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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Conselho Comunitário de Defesa Social pedem justiça

O Conselho da Mulher e o Conselho Comunitário de 

Defesa Social pedem justiça e investigação contra
 Suposto ESTUPRADOR do carro preto que assola 
As mulheres do município do Crato.
Na manhã  desta terça-feira foram até a Câmara  do 
Crato  pedir apoio  aos vereadores

Em 24 horas, 362 celulares são apreendidos dentro dos presídios na Zona Metropolitana de Fortaleza

Celulares
No IPPOO 2, em Itaitinga, agentes apreenderam, ontem, 198 aparelhos
Em pouco mais de 24 horas, nada menos, que 362 telefones celulares foram apreendidos em dois presídios da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).  E em quase três meses, o número de apreensões de  aparelhos já chega a 1.530. A “farra” de celulares nas cadeias cearenses ganhou repercussão nacional e levou as autoridades a realizar diversas operações de varredura nas celas das unidades que compõem o Complexo Penitenciário de Itaitinga.
Na tarde desta segunda-feira (8), nada menos, que 198 celulares foram encontrados escondidos dentro das celas do Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira Dois (IPPOO 2). O trabalho foi realizando de forma conjunta entre agentes penitenciários e policiais militares.
Já no fim de semana, uma mulher foi flagrada quando tentava entrar na hora de visitas na Casa de Privação Provisória da Liberdade Agente Luciano Andrade Lima, a CPPL Um (CPPL 1), com uma falsa barriga que simulava uma gravidez. Contudo, era, na verdade, uma conta elástica onde estavam ocultados, nada menos, que 164 celulares, além de 94 chips, carregadores e fones de ouvido.
Especiais
O trabalho de “pente fino” realizado pelos  agentes penitenciários e policiais militares não   tem interrupção nos presídios. As chamadas “forças especiais” da Polícia Militar (batalhões de Choque (BPChoque), de Eventos (BPE), de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio); Cavalaria e outros), foram retiradas das ruas de Fortaleza para restaurar a ordem e a disciplina nos presídios após a mega-rebelião ocorrida em maio passado.          
Após o motim simultâneo em, pelo menos, cinco presídios, restou muita destruição nas unidades. Segundo números  divulgados pela Secretaria da Justiça e da Cidadania (Sejus), teriam sido mortos 14 detentos em crimes de vingança e “acertos de contas” entre grupos rivais confinados nas Casas de Privação (CPPLs) e nos presídios e penitenciárias.