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sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Décimo terceiro vai injetar mais de R$ 9 bilhões na economia do Ceará

 


Foto José Cruz/ Agência Brasil 
O 13º salário tem projeção de injetar R$ 9,2 bilhões na economia cearense entre novembro e dezembro deste ano, quando 3,3 milhões de pessoas devem receber o benefício garantido por lei, segundo calculou o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). 

A média de valores recebidos por pessoa é estimada em R$ 2.543,97, com os empregados do mercado formal, celetistas ou estatutários representando 56,0% do total de beneficiados

Já pensionistas e aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são 43,2%, enquanto o emprego doméstico com carteira assinada responde por 0,8%.

Quando os R$ 9,2 bilhões são divididos entre as categorias de trabalhadores, o Dieese informa que a divisão é diferente: "os empregados formalizados ficam com 67,6% (R$ 6,2 bilhões) e os beneficiários do INSS, com 23,2% (R$ 2,1 bilhões), enquanto aos aposentados e pensionistas do Regime Próprio do estado caberão 4,6% (R$ 427 milhões) e aos do Regime Próprio dos municípios, também 4,6%".

Com informações do O Povo.

Nordeste mantém alta aprovação a Lula em contraste com Sul e Sudeste

Foto Marcelo Camargo/ Agência Brasil 
Enquanto a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaciona em 47% no cenário nacional, o Nordeste segue como o alicerce político que mantém o governo de pé. A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (12), mostra que, mesmo com oscilação negativa, 59% dos nordestinos aprovam o trabalho do petista — a maior taxa entre todas as regiões do País.

Desde julho, a aprovação na Região vinha numa crescente, de 53% para 60% em agosto e setembro, após a imposição do tarifaço de Trump, até atingir o pico de 62% em outubro. Ainda assim, a queda de três pontos percentuais em novembro no Nordeste manteve a popularidade do governo estável no País.

O contraste é evidente. No Sul, o índice despenca para 38%, revelando uma diferença de 21 pontos percentuais entre as duas pontas do mapa. No Sudeste, a aprovação é de 45%, e no Centro-Oeste/Norte, de 42%.

Um país dividido

Os números escancaram o Brasil geograficamente partido. Se dependesse apenas do Nordeste, Lula governaria com tranquilidade. Mas a resistência no Sul pressiona a média nacional e ajuda a explicar a desaprovação de 50% registrada na mesma sondagem.

A leitura é política: o presidente mantém seu terreno seguro, mas enfrenta erosão em áreas decisivas para 2026. Como destacou em suas redes sociais o diretor da Quaest, Felipe Nunes, se o tarifaço mudou a trajetória da aprovação a favor do Lula, a pauta da segurança pública interrompeu a lua de mel tardia do governo com o eleitorado independente.

Força histórica do Nordeste

Com 40 milhões de eleitores, o Nordeste representa 27% do eleitorado brasileiro e foi decisivo em 2022, quando Lula obteve 67% dos votos válidos no segundo turno contra Jair Bolsonaro. O apoio se repete agora nos recortes sociais: entre beneficiários do Bolsa Família, o presidente tem 65% de aprovação, contra 42% entre os que não recebem o benefício.

Além disso, o Nordeste registra a menor desaprovação ao governo (37%), enquanto o Sul lidera a rejeição com 58%.

Com informações do Diário do Nordeste.

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