBUCO ENTREGADOR DE GÁS É MORTO A TIROS ENQUANTO TRABALHAVA

Nesta última terça-feira (02) um entregador de gás de 22 anos foi assassinado a tiros no interior da residência de um cliente localizada no bairro João Mota na rua Fernando de Noronha em Caruaru (134 km de Recife). De acordo com a Polícia Militar, a vítima identificada como Pedro Pereira Carnaúba Neto estava fazendo a entrega de um botijão de gás em uma casa quando dois homens invadiram o local, cercaram o entregador no quintal e efetuaram vários disparos contra ele. Pedro foi atingido por 03 tiros e não resistiu aos ferimentos vindo a morrer no local. Após o crime a dupla empreendeu fuga em uma motocicleta tomando rumo até então ignorado. O corpo da vítima foi recolhido e encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) local. A PM não soube informar as motivações que levaram ao assassinato e nem a autoria do crime. O caso foi registrado na delegacia de Polícia Civil da cidade que investiga o caso e trabalha na tentativa de identificar os autores do homicídio.
Repórter Cidades / Plantão Policial: Jerry Mesquita

Reprise: No Brasil, a segurança pública só é debatida depois que as tragédias acontecem


SEGURANÇA: Sem prevenção, não há solução
O país assiste atônito à escalada do poder e à ousadia do crime organizado, ao mesmo tempo em que se tornam cada vez mais corriqueiros os crimes com motivações pessoais ou sem sentido.
A assustadora explosão da violência no Brasil é justificada pelas autoridades por inúmeros problemas, mas estas mesmas autoridades a tratam com descaso. É frágil a segurança pública, com policiais despreparados e, em muitos casos, corruptos.
No Brasil, todas as vezes que nos deparamos com uma tragédia ou um crime que repercurtem no seu bairro, na sua rua, na cidade de uma forma em geral, aparecem os grandes “especialistas” de todos os gêneros, com receitas fáceis, e passam a colocarr em prática o serviço que antes era negado as pessoas, ao cidadão que paga para ter segurança e deveria ter pelo menos o serviço de prevenção a seu dispor, para evitar que fatos trágicos ocorressem.
No caso, onde o cidadão sai em defesa da segurança de seus filhos, pois a segurança não está presente e ele acaba sendo vítima da violência que aterroriza os rincões do país, a situação não é diferente.
Alguns nobres defensores da população aparecem com medidas paliativas (isso, depois do ocorrido, fechando a porta depois de ser furtado), se mostrando está vivo, embora antes por sua ausência, alguém pudesse ter perdido a vida.
Alguns se aproveitam do momento para ideologizar o debate, atacando até mesmo o cidadão que cobra por sua segurança, mas que é interpretado como sendo crítico ao trabalho daqueles que deveriam previnir e não remediar a segurança de uma população. 
Sem apontar soluções práticas e eficazes, se apresentam críticando as pessoas, usando muitas das vezes da ausência destas, (uma coisa é você falar cara a cara e a outra, é usar da covardia, sem dá o direito de defesa ao cidadão). Esses que ocupam a mídia pra se vangloriarem, sabe-se lá de que, é que deveriam ser criticados, pois são os mesmos que por inércia, omissão, por interesses políticos partidários e até comerciais, não resolvem os problemas. Só aparecem para falar sobre segurança pública quando se deparam com tragédias e crimes que comovem a opinião pública.
Acompanhando os noticiários e dezenas de entrevistas, pude colher algumas “receitas” dadas pelos “especialistas, que só aparecem quando existem tragédias.
No Brasil, a segurança pública só é debatida depois que as tragédias acontecem. Da mesma forma, as soluções adotadas vigem temporariamente, como uma forma de dar uma resposta à população. Fora isso, impera o cinismo e a hipocrisia quando se trata de consolidar metas e planos preventivos, eficazes e duradouros, no tocante à política de administração do nefasto serviço de segurança.
Para afiançar o que observo, peço que analisem comigo o seguinte exemplo:
No dia posterior à tragédia aparece alguém dizendo que agora vai fazer isso e aquilo. E o que deixou de ser feito?
Não precisa ser nenhum especialista para se chegar à conclusão de que os responsáveis pela política de segurança pública no Brasil estão perdidos e completamente equivocados nas suas pretensões ou estão brincando com a sabedoria popular.
Infelizmente esse reclame repetitivo da sociedade é verdadeiro, pois é esta sociedade que enfrenta o medo, a incerteza de que será salva ou não por quem ela paga, ou terá simplismente uma resposta para tantos absurdos de violência.. essa sociedade quer uma solução para previnir, para evitar, pois depois de ser vítima, o que vier depois não servirá mais.
Agir traçando planos de “soluções” instantâneas para a carcomida e ultrapassada segurança pública brasileira, movido por tragédias, não fará nenhuma cidade muito menos o resto do país ter uma política de segurança real, planejada e duradoura.
Um projeto de segurança pública para ser efetivamente eficaz deve ser planejado para uma década ou mais e nunca para dias ou para suprir clamores e reclamos advindos das mais variadas tragédias. Os remendos nunca são permanentes.
Não pensar em planejar segurança, aniquilando os defeitos e costumes errôneos herdados da época do império colonial, os quais ainda resistem ao tempo, é discursar com a única finalidade de buscar atenção para si próprio.
No Brasil, infelizmente, uma tragédia maior absorve a menor, e assim que a mais recente cair no esquecimento da mídia, a vontade voraz em resolver definitivamente o problema da segurança pública também será esquecida, como sempre acontece.

Salve-se quem puder !

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