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| Foto Reprodução/Redes Sociais |
Um bebê de sete meses foi encontrado morto em um balde, na residência da própria família, no bairro São Miguel, no Crato, na tarde dessa última quarta-feira (12). A Polícia Militar apreendeu uma adolescente de 17 anos suspeita pela autoria do ocorrido.
Ela foi conduzida para a Delegacia de Polícia Civil de Crato, onde foi registrado um ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso.
Uma câmera de segurança flagrou o momento em que a mãe da criança passou em uma rua carregando o bebê nos braços e gritando, pedindo socorro.
A ocorrência iniciou por volta das 16h40, quando equipes da Polícia Militar foram acionadas pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) para atender a uma possível situação de afogamento.
A criança, nascida em abril deste ano, foi levada por moradores ao Hospital São Raimundo, mas não resistiu. Segundo a equipe médica, o bebê chegou à unidade sem sinais vitais e apresentava cianose — coloração azulada ou acinzentada da pele, lábios e unhas, causada pela baixa oxigenação do sangue
Mãe da criança conversava com avô quando adolescente pegou a criança
Conforme o boletim policial, a mãe da vítima relatou que estava conversando na calçada da casa do pai quando autorizou a sobrinha a entrar em casa com o bebê para assistir televisão. Minutos depois, ao procurar o filho, encontrou a adolescente sozinha.
Questionada sobre o bebê, a jovem afirmou que havia golpeado a criança e a colocado em um balde com água. Em seguida, vizinhos localizaram o bebê sem reação.
Uma vizinha socorreu a criança e, com a ajuda de outros populares, levaram o bebê ao hospital. Outra pessoa conduziu a mãe até a unidade de saúde. Os médicos tentaram reanimar o bebê, sem sucesso. A Perícia Forense esteve no hospital e recolheu o corpo para exame cadavérico.
Com informações do Diário do Nordeste.
Universidade Federal do Ceará assina contrato para uso de pele de tilápia na produção de curativo biológico
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| Foto Viktor Braga/UFC |
A Universidade Federal do Ceará (UFC) assinou um contrato com o consórcio Biotec’s para o licenciamento da tecnologia que utiliza a pele de tilápia na produção de curativo biológico. O prazo máximo para início da comercialização do produto é de cinco anos para humanos e de três anos para animais
Segundo a instituição, o acordo foi formalizado nesta semana. Documento deve dar às empresas do consórcio, Biotec Solução Ambiental Indústria e Comércio Ltda. e Biotec Controle Ambiental Ltda., o direito de produzir e vender curativos do tipo a partir da pele de tilápia liofilizada, desenvolvida na universidade.
O acordo também estabelece "normas e obrigações para o direito exclusivo de uso, desenvolvimento, produção, exploração comercial e prestação de serviços relacionados à tecnologia de obtenção" do produto.
Além disso, vai caber "às empresas realizar e arcar com todo o processo de desenvolvimento, produção, industrialização e exploração comercial" do curativo.
As companhias devem ser responsáveis, por exemplo, pela verificação de eficácia e estudo clínico de alergenicidade e sensibilidade do produto, além da obtenção de todas as aprovações necessárias da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Com informações do O Povo.


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